<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510</id><updated>2012-01-10T17:20:24.310-02:00</updated><title type='text'>Coetus Internationalis Fidelium</title><subtitle type='html'>Blog dedicado à Fé Católica Apostólica Romana que a Santa Madre Igreja sempre guardou</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-82025263970719277</id><published>2011-05-16T17:52:00.002-03:00</published><updated>2011-05-22T23:56:05.877-03:00</updated><title type='text'>Silogismos Anti-Sedevacantistas - Introdução</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; As diversas tentativas de se demonstrar a falsidade do catolicismo sedevacantista poderiam encher facilmente um quarto só com textos, livros, artigos...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; Lembro-me de ter escutado, com bastante vivacidade mental e interesse (afinal, eu era parte interessada no tema!), inúmeras críticas contra essa posição teológica e, por anos a fio, recheadas de veemência e paixão, vi vozes se erguerem como trovões contra esse pequeno grupo de fiéis que afirma estar vacante a Sé Petrina. Gastei-me pesquisando várias delas, em várias línguas, por muito tempo - mas com grande decepção da minha parte! Poucas análises sequer conseguiram captar a substância do que seja o sedevacantismo enquanto tal; menos artigos ainda enxergaram a situação real do estado jurídico dos sedevacantistas dentro da Igreja; quase nenhum foi capaz de apresentar uma objeção que já não houvesse sido refutada antes por grandes expoentes do catolicismo sedevacantista. O meu trabalho intelectual de criação de refutações dos argumentos anti-sedevacantistas existiu também, mas muito menos do que originalmente eu esperava ter de realizar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; Já modulando este assunto para nossa realidade brasileira, a coisa foi ainda mais baixo nível: qualquer pessoa que defenda a tese sedevacantista é, &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;, quase fisicamente escorraçada de todos os grupos que se auto-intitulam católicos. Vê-se que há uma verdadeira rejeição irracional contra os católicos sedevacantistas, porque já é quase senso comum rotularem-nos (especialmente entre os grupos católicos sedeplenistas, que nos vêem como uma ameaça a ser extirpada, como se fôssemos um vírus) como &lt;i&gt;"cismáticos", "hereges", "radicais", "seita", "fanáticos"&lt;/i&gt;, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Tendo em vista cada uma dessas coisas, postarei aqui todas as objeções que eu, pessoalmente, estive a conhecer durante anos e anos. A oportunidade de estudar tais objeções sempre me foi vista como uma depuração em favor da verdade, pois quem ama a Verdade não procura afastar de si objeções ou contrariedades: antes, muitas vezes até chega a procurá-las, a fim de ou confirmar a credibilidade de sua posição ou de corrigir-se (caso estivesse desviando-se da senda da Verdade por meio de uma compreensão distorcida da realidade). Assim, no intuito de verificar a procedência de cada uma das questões, bem como a sua racionalidade, veracidade e justiça, procurarei apresentar os argumentos, premissas, conclusões e fontes com o máximo de objetividade possível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Construirei - para facilitar a exposição das diversas objeções - silogismos simples, que condensarão a cada novo &lt;i&gt;post&lt;/i&gt; uma argumentação a ser analisada; após a análise, a refutação será disposta em um parágrafo sintético, resumindo os motivos pelos quais não se pode admitir a cogência lógica da objeção anti-sedevacantista apresentada por outras pessoas. Comentários críticos às minhas futuras refutações serão sempre aceitos desde que feitos com educação, seriedade, boa disposição de espírito e pertinência temática. Abrirei precedente para o envio de objeções contra as refutações apresentadas, caso alguém acredite que eu não tenha exposto adequadamente o silogismo anti-sedevacantista em questão. Não quero aqui desobedecer aquilo que a Santa Madre Igreja sempre nos ensinou nessas questões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Peço a todos vós, amigos de Deus e amantes da Verdade Eterna: roguem a Deus para que eu não cometa quaisquer injustiças enquanto estiver empreendendo esta iniciativa. Eu a empreendo por entender que esta pode render maior Glória a Deus Nosso Senhor, aclarando mentes, confirmando corações e demonstrando a compatibilidade da posição sedevacantista com a Fé Católica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-82025263970719277?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/82025263970719277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=82025263970719277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/82025263970719277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/82025263970719277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2011/05/silogismos-anti-sedevacantistas.html' title='Silogismos Anti-Sedevacantistas - Introdução'/><author><name>Aruan João Baccaro de Freitas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06981612011709323274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-tUsE1TGqc9I/TbZVH2toggI/AAAAAAAAAEg/Lw49z5CK6zM/s220/Aru1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-637579161978221105</id><published>2011-05-01T15:20:00.004-03:00</published><updated>2011-05-17T18:43:57.660-03:00</updated><title type='text'>Refutando o opúsculo "Vaticano II: Ruptura ou Continudade?"</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;REFUTAÇÃO DA TESE CENTRAL &lt;br /&gt;DO &lt;a href="http://www.ecclesiae.com.br/livros-ecclesiae/colecao-teologia-das-fontes/vaticano-ii-ruptura-ou-continuidade.html"&gt;OPÚSCULO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; Primeiramente, gostaria de relembrar a tese central de nosso autor analisado (me refiro ao Padre (?) Paulo Ricardo de Azevedo Júnior), compendiando-a tanto quanto posso numa só frase: &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Devemos julgar o Concílio Ecumênico do Vaticano II do mesmo modo que (de acordo com o autor) foi julgado o Concílio Ecumênico de Constantinopla; isto é, conforme a mesma criteriologia. E esta criteriologia resume-se à "interpretação" dos textos promulgados em Assembléia Conciliar, a fim de estes se adequarem à Doutrina Tradicional da Igreja e serem recebidos pela Igreja ("receptio"), por mais que os textos possam apresentar "dificuldades", "fraquezas", "ambiguidades", etc; de modo independente da opinião, moralidade ou credibilidade dos seus redatores conciliares.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; Assim resumido, vou criticar aos poucos cada ponto errôneo, procurando mostrar ao mesmo tempo contra qual verdade católica este erro está posicionado.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Que Deus me ajude a não cometer injustiça alguma ao tratar desses temas, mas tão somente ser eco daquilo que a Santa Madre Igreja sempre ensinou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;u&gt;Erro nº1:&lt;/u&gt; Um Concílio Ecumênico da Igreja têm valor efetivo a partir da sua &lt;i&gt;receptio&lt;/i&gt;; e não da sua &lt;i&gt;aprovação formal&lt;/i&gt; por parte da autoridade competente - o Sumo Pontífice.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 12pt;"&gt;&amp;nbsp; Ao contrário do que afirma nosso autor na página 18 do seu opúsculo ("&lt;i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;O Concílio Ecumênico, para ser verdadeiro Concílio da Igreja, precisa ser recebido por ela. Existe um tempo para que o documento seja produzido, e um tempo para que a Igreja receba esse documento.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;")&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;todo e qualquer Concílio Ecumênico tem valor não a partir de uma alegada &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"receptio"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, mas sim da sua aprovação por parte do Sumo Pontífice (vide o documento magisterial &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dictatus_Papae" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Dictatus Papae&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;, proposição XVI - &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"Que nenhum sínodo se chame universal se não for por ordem do Papa"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Oras, como católicos, sabemos que para haver a validade efetiva de um Concílio Ecumênico exige-se que o papa tenha participação ou consentimento na &lt;i&gt;convocação&lt;/i&gt; desta reunião, na &lt;i&gt;direção&lt;/i&gt; dessas discussões e por fim na &lt;i&gt;aprovação&lt;/i&gt; / &lt;i&gt;confirmação&lt;/i&gt; dos documentos e decretos. Se não houver a possibilidade de se realizarem todas essas condições, a condição &lt;i&gt;sine qua non&lt;/i&gt; para a aprovação dum Concílio como Ecumênico &lt;i&gt;é que o papa aprove-o enquanto tal&lt;/i&gt;. Isso é aquilo que torna tal magna reunião de bispos um Concílio Ecumênico da Igreja, e não outra coisa. Exemplo disso é o já antes citado Concílio de Constantinopla - que foi feito originalmente para ser um sínodo regional, e não para ser um Concílio Ecumênico; embora tenha este ocorrido no século IV, só foi aceito pela Igreja como Concílio Ecumênico&amp;nbsp;cerca de&amp;nbsp;dois séculos depois; e num primeiro momento apenas alguns dos seus decretos foram aprovados por Roma, outros não o foram senão muito tempo depois (dentre estes, especial menção faço ao &lt;a href="http://www.newadvent.org/cathen/04308a.htm" target="_blank"&gt;terceiro cânone&lt;/a&gt;, referente à primazia de Constantinopla como uma espécie de &lt;i&gt;"Segunda Santa Sé"&lt;/i&gt;). Outro exemplo: a bula de confirmação do Concílio de Trento, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Benedictus_Deus" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Benedictus Deus&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (pode ser lida completa, em inglês, no final &lt;a href="http://www.documentacatholicaomnia.eu/03d/1545-1563,_Concilium_Tridentinum,_Documenta_Omnia,_EN.pdf" target="_blank"&gt;desse documento aqui referido&lt;/a&gt;); nela, é clara a evidência de que o Concílio possui validade e cogência imediatamente, a partir de sua aprovação papal; não antes ou depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Dizer que há um &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"tempo"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; para que um Concílio Ecumênico produza os seus textos e outro para que estes sejam aceites pela Igreja, num sentido sociológico do termo (tal como depreende-se do &lt;b&gt;erro nº4&lt;/b&gt;, apresentado logo mais), é uma perversão daquela submissão que deveria ser imediata e totalmente cogente à consciência de todo católico no momento mesmo da aprovação formal dum Concílio Ecumênico. Pode-se dizer, então, ser este primeiro erro distorcer o verdadeiro significado daquilo que seja o critério real da aceitação de um Concílio Ecumênico em detrimento de um obscuro conceito de &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"receptio"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, que não encontra base no Ensinamento Magisterial precedente, nem na Tradição da Igreja ou nas Sagradas Escrituras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Portanto, um católico não pode aceitar isso sem incorrer em erro grave contra sua fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; ---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;u&gt;Erro nº2:&lt;/u&gt; O sentido verdadeiro do texto conciliar não está presente já no ato mesmo da formulação, senão quando é &lt;i&gt;interpretado&lt;/i&gt; &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt; para ter concomitância com a doutrina da Igreja.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Ao contrário do que afirma o nosso autor na página 19 do seu opúsculo ("&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;Como a Igreja lidou com o Concílio de Constantinopla? Ela analisou o texto fraco, equívoco de Constantinopla e o interpretou de forma forte, inequívoca, católica, ortodoxa; Eis o milagre: a Igreja fiel de Cristo. Um bando de bispos que não valiam o que comiam fizeram um Concílio Ecumênico e a Igreja, fiel a Cristo, recebeu-o na fé ortodoxa e verdadeira. (...) Um texto dúbio foi lido e interpretado na fé e na tradição da Igreja. Esse quadro foi apresentado para mostrar o que é um Concílio Ecumênico.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;") o verdadeiro e legítimo sentido de um texto não é fruto de uma interpretação &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt; feita para ter concordância com as verdades de fé que nos ensina tradicionalmente a Santa Madre Igreja. Pelo contrário: quando um autor qualquer elabora mentalmente um texto, a mensagem e os significados que serão passados necessariamente antecederão a redação desse mesmo texto. Existirão sempre antes de um texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Admitindo logicamente que o autor quis significar algo no texto - quis efetivamente passar uma mensagem - é evidente que o melhor modo de se ler o que este autor escreveu é interpretar o texto segundo aquele significado que esse autor tencionava expor. Pressupondo razoável habilidade expressiva do autor, então o texto exprimiria o significado que o mesmo deseja transmitir. Oras, se o verdadeiro significado de uma idéia expressa no texto não está já presente na mente do autor antes da redação desse mesmo texto, então temos uma situação absurda na qual o autor do texto desconhece o significado mesmo do produto de sua elaboração literária. É uma situação tão inusitada como escrever uma carta hoje a alguma pessoa e dizer: &lt;i&gt;"Ah, o significado dessa carta que acabei de lhe escrever? Não sei. Mas daqui a alguns anos vou submetê-la a uma análise, e dizer qual é o seu verdadeiro significado coerente com a minha pessoa"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Se esta obscuridade de significado é impressionante num exemplo banal desses, que diremos quando tratarmos de um Concílio Ecumênico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Ora, os textos conciliares são obra de autoria coletiva. Esses inúmeros autores podem ter tido - e de fato tiveram - intenções divergentes. No entanto, tendo a intenção "X" prevalecido sobre a intenção "Y" por meio dos votos sobre a redação do texto, e tendo sido essa votação aprovada, o sentido do texto a ser remetido como &lt;i&gt;o verdadeiro sentido do texto&lt;/i&gt; é o sentido aprovado pelo &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"Sensus Patrum"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, isto é, é o sentido dado ao texto pelos padres conciliares por sua vez aprovado e reiterado pela autoridade competente (no caso, um papa). Quando aprova-se um documento, aprova-se o sentido direto daqueles escritos, com a citada intenção sendo aprovada por meio deste. Se essa intenção for&lt;i&gt; reinterpretada&lt;/i&gt; &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt; por um outro - distorcendo ou chegando a contraditar o significado originalmente aprovado - então há a falsificação do sentido dado no passado por um outro mais conveniente hoje, no presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Dizer que esse ato - &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;reinterpretar um texto dúbio como se fosse unívoco&lt;/i&gt; - é um quadro demonstrativo do que é um Concílio Ecumênico, nos obriga a admitir que os Concílios Ecumênicos naturalmente podem falsificar e efetivamente já teriam falsificado em ocasiões passadas (ou seja, o Concílio Ecumênico de Constantinopla - segundo o exemplo do sr. Azevedo Júnior) o significado objetivo dos textos em favor de outro sentido mais conveniente, canonizando assim uma hermenêutica falsa (farsa interpretativa!) como expositora legítima dos Dogmas de Fé, da Verdade Católica, da Sã Doutrina que nos foi legada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Falsificar o significado objetivo de um texto para fazê-lo dizer o que queremos não é um milagre; antes, é uma mentira, é um ato incorreto, é uma injustiça. E como não podemos admitir que a Igreja minta, seja incorreta ou injusta em matéria referente à Fé, não podemos sequer supor que este seja um método adequado para verdadeiramente se entender um texto conciliar - ou qualquer texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;u&gt;Erro nº3:&lt;/u&gt; O texto do Concílio de Constantinopla é fraco e ambíguo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Ao contrário do que diz o sr. Azevedo Júnior na página 19 ("&lt;i&gt;Como a Igreja lidou com o Concílio de Constantinopla? Ela analisou o texto fraco, equívoco de Constantinopla e o interpretou de forma forte, inequívoca, católica, ortodoxa;(...) Um texto dúbio foi lido e interpretado na fé e na tradição da Igreja.&lt;/i&gt;"), o Concílio de Constantinopla não poderia ser ambíguo, pois os grupos que poderiam beneficiar-se de quaisquer interpretações heterodoxas haviam sido condenados no &lt;a href="http://www.ccel.org/ccel/schaff/npnf214.ix.viii.i.html" target="_blank"&gt;cânone nº 1&lt;/a&gt; desse mesmo concílio com anátema! E além disso, o &lt;a href="http://www.ccel.org/ccel/schaff/npnf214.ix.viii.vi.html" target="_blank"&gt;5º cânone&lt;/a&gt; também possui uma profissão de fé da idêntica divindade das Três Pessoas Divinas. Para que vejamos a força dessas verdades que aqui enunciamos, leiamos primeiro o texto do quinto cânone (pela tradução &lt;span style="color: black;"&gt;de Mons.Otto Skrzypczak no livro &lt;b&gt;&lt;i&gt;"Documentos dos Primeiro Oito Concílios Ecumênicos"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;; Edipucrs; 2ª edição; 2000)&lt;/span&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"Quanto aos escritos dos ocidentais: Em Antioquia acolhemos os que professam ser uma só a Divindade do Pai e do Filho e do Espírito Santo"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &amp;nbsp; E agora leiamos o texto do primeiro cânone (tradução minha):&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"A fé dos 318 santos padres reunidos em Nicéia da Bitínia não deve ser abrogada, senão fortalecida; se deve anatematizar toda a heresia, especialmente a dos eunomianos ou anomeus, dos arianos ou eudoxianos, dos semi-arianos ou pneumatômacos, dos sabelianos, dos marcelianos, dos fotinianos e dos apolinaristas."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Para quem não sabe, a heresia dos &lt;a href="http://www.newadvent.org/cathen/12174a.htm" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;Pneumatômacos&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; é exatamente aquela heresia (nega a divindade do Espírito&amp;nbsp;Santo)&amp;nbsp;para a qual o sr. Azevedo Júnior advoga a possibilidade de defesa através da ambiguidade da profissão de fé do credo niceno-constantinopolitano. Mas, oras! Como o Concílio abriria precedente para uma interpretação heterodoxa se sabemos que o mesmo condenou explicitamente a heresia dos que negavam a divindade do Espírito Santo? Além disso, Pe.(?) Paulo Ricardo usa uma brecha significativa para defender a sua tese: a existência de várias versões do texto aqui em questão. Mas, havendo mais de uma tradução da frase latina do Credo &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"qui cum Patre et Filio simul adoratur et conglorificatur"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, deve-se pois procurar traduções mais exatas e mais conformes o significado original da expressão. Se algumas traduções abrem precedente para uma possível ambiguidade, não podemos dizer isso de uma das últimas traduções que os próprios neo-conservadores entendem ser das mais exatas. Ela não deixa dúvidas: o Espírito Santo &lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;recebe com o Pai e o Filho uma MESMA adoração e glória&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (vide página 111 do &lt;b&gt;&lt;i&gt;"Enchiridion Symbolorum"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;; Denziger Hünermann; 2006; tradução espanhola das versões grega e latina do Símbolo Niceno-Constantinopolitano; ou vide &lt;a href="http://www.mercaba.org/TEOLOGIA/COLLANTES/11%20Simbolos%20de%20fe%20cristiana%20Numeros%201374-1423.pdf" target="_blank"&gt;nesse link&lt;/a&gt; outra autorizada versão espanhola do referido Credo que diz: &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"que con el Padre y el Hijo recibe una misma adoración y gloria"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Oras, se o Espírito Santo recebe uma &lt;i&gt;mesma&lt;/i&gt; adoração e glória, ele não pode ser inferior ao Pai ou ao Filho, mas antes deve ser &lt;i&gt;igual&lt;/i&gt;. E se deve ser igual ao Pai em adoração e glória - não inferior nem superior, mas idêntico (sabendo que o Pai é Deus, um ponto pacífico mesmo aos hereges em questão) -, O Espírito Santo necessariamente também deve ser tido como Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Há ainda de se considerar o estudo específico sobre o tema da Profissão de fé na divindade do Espírito Santo escrito pelo Candido Pozo (SJ) &lt;b&gt;&lt;i&gt;"Las fórmulas del Credo del Concilio I de Constantinopla sobre el Espíritu Santo"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - em&lt;i&gt; "Vivir en el Espíritu"&lt;/i&gt;; Madrid; CETE; 1981; p. 287-298 - estudo este citado como fonte do livro de Justo Collantes, &lt;b&gt;&lt;i&gt;"A Fé Católica: Documentos do Magistério da Igreja"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; - trad. br. por Paulo Rodrigues, RJ/Anápolis: Lumen Christi/Diocese de Anápolis, 2003, p. 288; com a nota 9 incorporada na citação - que, ao comentar num dos seus capítulos sobre a gênese do Credo Niceno-Constantinopolitano, afirma: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-left: 30pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;“...estava surgindo uma nova heresia contra o Espírito Santo, cujos adeptos foram denominados por Santo Atanásio “pneumatômacos” (lutadores contra o Espírito) e vulgarmente chamados “macedonianos” porque o fautor da heresia era Macedônio, bispo de Constantinopla. Um sínodo romano celebrado nos anos 380 foi ineficaz para contê-la, e o Papa São Dâmaso deu sua anuência ao Imperador Teodósio I para a celebração de um concílio em Constantinopla (381), de que participaram 150 bispos, todos orientais. O Papa não se fez representar, mas o Concílio de Calcedônia (451) o considerou expressão universal da Fé católica.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Seu símbolo não é original, no que se refere ao Pai e ao Filho, mas dá nova explicitação quanto ao Espírito Santo, ao Qual chama Senhor e Vivificador &lt;b&gt;[9. Chamar ao Espírito Santo “Senhor e Vivificador” equivale a chamá-Lo Deus, pois se trata de uma vivificação sobrenatural, que, já no século III, significava uma espécie de deificação; e só Deus pode deificar, “vivificar” o homem.]&lt;/b&gt;, que procede do Pai, e, como o Pai e o Filho, é digno de adoração. &lt;b&gt;Assim é claramente afirmada a divindade do Espírito Santo&lt;/b&gt;. Este Credo é&lt;b&gt; &lt;/b&gt;conhecido, a partir do século XVII, como o Símbolo de Nicéia-Constantinopla.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Ou seja - nem mesmo os mais recentes estudiosos dessa área confirmam a nada piedosa interpretação do Credo Niceno-Constantinopolitano como &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"fraco"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"equívoco"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"ambíguo"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; feita por Pe.(?) Paulo Ricardo. Isto, evidentemente, é sinal distintivo que esta tese é antes uma distorção do que uma reta compreensão das verdades de fé professadas em Constantinopla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Mas, afinal, em quem poderia ter se baseado Pe.(?) Paulo Ricardo para extrair ambiguidades inexistentes de um Concílio cuja Profissão de Fé adveio - muito provavelmente, segundo especialistas - da &lt;i&gt;inteiramente trinitária&lt;/i&gt; profissão de fé &lt;b&gt;&lt;i&gt;Ancoratus&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, do Bispo de Salamina - Santo Epifânio? (vide DzH 42-45; ou &lt;a href="http://www.catecheticsonline.com/SourcesofDogma1.php" target="_blank"&gt;Dz 13-14&lt;/a&gt;) Segundo pude verificar no livro (livro que não indico, diga-se de passagem) &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.ccel.org/ccel/schaff/npnf214.toc.html" target="_blank"&gt;"The Seven Ecumenical Councils"&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;,&lt;/i&gt; do protestante &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Schaff" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Philip Schaff&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, o historiador protestante &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adolf_von_Harnack" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Adolf von&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Harnack&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; - herege expoente do racionalismo e criticismo teológico protestante - defendeu no passado exatamente essa mesma proposição de Pe.(?) Paulo Ricardo de Azevedo Júnior acerca da equivocidade do Credo de Constantinopla em favor dos hereges pneumatômacos (vide &lt;a href="http://www.ccel.org/ccel/schaff/npnf214.ix.ii.html" target="_blank"&gt;nota 205&lt;/a&gt; do referido livro). E quase a mesma coisa foi insinuada por Joseph Ratzinger no seu livro &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Principles of Catholic Dogma"&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, no Epílogo &lt;i&gt;"The Status of Church and Theology"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Suspeito, no mínimo...!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Dizer que um Concílio Ecumênico possui texto fraco e ambíguo descontextualizando-o (e fingindo que o texto do Decreto &lt;a href="http://digitusdei.files.wordpress.com/2010/07/auctorem_fidei.pdf"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;"Auctorem Fidei"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; não condena a ambiguidade mesma existente em textos cuja retidão semântica deveria ser exemplar!), ou considerando abstratamente a sua profissão de fé sem qualquer relação com os seus decretos e anátemas é um erro que não pode ser aceito por pessoas que são honestamente católicas. Donde, além da irreverência em se questionar a credibilidade objetiva de um Concílio aprovado universalmente por toda Igreja, temos também a falsidade da acusação crítica contra o Concílio Ecumênico de Constantinopla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;u&gt;Erro nº 4:&lt;/u&gt; Pode-se fazer, para entender a criteriologia necessária à compreensão do Concílio Vaticano II, analogia com Concílio de Constantinopla.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Ao contrário do que escreveu o sr. Azevedo Júnior na página 14 nota 13 do seu opúsculo (&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"Gostaria de descrever aqui o Concílio de Constantinopla, de 381, para entendermos o que devemos fazer com o Concílio Vaticano II."&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;), não é possível estabelecer a específica analogia em questão entre estes Concílios sem ao mesmo tempo cometer um erro grave de distorção. Isso porque há tantas diferenças significativas entre o Concílio de Constantinopla e o Concílio Vaticano II que sequer pode-se afirmar que a Igreja poderá fazer com o segundo o mesmo que &lt;i&gt;"fez"&lt;/i&gt;(sic) com o primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Compreendendo que esse argumento só existe em função das mentirosas distorções anteriores, já devidamente refutadas, a força do argumento já é quase eliminada; mas para dar sinal da impropriedade com que foi tratada essa questão, convém colocar em relevo pelo menos 5 principais distinções (Obs: Argumentarei também &lt;i&gt;ex concessis&lt;/i&gt;, ou seja, a partir do modo de pensar do adversário, que reconheço deliberadamente como errôneo. Não significarão tais argumentos que eu admita tudo o que afirmarei acerca do CVII - como, por exemplo, a idéia de que o Vaticano II foi efetivamente aceito e aprovado pela suprema autoridade católica, isto é, um Sumo Pontífice).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; São elas:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;1ª&lt;/b&gt; - O Concílio de Constantinopla foi originalmente pensado para ser um Sínodo Regional, e não um Concílio Ecumênico. Já o Vaticano II foi desde o começo até o fim entendido como um Concílio Ecumênico. Se a autoridade formal do primeiro foi modificada após certo tempo (de regional para Ecumênico), a autoridade formal do segundo não teve nenhum hiato (sempre Ecumênico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;2ª &lt;/b&gt;- O Concílio de Constantinopla foi aprovado como Concílio Ecumênico após quase dois séculos de esclarecimentos sobre a sua doutrina, e ainda sim, não o foi integralmente. Já o Vaticano II gozou da chancela de Ecumênico após a aprovação definitiva de todos os seus documentos; coisa que aconteceu imediatamente após o fechamento do Concílio Vaticano II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;3ª &lt;/b&gt;- O Concílio de Constantinopla pretendia tratar de temas doutrinais. O Vaticano II pretendia tratar de temas pastorais, especialmente o "&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Aggiornamento" target="_blank"&gt;Aggiornamento&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;4ª&lt;/b&gt; - O Concílio de Constantinopla promulgou anátemas contra os grupos que prejudicavam a Fé Católica na época. O Vaticano II não só não o fez como evitou ao máximo qualquer linguagem negativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;b&gt;5ª&lt;/b&gt; - O Concílio de Constantinopla foi convocado pelo imperador romano Teodósio I, foi dirigido e fechado pelo Patriarca de Constantinopla. O Vaticano II começa, se desenvolve e termina com a presidência da máxima autoridade católica, ou seja, o Sumo Pontífice.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Daí depreende-se claramente: o nível de questionamento acerca de ambos é distinto. O contexto de ambos é distinto. O tema de ambos é distinto. O problema relativo a ambos também é distinto. Somente isso, a bom conhecedor da Fé Católica, já bastaria para fazer perceber que quaisquer analogias entre o Vaticano II e Constantinopla são, no mínimo, muito problemáticas. Mas nesse caso específico são mais do que meramente difíceis - são &lt;b&gt;inapropriadas e&lt;/b&gt; &lt;b&gt;indevidas.&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Prova-se isso através da resolução de mais um dos possíveis desdobramentos argumentativos que pode-se ter ao ler o opúsculo, formulando assim a seguinte pergunta: se a Igreja demorou quase 2 séculos para aceitar o Concílio de Constantinopla como Concílio Ecumênico, porque o mesmo não pode se dar com o Concílio Vaticano II? Se foi o Concílio de Constantinopla também considerado problemático em seus cânones e decretos, mas mesmo assim foi aceito pela Igreja, qual a razão de negar-se isso ao Vaticano II? A resposta a tal objeção dá-se através da distinção do que é &lt;b&gt;&lt;i&gt;"aceitação"/"recepção"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; segundo toda a tese do autor aqui em análise. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Nas palavras de Pe.(?) Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, &lt;b&gt;&lt;i&gt;"aceitar"/"receber"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; aqui significa &lt;i&gt;tanto&lt;/i&gt; &lt;i&gt;o processo histórico de compreensão e incorporação sociológica de uma doutrina numa determinada sociedade&lt;/i&gt; (no caso, a comunidade dos fiéis pertencentes à Igreja Católica) &lt;i&gt;quanto a aprovação formal da doutrina pela Igreja.&lt;/i&gt; Pode-se provar isso claramente no discurso dele, especialmente ao ler a página 28 de seu opúsculo, que diz:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"Na aula passada, discorremos sobre o Vaticano II e definimos o que é um Concílio [Ecumênico]. Relembremos que este é a expressão da suprema autoridade da Igreja, porém, nem todo Concílio a expressa de forma eficaz. Na História da Igreja, &lt;b&gt;muitos Concílios não foram bem-sucedidos. Isso deveu-se ao fato de que foram realizados, mas não houve receptio, não houve recepção, ou seja, as decisões não foram recebidas pela Igreja que, de alguma forma, não as reconheceu como expressão da fé apostólica."&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp; E depois, no parágrafo imediatamente posterior ainda da mesma página, lemos:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"Vivemos uma época na qual &lt;b&gt;o Concílio Vaticano II precisa ser recebido.&lt;/b&gt; Se analisarmos a história da Igreja, veremos que ela não tem a pressa, a rapidez que nós temos. Estamos na era da técnica, da informação imediata, na qual as reações são percebidas quase que automaticamente. &lt;b&gt;Porém, as pessoas não se movem por decreto, e um corpo como o da Igreja não é mudado do dia para a noite, pois muitas coisas levam tempo para serem absorvidas.&lt;/b&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Ainda, na próxima página, fechando o argumento:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"Não há, por exemplo, contradição entre o Concílio de Trento e o Vaticano II.(...) &lt;b&gt;Os dois Concílios devem ser interpretados em consonância com os outros. Essa visão significa a verdadeira receptio, a verdadeira recepção do Concílio Vaticano II, que ainda está sendo posta em prática, visto ainda hoje não ter sido recebido em sua plenitude.&lt;/b&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Estes textos são demonstrativos da confusão que denunciamos. Pe.(?) Paulo Ricardo usa equivocamente o termo chave de toda a sua argumentação (isto é, &lt;b&gt;&lt;i&gt;recepção&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e seus derivados), advogando que ao mesmo tempo um Concílio Ecumênico precisa passar tanto por uma &lt;i&gt;recepção popular/sociológica&lt;/i&gt; para ser aceito como expressão da fé apostólica - uma monstruosa inversão criteriológica, condenada pela Igreja Católica - como pela &lt;i&gt;recepção enquanto aprovação formal do Magistério da Igreja&lt;/i&gt;. Mas ora, se algo passa pelo crivo da aprovação formal do Magistério da Igreja, não é necessária qualquer &lt;i&gt;recepção popular &lt;/i&gt;para se fazer deste objeto aprovado &lt;i&gt;"expressão da fé apostólica"&lt;/i&gt;. Afinal, como já provamos ao denunciar o &lt;b&gt;erro nº1&lt;/b&gt;, esse critério é a-católico, errôneo. Oras, pode-se tolerar que alguém fale, num sentido amplo e pouco preciso, da &lt;i&gt;recepção do Concílio de Constantinopla pela Igreja&lt;/i&gt;, pois o mesmo foi analisado pela Igreja durante quase dois séculos antes de ser aprovado formalmente enquanto Concílio Ecumênico, após a depuração de todas as controvérsias relativas a autenticidade de cânones, das versões, etc. Mas pode-se dizer o mesmo do Vaticano II? Evidentemente a resposta é &lt;b&gt;não&lt;/b&gt;, como já provamos anteriormente; de modo nenhum podemos comparar, no referente à questão disputada, o Vaticano II ao de Constantinopla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É assim que chega-se, pois, ao problema central: se o Vaticano II foi realmente um Concílio Ecumênico, uma &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"expressão da fé apostólica"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; (efeito necessário de se aceitar a &lt;i&gt;recepção enquanto aprovação formal&lt;/i&gt;), então não se pode afirmar a necessidade hodierna de uma &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"receptio"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; senão a quem é um herege. Mas, ao contrário, se um Concílio Ecumênico já aprovado pelas autoridades competentes só é &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"expressão da fé apostólica"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; quando há uma &lt;i&gt;recepção popular/sociológica&lt;/i&gt;, então temos que não é mais o Sagrado Magistério Apostólico o sujeito quem determina o que é ou não &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"expressão da fé apostólica"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;: é o corpo dos leigos. É a Igreja popular. É o &lt;i&gt;Povo de Deus&lt;/i&gt;, no pior sentido do termo. É a Igreja de Boff e Betto de mãos dadas com a Igreja da &lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"hermenêutica da continuidade"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;. Compreensível é, então, a motivação da Nova Roma nunca excomungar os Teólogos da Libertação: estes estavam defendendo, afinal, a mesma coisa que aqueles. Tanto os neoconservadores como os modernistas escancarados se irmanam na sua rejeição de uma criteriologia compatível com a fé católica para defender o Concílio Vaticano II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Para quem teve a audácia de distorcer a criteriologia católica e juntamente com esta o Concílio de Constantinopla, que significa, afinal, afirmar que o Vaticano II pode ser julgado pelos mesmos critérios que se julgou o Concílio de Constantinopla? Significa uma só coisa: pode-se distorcer quaisquer palavras, para significar o que se quiser no momento em que se desejar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Como tamanho absurdo passou despercebido aos olhos de tantos fiéis católicos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Seria já o momento de denunciarmos o fruto daquela &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;"operação do erro"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/b&gt;(cf. &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.bibliacatolica.com.br/01/60/2.php" target="_blank"&gt;II Tess 2,7-12&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;) que Deus haveria de enviar aos que não amam a Verdade, antes que Cristo retornasse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Haveriam outros erros a serem discutidos ainda, mas não creio ser necessário continuar discorrendo sobre o tema: bastam esses erros para os senhores notarem claramente, segundo os moldes expostos por Pe.(?) Paulo Ricardo de Azevedo Júnior: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a&lt;/b&gt; "&lt;b&gt;Hermenêutica da Continuidade" não passa de uma farsa, de um enorme conjunto de erros acerca da fé católica que não merecem nossa adesão ou credibilidade.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fraternalmente, &lt;br /&gt;em Jesus e Maria,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aruan J.B.de Freitas&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-637579161978221105?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/637579161978221105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=637579161978221105' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/637579161978221105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/637579161978221105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2011/05/refutando-o-opusculo-vaticano-ii.html' title='Refutando o opúsculo &quot;Vaticano II: Ruptura ou Continudade?&quot;'/><author><name>Aruan João Baccaro de Freitas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06981612011709323274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-tUsE1TGqc9I/TbZVH2toggI/AAAAAAAAAEg/Lw49z5CK6zM/s220/Aru1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-372604048944318719</id><published>2010-04-14T16:34:00.000-03:00</published><updated>2010-04-14T16:38:56.299-03:00</updated><title type='text'>Voltando vagarosamente</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Salve Maria Imaculada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltaremos a postar neste blog pouco a pouco, temas de relevância para os católicos em geral sobre temas concernentes ao sedevacantismo. Em comunhão de orações com os irmãos, despedimo-nos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-372604048944318719?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/372604048944318719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=372604048944318719' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/372604048944318719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/372604048944318719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2010/04/voltando-vagarosamente.html' title='Voltando vagarosamente'/><author><name>Aruan João Baccaro de Freitas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06981612011709323274</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-tUsE1TGqc9I/TbZVH2toggI/AAAAAAAAAEg/Lw49z5CK6zM/s220/Aru1.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-8017289806670385399</id><published>2009-05-19T18:51:00.001-03:00</published><updated>2011-05-16T18:10:00.626-03:00</updated><title type='text'>A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte final</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;IIIa Parte: A "IGREJA CISMÁTICA E HERÉTICA DOS DOIS PRELADOS"&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;III.1. A INFALIBILIDADE DA OPINIÃO PESSOAL.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O Professor de Teologia coloca um &lt;b&gt;‘’dilema’’&lt;/b&gt;: o papa não perde o cargo nem por heresia material, nem por heresia formal. No primeiro caso, porque não seria por defecção na fé. No segundo, porque é contra a &lt;b&gt;‘’imunidade judicial’’&lt;/b&gt; do papa garantida pelo Cânon 1556. Seria contra a &lt;b&gt;‘’infalibilidade do Direito Canônico’’&lt;/b&gt;: seria &lt;b&gt;‘’cismático’’&lt;/b&gt;(p.15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aqui a defesa inepta da &lt;b&gt;‘’Igreja’’&lt;/b&gt; hereticista que, através da &lt;b&gt;‘’interpretação’’&lt;/b&gt; falsa da &lt;b&gt;‘’imunidade judicial’’&lt;/b&gt;, feita contra o Magistério da Igreja e até contra o mesmo Dom Mayer, pretende garantir com &lt;b&gt;‘’infalibilidade’’&lt;/b&gt; a &lt;b&gt;‘’opinião’’&lt;/b&gt; pessoal contra os demais cânones da Igreja: 188, 2314, 2315...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através desse sofisma quer opor um cânon contra os demais e tornar-se infalível a si mesmo e a seus contraditórios líderes. Unir-se com hereges públicos não seria cismático; mas submeter-se às leis tradicionais sobre o &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’iam iudicatus est’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; seria cismático. São Leão II e Inocêncio III, Adriano I e Adriano II seriam cismáticos. Eis aqui a &lt;b&gt;‘’teologia’’&lt;/b&gt; do &lt;b&gt;‘’Professor’’&lt;/b&gt; de Teologia lefebvriana. Quem é infalível: Mons. Lefebvre que aplaude essa doutrina, ou Dom Mayer que a contradiz, pregando o &lt;b&gt;‘’direito’’&lt;/b&gt; de julgar a um papa (p. 270)? É ‘&lt;b&gt;’um reino dividido contra si mesmo’’&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;III.2. NÃO DIVISÃO DOS CRISTÃOS.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirma o &lt;b&gt;‘’mestre’’&lt;/b&gt; de Teologia lefebvriana: É inútil e nocivo discutir, pois divide os católicos por questões de opiniões que não podem ser impostas (p. 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, a &lt;b&gt;‘’inutilidade’’&lt;/b&gt; de uma discussão doutrinária só é verdadeira quando uma parte é pertinaz no erro e já não atende aos critérios da razão e da fé, mas às paixões. O Cânon 2315 adverte aos suspeitos de heresia que &lt;b&gt;‘’devem ser tidos por heréticos’’&lt;/b&gt; se as admoestações que lhes fazem fosse &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’repetita inutiliter’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Eis aqui em que posição se colocam os lefebvrianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É &lt;b&gt;‘’nociva’’&lt;/b&gt; a discussão quando se faz sem critérios de fé para impor opiniões pessoais; mas não é quando se faz para vencer os erros com a verdade. Assim, os Santos Padres &lt;b&gt;‘’discutiam’’&lt;/b&gt; com os pagãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ecumenismo que pretende manter os erros prega o &lt;b&gt;‘’não polemizar’’&lt;/b&gt; para que estes não sejam descobertos. E Mons. Lefebvre chego ao cume de firmar um &lt;b&gt;‘’acordo’’&lt;/b&gt;, ratificando esse &lt;b&gt;‘’não polemizar’’&lt;/b&gt; com aqueles a quem diz &lt;b&gt;‘’resistir’’&lt;/b&gt; por seus erros e heresias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma injuria à Igreja Católica declarar que suas leis infalíveis e impostas por autoridade são meras &lt;b&gt;‘’opiniões’’&lt;/b&gt; que não podem ser impostas. O &lt;b&gt;‘’teólogo’’ &lt;/b&gt;quer a infalibilidade para sua &lt;b&gt;‘’exegese’’&lt;/b&gt; falsa do Cânon 1556, negando, além disso, a autoridade dos demais cânones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegada &lt;b&gt;‘’divisão dos católicos’’&lt;/b&gt; supõe que sejam católicos os que seguem as opiniões pessoais contra as leis dos &lt;b&gt;‘’delitos contra a fé’’&lt;/b&gt; e não os que se submetem a elas. Muda o sentido da palavra ‘’católico’’ e de Igreja Católica, aderindo à heresia da Igreja &lt;b&gt;‘’dividida por natureza’’&lt;/b&gt;. Não quer discussão sobre as divisões de credo, para manter uma &lt;b&gt;‘’unidade fictícia’’&lt;/b&gt; (Pio XI) por cima das divisões de credo. É o Indiferentismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pseudo-tradicionalismo repete o mesmo argumento do Ecumenismo do Vaticano II:&lt;b&gt; ‘’a divisão entre os cristãos contradiz a vontade de Cristo’’&lt;/b&gt;. Como se os hereges fossem cristãos e não estivessem &lt;b&gt;‘’separados’’&lt;/b&gt; da Igreja pela natureza de seu delito (Pio XII – Mystici Corporis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maliciosamente como os ecumenistas, Mons. Lefebvre impõe suas &lt;b&gt;‘’diretrizes’’&lt;/b&gt; a sua &lt;b&gt;‘’Fraternidade’’&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;‘’sem missão canônica’’&lt;/b&gt;, e quer &lt;b&gt;‘’fidelidade’’&lt;/b&gt; a &lt;b&gt;‘’sua posição’’&lt;/b&gt;. Com &lt;b&gt;‘’autoridade’’&lt;/b&gt; democrática? Com o &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’criterium fidei’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;? Quer a ação &lt;b&gt;‘’prática’’&lt;/b&gt; desligada da autoridade, como &lt;b&gt;‘’não dependente’’&lt;/b&gt; da &lt;b&gt;‘’opinião’’&lt;/b&gt; sobre o papa. Desliga a &lt;b&gt;‘’pratica’’&lt;/b&gt; da doutrina. Isso não é católico!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;III.3. O &lt;i&gt;‘’NON SERVIAM’’&lt;/i&gt; ENCUBERTO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirma o sacerdote: É &lt;b&gt;‘’necessário e um dever desobedecer’’&lt;/b&gt; ao papa porque &lt;b&gt;‘’existem documentos e atos provenientes das mais altas autoridades da Igreja que dão lugar a reserva e rechaço’’&lt;/b&gt; (p. 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aqui o &lt;b&gt;‘’non serviam’’&lt;/b&gt; envolto em luminosidade angélica. Ninguém tem o dever de obedecer a um herege público. Não obedecemos a Lutero. Todos tem o direito de &lt;b&gt;‘’resistir’’&lt;/b&gt; como Paulo a um papa &lt;b&gt;‘’errante’’&lt;/b&gt; em matéria de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas todos têm o dever de obedecer às leis tradicionais da Igreja sobre delitos contra a fé, sobre suspeitos de heresia, sobre a vacância dos cargos eclesiásticos. Como também todos têm o dever de obedecer a um papa ‘&lt;b&gt;’mau’’, ‘’injusto’’&lt;/b&gt;, em matéria não intrinsecamente má, no exercício de um poder que reconhecem como existe e &lt;b&gt;‘’válido’’&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se fazem &lt;b&gt;‘’reservas’’&lt;/b&gt; nem &lt;b&gt;‘’rechaços’’&lt;/b&gt; nesta matéria, às decisões disciplinares; não se resistem nas leis tradicionais sob pretexto de resistir ao herege público. Aqui, a &lt;b&gt;‘’imunidade judicial’’&lt;/b&gt; propalada pelo &lt;b&gt;‘’professor de Teologia’’&lt;/b&gt; não é observada por ele mesmo. Sinal de que ela é usada como &lt;b&gt;‘’véu de malícia’’&lt;/b&gt; para ocultar o &lt;b&gt;‘’non serviam’’&lt;/b&gt; às leis tradicionais do obrar em casos de delitos públicos em matéria de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;‘’resistência’’&lt;/b&gt; lefebvrista neste ponto é a mesma de todas as seitas, e está condenado por São Paulo (Rom, 13,2)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;III.4. SUBSTITUIÇÃO DAS LEIS DA IGREJA POR OPINIÕES OPOSTAS DE DOIS BIPOS.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Termina o hereticista com uma afirmação tenebrosa: Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer, segundo a doutrina deles mesmos, &lt;b&gt;‘’representam o que Roma significa e teria de ser para os católicos’’&lt;/b&gt; (p. 15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, &lt;b&gt;‘’Roma’’&lt;/b&gt;(termo equívoco da linguagem de Mons. Lefebvre) significa para os católicos a cátedra que ensina e governa os católicos com a &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’divina potestas’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, que é a cabeça de uma Igreja &lt;b&gt;‘’una’’&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;‘’santa’’&lt;/b&gt; regida primordialmente pelo Espírito de Deus, sem regime &lt;b&gt;‘’nocivo e perigoso’’&lt;/b&gt;, sem divisão entre a doutrina e a disciplina, donde não tem vigência nem direito um credo &lt;b&gt;‘’não ortodoxo’’&lt;/b&gt;, donde não existe leis que &lt;b&gt;‘’dão lugar a reservas e rechaços’’&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Roma &lt;b&gt;‘’teria de ser’’&lt;/b&gt;, ela sempre o foi e será, e nosso &lt;b&gt;‘’teólogo’’&lt;/b&gt; supõe que não o é. Gregório XVI afirma que é &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’reprovável e muito alheio da veneração com que as leis da Igreja devem ser recebidas (...), apresenta-la como defeituosa e imperfeita’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; (Mirari vos). Tal suposição é &lt;b&gt;&lt;i&gt;‘’falsa, temerária, escandalosa, perniciosa, injuriosa à Igreja e ao Espírito de Deus’’&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’quo ipsa regitur’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; (Pio VI – D. 1578). Vai contra a &lt;b&gt;‘’infalibilidade do Direito Canônico’’&lt;/b&gt; (p. 15) que nosso &lt;b&gt;‘’teólogo’’&lt;/b&gt; quer somente para o Cânon 1556, interpretado falsamente, e não para os cânones 2314, 2315 e 188, também interpretados falsamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo dessas falsas premissas, o &lt;b&gt;‘’teólogo’’&lt;/b&gt; levanta na Igreja as duas cabeças dos dois prelados que não se submetem às leis tradicionais dos delitos contra a fé, como substitutos de &lt;b&gt;‘’Roma’’&lt;/b&gt;, como &lt;b&gt;‘’representando o que Roma significa’’&lt;/b&gt;, o que ela &lt;b&gt;‘’teria de ser’’&lt;/b&gt; e, segundo ele, Roma não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas são eles quem defendem que tal cabeça romana é &lt;b&gt;‘’válida’’&lt;/b&gt;, apesar de não ser membro da Igreja. Colocam a fé como uma simples necessidade moral e não como necessidade física para ser papa. Daqui que o papa sem fé seria só um papa &lt;b&gt;‘’pecador’’&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;‘’imperfeito’’&lt;/b&gt; em matéria moral, só &lt;b&gt;‘’injusto’’&lt;/b&gt;, mas seria ontologicamente válido. Se é válido esse poder do herege público, as excomunhões &lt;b&gt;‘’injustas’’&lt;/b&gt; feitas por ele em relação aos dois bispos são necessariamente válidas. Estão por isso fora da Igreja, pois a Cátedra de Pedro é a fonte ‘&lt;i&gt;&lt;b&gt;’e qua venerandae communionis iura in omnes dimanant’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; ( Vaticano I – D.S. 3057).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;‘’Igreja’’&lt;/b&gt; que prega a existência possível de credos &lt;b&gt;‘’não ortodoxos’’&lt;/b&gt; e de papas &lt;b&gt;‘’não perfeitamente católicos’’&lt;/b&gt; não é a católica, a &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’unam sanctam’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. É uma seita oposta a ela. Seus enviados, disse o Tridentino, não são ministros da Igreja, senão &lt;b&gt;‘’ladrões e salteadores que não entraram pela porta’’&lt;/b&gt;; são &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’non missi’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; que &lt;b&gt;&lt;i&gt;‘’vem de outra partem mas não legítimos ministros da palavra e dos Sacramentos’’&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (D.S. 1769 e 1777)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fossem &lt;b&gt;‘’fiéis’’&lt;/b&gt; à Tradição, ouviriam estas palavras de Trento; ouviriam o Vaticano I sobre a natureza do poder papal (D.S. 3064) e o dever de obediência (D.S. 3060); ouviriam as leis da Igreja sobre delitos contra a fé e a vacância: &lt;i&gt;&lt;b&gt;‘’habeatur tanquam haereticus’’, ‘’quaelibet officia vacant ipso facto...’’&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; (Cânones 2315 e 188, n. 4).&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;‘’Quem não ouve a Igreja seja para ti como um pagão’’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘’Maledictus homo qui confidit in homine’’&lt;br /&gt;(Jer. 17,5)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Laus Deo Nostro, Gloria et honor!&lt;br /&gt;A.M.D.G.V.M.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homero Johas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Artigo traduzido da revista ROMA, no 116, novembro de 1990)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-8017289806670385399?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/8017289806670385399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=8017289806670385399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8017289806670385399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8017289806670385399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/05/defesa-da-igreja-hereticista-parte.html' title='A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte final'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-1804078414541649116</id><published>2009-05-10T01:14:00.000-03:00</published><updated>2009-05-10T23:45:01.650-03:00</updated><title type='text'>A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte III</title><content type='html'>&lt;strong&gt;b) Magistério Canônico sobre o julgamento de um papa por heresia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honório foi condenado por heresia nas Profissões de Fé de três Concílios ortodoxos, por três papas ortodoxos: São Leão II, Adriano I e Adriano II, nos Concílios de Constantinopla III, Nicéia II e Constantinopla IV. Isso foi repetido por todos os papas posteriores da Idade Média na profissão de Fé &lt;strong&gt;"Fides Papae"&lt;/strong&gt; (Ver "ROMA", nº's 113-115).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só o III Concílio de Constantinopla condenou a Honório por &lt;strong&gt;"seguir as falsas doutrinas dos hereges" &lt;/strong&gt;(D.S. 550) e &lt;strong&gt;"confirmar ímpios dogmas"&lt;/strong&gt; (D.S. 552). São Leão II o acusa de não ter &lt;strong&gt;"a doutrina da Tradição Apostólica"&lt;/strong&gt; e porque &lt;strong&gt;"fidem subvertere conatus est"&lt;/strong&gt; (D.S. 563). São Leão II confirmou a profissão de Fé do Concílio que coloca a Honório entre os hereges que &lt;strong&gt;"disseminaram a heresia".&lt;/strong&gt; Adriano II repete o &lt;strong&gt;"anathematizamus"&lt;/strong&gt; a Honório, contra aqueles &lt;strong&gt;"impiorum haeresiarcharum dogmata sectantes"&lt;/strong&gt;, pregaram a heresia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os deformadores do Magistério da Igreja, para a defesa de opiniões pessoais sobre a extensão da infalibilidade papal, fizeram todo possível para negar os fatos históricos. Levantaram suspeitas sobre os documentos, boa parte dos quais são latinos. Julgaram eles diretamente a Honório e o absolveram contra Papas e Concílios. Acusaram aos padres conciliares e aos legados pontifícios de Santo Agatão, dos quais um posteriormente tornou-se o papa João V. Colocaram o Concílio que aclamava Santo Agatão como contrário a ele. Assumiram a defesa de João IV, que inclusive seguia chamando Sérgio de &lt;strong&gt;"reverenda memória"&lt;/strong&gt; e mudava os textos objetivos das cartas por intenções subjetivas contraditas pelos textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou por fim a Fraternidade lefebvreana ("Sim Sim, Não Não", 15-11-1988) a condenar ao próprio São Leão II como &lt;strong&gt;"injusto"&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;"censurável"&lt;/strong&gt; por deixar a Honório &lt;strong&gt;"nas sombras da heresia"&lt;/strong&gt;. O &lt;strong&gt;"princípio da imunidade judicial"&lt;/strong&gt; do lefebvrista é pervertido por seu juízo sobre esses concílios e papas que o contradizem no sentido que ele pretende. Seriam esses Papas e Concílios ignorantes na doutrina da Fé? Quando faziam tais juízos em Profissões de Fé? O &lt;strong&gt;"Liber Pontificalis"&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;"Liber Diuturnus"&lt;/strong&gt;, as cartas de São Leão II, o Concílio Quinisexto e o Breviário Romano estão contra a "imunidade judicial" do teólogo lefebvrista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) O Juízo ao papa Libério.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papa Libério não foi julgado por um Concílio mas foi julgado pelos Santos Padres da Igreja. &lt;strong&gt;‘’Sanctus Hilarius illi anathema dicit: Anathema tíbi a me dictum, Liberi, et sociis tuis’’&lt;/strong&gt;(D.S. 141). São Jerônimo o julgou &lt;strong&gt;‘’in haeretica pravitate subscribens’’&lt;/strong&gt;, ‘&lt;strong&gt;’ad subscrptionem haereseos’’&lt;/strong&gt; (K. 630-633). Santo Eusébio: &lt;strong&gt;‘’coepit declarare Liberium haereticum’’&lt;/strong&gt;(Kirch, 1050). Será isto a Tradição católica, ou estes Santos foram &lt;strong&gt;‘’cismáticos’’&lt;/strong&gt; como pretende Mons. Lefebvre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d) Juízo a papas cismáticos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Concílio de Sutri em 1046 julgou a Bento IX e a Silvestre III por simonia e nepotismo. Outro Concílio de Sutri em 1059 julgou e depôs Bento X eleito pela força. O Concílio de Constância, quatro séculos depois, julgou e depôs a João XXIII e a Bento XIII. Acaso violaram a &lt;strong&gt;"imunidade judicial"&lt;/strong&gt; destes papas? E Bento XIII foi acusado não só de cisma, mas também de heresia: &lt;strong&gt;"a fide devium"&lt;/strong&gt;, os mesmos termos do Decreto de Graciano (37ª sessão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conseguinte, a exegese lefebvrista é inepta. Papas suspeitos de heresia teve vários e nada se suspeita do [que seja] impossível e do que não é um fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II.3. É POSSÍVEL UM PAPA HEREGE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A. É só uma "questão divergente".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de desvanecer os limites visíveis entre um católico e um herege e de pretender impedir que um papa possa ser julgado por heresia ou cisma, destruindo assim a Fé, a Revelação e o Magistério, o &lt;strong&gt;‘’teólogo’’&lt;/strong&gt; coloca o Hereticismo como algo não impossível. Na &lt;strong&gt;"hipótese"&lt;/strong&gt; de se o papa pode ser herético, &lt;strong&gt;"os autores divergem"&lt;/strong&gt; sobre se continua sendo papa ou se perde o cargo. Disse que &lt;strong&gt;‘’Wernz-Vidal não são claros ao referir-se às relações entre a heresia e a condição de membro da Igreja’’&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;‘’Sua exposição contém indecisões’’&lt;/strong&gt; (p. 13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, isto vai contra o Magistério claro da Igreja em quanto à ordem visível, exterior. É aqui aonde nos situamos. E, sem que vejamos se é verdade que Wernz-Vidal assim se expressaram, basta observar o Magistério de Pio XII: &lt;strong&gt;‘’Na Igreja só são contados como seus membros [ii soli] os que, havendo recebido o Batismo, professam a fé verdadeira...’’&lt;/strong&gt;(D.S. 3802). A tradição é claríssima a respeito. Qualquer Catecismo exige a profissão de fé para ser membro da Igreja. E a opinião solitária de Bouix de que o herege permanece papa "&lt;strong&gt;tem praticamente em seu contrário a opinião unânime da Igreja"&lt;/strong&gt;. É o mesmo Mons. De Castro Mauer que o afirma (p. 251). O contrário é &lt;strong&gt;"bastante improvável"&lt;/strong&gt;, afirma São Roberto Bellarmino (p. 246).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é esta a sentença de Mons. Lefebvre e atualmente parece ser também a de Dom. Mayer, pois depois de 25 anos de heresia pública &lt;strong&gt;‘’não julgam’’&lt;/strong&gt; ao papa como herege, como pertinaz no erro, publicamente. E chega Dom Mayer a ensinar: &lt;strong&gt;"Nós não ligamos de uma maneira absoluta (...) a perda efetiva do papado à perda da condição de membro da Igreja"&lt;/strong&gt; (p. 280). A incompatibilidade entre heresia e jurisdição &lt;strong&gt;‘’não é absoluta’’&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;‘’Está em função das circunstâncias’’&lt;/strong&gt; (p. 280), é &lt;strong&gt;‘’casuística’’&lt;/strong&gt; (p. 281). Relativizam as leis universais sobre delitos contra a fé. Injuriam a Tradição e ao Magistério de Leão XIII: &lt;strong&gt;‘’Cum absurdum sit opinari qui extra Ecclesiam est, eum in Ecclesia praeesse’’&lt;/strong&gt; (Satis Cognitum). Existiriam duas &lt;strong&gt;‘’maneiras’’&lt;/strong&gt; de ser papa, indiferentemente... católico ou herege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto, reduzem a Tradição e a autoridade das leis da Igreja a opiniões iguais às suas, subordinadas às suas, contraditas por &lt;strong&gt;‘’suas’’&lt;/strong&gt; divergências contra o Magistério. Se fossemos a classificar de &lt;strong&gt;‘’opiniões divergente’’&lt;/strong&gt; todas as leis da Igreja, atuais ou do passado, todos os ensinamentos da Igreja, só porque alguém se lançou contra elas, nada cairia na Igreja [nenhuma doutrina dela cairia, N.T.].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B. As leis da Igreja não impedem um papa herege.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. Omissão das leis da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;‘’teólogo’’&lt;/strong&gt; lefebvrista examina o Cânon 2314 e o 188. Mas deixa de lado todos os demais cânones: os que definem o herege, os que retiram os direitos de uma pessoa dentro da Igreja por óbice ou impedimento, os que falam sobre cargos de direito divino. Especialmente, os demais cânones sobre &lt;strong&gt;‘’delitos contra a fé e unidade da Igreja’’&lt;/strong&gt;. Aqui, em especial, não abre a boca sobre o Cânon 2315 que obriga a todos: &lt;strong&gt;‘’deve ser tido como herege’’&lt;/strong&gt; quem, depois de admoestado, não faz desaparecer as causas de suspeita sobre ele. Então, a exegese dos dois cânones peca pela base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a) Cânon 2314.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A argumentação lefebvrista é a seguinte: Este Cânon não fala da perca do cargo &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt; por heresia pública. O &lt;strong&gt;‘’certo’’&lt;/strong&gt; é que o herege público deve ser deposto. Mas, pelo Cânon 1556 o papa não pode ser julgado: o Direito Canônico não fala de deposição papal. Uma sentença declaratória é impossível, pois implica em prévio julgamento do papa. Logo, não perde o cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, Dom Mayer já havia omitido em sua exegese o n. 1 n. 1 e o n. 1 n.3 desse Cânon. O teólogo lefebvrista faz a mesma omissão. O n.3 estabelece: &lt;strong&gt;‘’firmo praescripto Can. 188 n. 4’’&lt;/strong&gt;. E este Cânon fala de &lt;strong&gt;‘’ipso facto’&lt;/strong&gt;’ em quanto a vacância, assim como o Cânon 2314 fala de &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt; em quanto a excomunhão e infâmia. E fala de &lt;strong&gt;‘’sine ulla declaratione’’&lt;/strong&gt;. E isto é de Direito divino, pois Inocêncio III infere o juízo de um papa das palavras de Cristo (Jo. 2,18): Quem não crê, &lt;strong&gt;‘’já se mostra como julgado’’&lt;/strong&gt;. E São Paulo agrega: ‘&lt;strong&gt;’condenado pelo juízo próprio’’&lt;/strong&gt; (Tit. 3,10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conseguinte, os &lt;strong&gt;‘’teólogos’’&lt;/strong&gt; da Fraternidade rechaçam a autoridade divina, subtraindo-a, cambiando-a por coisa meramante humana, &lt;strong&gt;‘’ab-rogando-a’’&lt;/strong&gt; como quer o &lt;strong&gt;‘’professor de teologia’’&lt;/strong&gt; de La Reja. O Apocalipse retira da vida eterna a quem faz tais &lt;strong&gt;‘’diminuições das Escrituras’’&lt;/strong&gt; (Ap. 22,19). Não querem ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta subtração das leis da Igreja conclui o &lt;strong&gt;‘’mestre’’&lt;/strong&gt; de Teologia que: &lt;strong&gt;‘’por causa da excomunhão’’&lt;/strong&gt; uma pessoa deixa de membro da Igreja. Mas que nem ainda por isso perde seu cargo. Isso porque a incompatibilidade entre heresia e jurisdição &lt;strong&gt;‘’não é absoluta’’&lt;/strong&gt;, e por tanto, a heresia &lt;strong&gt;‘’não elimina ipso facto e necessariamente a jurisdição’’. ‘’Enquanto não ocorra da deposição’’&lt;/strong&gt; (a qual ‘&lt;strong&gt;’só em aparência’’&lt;/strong&gt; escapa à imunidade judicial do papa), &lt;strong&gt;‘’o herege e excomungado gozará de uma jurisdição válida, título precário, ainda que não possa exercê-la licitamente’’&lt;/strong&gt;. A heresia elimina &lt;strong&gt;‘’o fundamento da jurisdição’’&lt;/strong&gt;, mas não a jurisdição mesma (p. 13). Elimina a condição de membro da Igreja, não o poder. Até aqui o &lt;strong&gt;‘’teólogo’’&lt;/strong&gt;. Nega o cânon 188, n. 4!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, não se apresenta a citação dos &lt;strong&gt;‘’autores que divergem’’&lt;/strong&gt; aqui do Magistério da Igreja. O &lt;strong&gt;‘’mestre’’&lt;/strong&gt; de La Reja copia a Dom Mayer, sem nem sequer dizer o que faz. Então, os prelados são guias de si mesmos, são &lt;strong&gt;‘’os autores’’&lt;/strong&gt; de suas doutrinas contra o que Leão XIII chamou &lt;strong&gt;‘’absurdo’’&lt;/strong&gt;, contra Inocêncio III que prova o &lt;strong&gt;‘’fides mihi necessária est’’&lt;/strong&gt;. Os prelados ensinam que não é necessária: &lt;strong&gt;‘’não é absoluta’’&lt;/strong&gt; essa necessidade. Ela é o fundamento da jurisdição, mas &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’sublata causa non tollitur effectus’’&lt;/em&gt; [Acabada a causa não se acaba o efeito].&lt;/strong&gt; Vão contra a Metafísica. A contradição de que um herege, queira ou não queira, ao mesmo tempo e baixo o mesmo aspecto, os poderes sobrenaturais delimitados e definidos pela fé, é algo que estes &lt;strong&gt;‘’teólogos’’&lt;/strong&gt; julgam possível: &lt;strong&gt;‘’ab-rogam’’&lt;/strong&gt; não só o Direito divino (Jo. 3,18 – 1 Cor. 2,15), mas também a Ontologia e o princípio de não contradição das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A possibilidade metafísica, absoluta, de que Deus pode ter feito outra Igreja governada por alguma mula de Balaão, não é o que se discute.. Se trata da incompatibilidade física entre ser papa e não aderir a fé que define a existência e o poder papal. Nem sequer poderia Deus fazer a um papa qual a mula de Balaão, mera causa instrumental, e que fora herege público: Deus seria autor da heresia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se se coloca uma mera incompatibilidade moral no caso, a fé seria algo de mera conveniência para ser papa e então o herege poderia ser eleito papa e jamais perderia o cargo. Em que se basearia, pois, a &lt;strong&gt;‘’possibilidade’’&lt;/strong&gt; de que Cristo mantenha a jurisdição em um herege? Em nada. Na &lt;strong&gt;‘’prudência’’&lt;/strong&gt; pessoal dos dois Bispos contra prudência das leis divinas e da Igreja. Convertem a jurisdição &lt;strong&gt;‘’ordinária’’&lt;/strong&gt; em delegada e habitual contra o Magistério do Vaticano I. Convertem a &lt;strong&gt;‘’aplicação humana’’&lt;/strong&gt; do poder papal (Santo Tomás 2-2, 39,3), móvel, recebido por &lt;strong&gt;‘’aceitação’’&lt;/strong&gt; e possível de ser perdido por &lt;strong&gt;‘’renúncia’’&lt;/strong&gt;, em uma aplicação permanente e imóvel por Direito divino, como o poder de ordem. Confundem ilicitude com invalidez, poder de jurisdição com exercício fático do poder de ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b) Cânon 188.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois da inepta exegese do Cânon 2314, com sua falsa doutrina da &lt;strong&gt;‘’imunidade judicial’’&lt;/strong&gt; do papa, &lt;strong&gt;‘’por este motivo, ao comprovar a grande dificuldade, não só em provar a caída em heresia do Sumo Pontífice, senão também em demonstrar que por isto [pela heresia] haveria sido deposto, alguns autores intentam aplicar ao caso o Cânon 188, n. 4.’’&lt;/strong&gt; (p. 13), disse o lefebvrista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a &lt;strong&gt;‘’causa’’&lt;/strong&gt; da aplicação da lei da Igreja é a &lt;strong&gt;‘’dificuldade’’&lt;/strong&gt; subjetiva de &lt;strong&gt;‘’alguns autores’’&lt;/strong&gt; em saber se um papa é ou não é católico, e em saber se, sendo não católico, perde o cargo. Agora bem, tal causa é tão inepta que, se valesse para o Cânon 2314, valeria também para o Cânon 188, n. 4. Se converta a &lt;strong&gt;‘’aplicação’’&lt;/strong&gt; da lei da vacância a uma função subjetiva da ignorância de &lt;strong&gt;‘’autores’’&lt;/strong&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se repete aqui a exegese inepta do Direito e da doutrina da Igreja. São quatro pontos que alegam para não aplicar também o Cânon 188 e defender assim o Hereticismo permanente, aquele mesmo que o próprio Dom Mayer afirmou que: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’a pratiquement contre elle la tradition unânime de I’Eglise’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (p. 251). Eis aqui a que espécie de &lt;strong&gt;‘’tradicionalismo’’&lt;/strong&gt; chegaram: negam ao Direito Público da igreja; o pervertem infielmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. Hereticismo, sim; apostasia, não.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Argumenta o &lt;strong&gt;‘’professor’’&lt;/strong&gt; de Teologia lefebvriano:&lt;strong&gt; ‘’Há atos cuja realização voluntária implica (...) o animo de renunciar, e que oferecem oportunidade ao mesmo direito para que aceite a renuncia’’&lt;/strong&gt; (p.13). Assim na &lt;strong&gt;‘’interpretação correta e desapaixonada’’&lt;/strong&gt; do Cânon 188 a &lt;strong&gt;‘’defecção pública na fé’’&lt;/strong&gt; não significa delito de heresia, mas sim de apostasia, &lt;strong&gt;‘’abandono completo’’&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;‘’total’’&lt;/strong&gt; da fé (p.14). Isso porque o Canon 1325 n. 2 define a apostasia como: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’a fide christiana totaliter recedit’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. E o Cânon 2314, 3o havia de dar o nome a uma seita acatólica ou aderir publicamente a ela. Agora bem, - raciocina o &lt;strong&gt;‘’teólogo’’&lt;/strong&gt; – este Cânon impõe a pena &lt;strong&gt;‘’contra a vontade’’&lt;/strong&gt; do herege. Logo, o Cânon 188 significa a perda do cargo por &lt;strong&gt;‘’ato voluntário’’&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;‘’vontade de renunciar’’&lt;/strong&gt;. Esta vontade se manifesta de modo tácito só nos demais casos do Cânon 188. Mas, neste caso de &lt;strong&gt;‘’defecção na fé’’&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;‘’vontade de renunciar’’&lt;/strong&gt; não se manifesta pelo delito de heresia, senão somente pelo delito de apostasia. Nada pode declarar a renúncia do herege público sem que ele mesmo manifeste &lt;strong&gt;‘’vontade de renunciar’’&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;‘’Essa vacância deveria poder ser verificada por todo católico, por muito inculto que fosse. Entretanto essa demonstração não pode ser realizada por todo fiel de boa vontade, não podemos afirmar que nos encontramos no marco do Cânon 188.’’&lt;/strong&gt;(p. 14). Muda-se o cânon. Muda-se o delito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor supõe que a vontade pertinaz de heresia ou cisma não inclui a vontade de se excluir da Igreja &lt;strong&gt;‘’suapte natura’’&lt;/strong&gt;, isso é, &lt;strong&gt;‘’pela natureza mesma’’&lt;/strong&gt; do delito. Vai contra Pio XII (Mystici Corporis). Separa a vontade de heresia ou cisma da vontade de se excluir da comunhão da fé. Supõe que na Igreja podem existir hereges e cismáticos. Só não admite apóstatas. Supõe a Igreja hereticista, ecumênica. Não sabe qual seja a &lt;strong&gt;‘’natureza’’&lt;/strong&gt; do delito. O Cânon 2314 impõe pena &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt; pelos três delitos, queira-o ou não o delinqüente. O Concílio de Florença exclui da Igreja pelos três delitos. Pio XII &lt;strong&gt;‘’separou’’&lt;/strong&gt; da Igreja pelos três delitos: heresia, apostasia, cisma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, nosso &lt;strong&gt;‘’mestre’’&lt;/strong&gt; em Teologia supõe que Lutero e Ario não estariam impedidos de ser eleitos papa e que si já o fossem não perderiam o cargo. Supõe, com os jansenistas, que é necessário um &lt;strong&gt;‘’exame pessoal’’&lt;/strong&gt; do delinqüente contra o que ensinou Pio VI sobre as sentenças &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt; (D. 1547). Supor que o feito causador da perda do cargo não é o delito em sí, de heresia ou cisma. Vai contra o Direito divino que fala do &lt;strong&gt;‘’haereticum hominem’’&lt;/strong&gt; como condenado (Tit. 3,10) e contra Cristo que afirma que já está condenado simplesmente &lt;strong&gt;‘’quem não crê’’&lt;/strong&gt;(Jo. 8,18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A que ponto baixou a Teologia nos Seminários lefebvrianos! Depois disto, nosso Professo de Teologia deveria ser deposto sumariamente por defender o hereticismo livre dentro da Igreja. O pior é que ambos os bispos aderem a Igreja &lt;strong&gt;‘’imperfeita’’&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. Sem notoriedade não há juridicidade.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Outra inépcia contra o Cânon 188 é a noção de juridicidade dos delitos. Se não foram &lt;strong&gt;‘’notórios e publicamente divulgados’’&lt;/strong&gt; os delitos públicos não tem juridicidade &lt;strong&gt;‘’consumada’’&lt;/strong&gt; e por tanto não têm efeitos jurídicos. Mas qual é o &lt;strong&gt;‘’grau’’&lt;/strong&gt; de notoriedade para a existência da juridicidade do delito? &lt;strong&gt;"Os autores"&lt;/strong&gt;, segundo eles, apelam a uma &lt;strong&gt;‘’casuística extensa e complicada’’&lt;/strong&gt;, segundo as circunstancias, &lt;strong&gt;‘’a insuficiência de notoriedade’’&lt;/strong&gt; do delito sendo a causa pela qual o herege público continua sendo papa válido. E pergunta: &lt;strong&gt;‘’quem emitirá o juízo sobre a matéria e formalidade de sua heresia?’’&lt;/strong&gt;(p.13). Não responde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, segundo tal ciência &lt;strong&gt;‘’jurídica’’&lt;/strong&gt; de Dom Mayer, copiada mecanicamente pelo Professor do Seminário, a maioria dos delitos do mundo não tem &lt;strong&gt;‘’juridicidade consumada’’&lt;/strong&gt;, já que não são delitos &lt;strong&gt;‘’notórios’’&lt;/strong&gt; de fato. Sucede que jamais um advogado de defesa no Direito Penal alegou tal argumento para provar a inocência de seus clientes. Se a Igreja é uma sociedade visível, ela julga coisas manifestas objetivamente e não segundo a notoriedade do fato ante o &lt;strong&gt;‘’grande público’’&lt;/strong&gt;, sem leis universais e só segundo a &lt;strong&gt;‘’casuística’’&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nosso teólogo, como vimos, quer que todos, até os mais incultos, possam comprovar com sua falta de ciência, democraticamente, a vontade de separar-se da Igreja. Eis aqui a contradição de quem nega o juízo ao papa por &lt;strong&gt;‘’imunidade judicial’’&lt;/strong&gt; (p. 13) e afirma o juízo popular sobre ele por &lt;strong&gt;‘’todo fiel de boa vontade’’&lt;/strong&gt; (p. 14). Ele é de má vontade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, &lt;strong&gt;‘’quem julga’’&lt;/strong&gt; a formalidade da heresia? A interrogação fica sem resposta. Nenhuma definição legal de delito exige a notoriedade fática do mesmo para ser um fato [feito] jurídico. Nosso &lt;strong&gt;‘’jurista’’&lt;/strong&gt; confunde fato jurídico, que se enquadra na definição de um conceito de delito, com &lt;strong&gt;‘’ato’’&lt;/strong&gt; jurídico para o qual a lei determina certa forma condicionante para dar-lhe validez ( ex. casamento, testamento...). Tal doutrina, fora ser uma aberração jurídica, vai contra a doutrina de Pio VI sobre o &lt;strong&gt;‘’efeito atual’’&lt;/strong&gt; das sentenças &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt;, sem &lt;strong&gt;‘’exame pessoal’’&lt;/strong&gt; do delinqüente. É &lt;strong&gt;‘’injuriosa ao poder da Igreja’’&lt;/strong&gt;. Anula as sentenças &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt; (D. 1547). É o que quer o lefebvrista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV. O Direito da Igreja vai contra o Direito Divino.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tudo vale contra o Cânon 188, n. 4. A exegese extensiva da Oração de Cristo por Pedro já foi alegada para negar que o papa possa ser herege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, na hipótese concedida de que possa ser herege, volta essa exegese da Oração de Cristo para manter o herege no cargo. Bellarmino e seu fiel escudeiro Billot são chamados de novo para ajudar a nosso teólogo, só que agora contra o cânon 188, n. 4. O teólogo lefebvrista faz então falar a Bellarmino contra Bellarmino e a Billot contra Billot, por quanto ambos, &lt;strong&gt;‘’na hipótese de que o papa possa ser herético’’&lt;/strong&gt; (apud Dom Mayer, p. 241) defendem sem vacilação a sentença da perda do cargo &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt;, como a sentença &lt;strong&gt;‘’justa’’&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, nosso professor de La Reja, vai buscar a Bellarmino de novo na sentença &lt;strong&gt;‘’não certa’’&lt;/strong&gt;, e diz que, como os termos do Cânon 188: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’a fide catholica publice defecerit’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, são semelhantes ao do Direito divino &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’ut fides tua non deficiat’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Lc. 22,32), por isso, segundo Billot, a infalibilidade papal &lt;strong&gt;‘’se estende também por uma certa necessidade, a pessoa privada do Pontífice’’&lt;/strong&gt;(p. 14). Assim, se exclui por ela inclusive a heresia oculta e interna como possível de coexistir com o cargo papal. É a exegese &lt;strong&gt;‘’extensiva’’&lt;/strong&gt; dessa Oração, que o Vaticano I não ratificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, Pio IX &lt;strong&gt;‘’confirmou com a plenitude da autoridade apostólica’’&lt;/strong&gt; (D.S. 3112) a exegese do episcopado alemão sobre a Infalibilidade papal, não como extensiva, mas como &lt;strong&gt;‘’restringida a propriedade do Magistério supremo papal’’&lt;/strong&gt; (D.S. 3116). E assim [da forma extensiva] a entendem inclusive os dois prelados ao admitir o Hereticismo, a Igreja &lt;strong&gt;‘’pecadora’’&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;‘’imperfeita’’&lt;/strong&gt;. E o mesmo &lt;strong&gt;‘’teólogo’’&lt;/strong&gt;, ao admitir papas que &lt;strong&gt;‘’aceitam uma formula não totalmente ortodoxa’’&lt;/strong&gt; (p. 15), se contradiz, pois nega nominalmente o herege pertinaz no erro, ao que de fato admite a afirmar que a heresia não retira a jurisdição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘&lt;strong&gt;’Nada pode beneficiar-se de sua malícia’’&lt;/strong&gt; disse o Direito, usando ora a &lt;strong&gt;‘’extensão’’&lt;/strong&gt; da infalibilidade contra este Cânon, ora a não extensão da mesma para afirmar o Hereticismo. Só o Modernismo tem dupla face. Há contradição entre ser herege público e confirmador público da fé; mas, não existe incompatibilidade ente herege oculto e fiel publico. Estamos somente na ordem visível e manifesta da Igreja. Nela é contradição ser herege público e confirmador na fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’Quousque tendem abutere patientia nostra?’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Que &lt;strong&gt;‘’Igreja’’&lt;/strong&gt; é está que coloca o Direito Público tradicional e infalível do Cânon 188 contra o Direito divino da Oração de Cristo? Que &lt;strong&gt;‘’tradicionalismo’’&lt;/strong&gt; é este contra a Tradição? O &lt;strong&gt;‘’juízo próprio’’&lt;/strong&gt; do herege prevalece sobre toda doutrina e lei da Igreja nesta verborragia destituída dos critérios da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V. É possível um papa válido não ortodoxo.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Passando da péssima doutrina a interpretação de acontecimentos singulares concretos, o Professor de Teologia induz o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Um papa &lt;strong&gt;‘’pode favorecer a ruína da Igreja e a propagação da heresia, e inclusive aceitar uma forma não totalmente ortodoxa’’&lt;/strong&gt;, sem perder o cargo (p. 15). Ocorreu isso com Libério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) O papa não perde o cargo &lt;strong&gt;‘’ipso facto’’&lt;/strong&gt;, porque ninguém pensou que Honório o perdeu deste modo (p. 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) O papa pode errar em matéria de fé não definida (e enquanto ao Magistério ordinário e universal), como João XXII (p. 16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d)Um bom teólogo e grande santo pode errar de boa fé, com boa intenção, como no Grande Cisma do Ocidente (p. 16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Se pode celebrar a missa &lt;strong&gt;‘’uma cum’’&lt;/strong&gt; um herege ou cismático, porque São Vicente Ferrer assim celebrou com relação aos papas Clemente VII e Bento XIII (p. 16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem, o Direito da Igreja não vem de fatos [acontecimentos] concretos, senão do Direito divino interpretado pelo Magistério. É doutrina condenada pensar que o Direito consiste no direito material e que todos os fatos [acontecimentos] têm força de Direito (Pio IX – D.S. 2959). Nosso teólogo, todavia, além disto, passa dos acontecimentos de simples errantes acidentais a casos de hereges pertinazes em décadas no erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofisma! Nada nega que fora do Magistério supremo possa um papa errar acidentalmente, por curto tempo. Não é essa, entretanto, a definição de herege &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’ex parte subjecti’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Vejamos os ‘’casos’’ e as conclusões do teólogo lefebvriano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) No caso de Libério é inepto falar de &lt;strong&gt;‘’forma não totalmente ortodoxa’’ &lt;em&gt;‘’ex parte materiae’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Não existe termo médio entre verdade e falsidade. A equivocidade não é doutrina católica. Então, passa o teólogo da parte do sujeito, do ato de &lt;strong&gt;‘’aceitar’’&lt;/strong&gt;, de aderir com vontade de modo pertinaz ao erro, ao direito de aderir a doutrina &lt;strong&gt;‘’não ortodoxa’’&lt;/strong&gt;. Infere o &lt;strong&gt;‘’direito’’&lt;/strong&gt; a liberdade religiosa para não seguir a verdade, senão o erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da pessoa, se existe duvida se é mero errante ou herege, o Cânon 2315 dirime a questão de fato. Mas, de modo algum se pode inferir daqui o direito de heterodoxia parcial dentro da Igreja. &lt;strong&gt;‘’A virtude sobrenatural da fé possui como causa formal a autoridade de Deus revelante [do Deus revelado] e não pode sofrer nenhuma distinção como esta.’’&lt;/strong&gt;, isto é, admitir que &lt;strong&gt;‘’formulas’’&lt;/strong&gt; não ortodoxas sejam admissíveis por direito na Igreja, livremente. Santo Hilário, São Jerônimo e Santo Eusébio julgaram Libério herético. O Magistério evoluiu depois de Libério. O Direito da Igreja é hoje explicito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) A heresia de Honório se tornou pública só depois de sua morte. Sérgio participava dela e não a denunciou como tal. Inclusive João IV entretanto tinha a Honório como de &lt;strong&gt;‘’santa recordação’’&lt;/strong&gt; e a Sérgio &lt;strong&gt;‘’de reverenda memória’’&lt;/strong&gt; (D.S. 496). Mas, Martinho I já ensina no Sínodo Lateranense (ano 649) que os hereges não tem jurisdição (D.S. 520). Assim, os Patriarcas que estavam &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’uma cum’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Honório, foram excomungados &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’uma cum’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Honório no VI Concílio Ecumênico por São Leão II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) A conclusão do teólogo sobre poder &lt;strong&gt;‘’errar’’&lt;/strong&gt; em matéria não definida não discrimina entre erro e heresia. Erro é uma heresia material; mas a formalidade da heresia está na pessoa consciente do erro, que não faz desaparecer as causas de [da] suspeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quanto o Magistério &lt;strong&gt;‘’ordinário e universal’’&lt;/strong&gt; da Igreja, ainda não definido, é matéria &lt;em&gt;&lt;strong&gt;‘’credenda’’&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (D.S. 3011). O papa mesmo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;‘’est ligatum ad doctrinam in S. Scriptura et in Traditione contentam’’&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (D.S. 3116). Ele pode explicitá-la, defini-la, mas sempre &lt;em&gt;&lt;strong&gt;’'in eodem sensu''&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; da Tradição e jamais em sentido oposto. Se na Tradição existisse erro, &lt;strong&gt;‘&lt;em&gt;’erroris in homine ipsum esse auctorem Deum’’, ‘’quod aperte repugnat’’&lt;/em&gt; [‘’Do erro do homem seria Deus o autor mesmo’’, ‘’o que repugna claramente’’]&lt;/strong&gt; (Leão XIII – D.S. 3305). Eis aqui a contradição da Igreja &lt;strong&gt;‘’imperfeita’’&lt;/strong&gt; e de credos não ortodoxos do lefebvrista: Deus seria o autor dos erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Ninguém nega a possibilidade de erro acidental, de boa fé, com boa intenção, nos teólogos e Santos do chamado Grande Cisma do Ocidente. Neste caso, não existia, como hoje, heresia pública por parte dos papas nem cisma formal por parte dos súditos. Existiam papas duvidosos. E vem ao caso mostrar contra o sentido da &lt;strong&gt;‘’imunidade judicial’’&lt;/strong&gt;, que os papas cismáticos podem ser julgados pela Igreja e afirmados &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’ipso facto’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;‘’ipso jure’’&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; privados do cargo. Assim, na 37a sessão do Concílio de Constância, foi condenado Benedito XIII como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’Schismaticum et haereticum, a fide devium et articuli fidei Unan Sanctam Ecclesiae Catholicae violatorem pertinacem (...), a Deo eiectum et praecisum et omni iure eidem in papatu (...) ipso iure privatum’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Hoje, essas notas da Igreja &lt;em&gt;&lt;strong&gt;‘’unam sactam’’&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; são igualmente violadas por Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer com a defesa do Hereticismo, da Igreja &lt;strong&gt;‘’imperfeita’’&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;‘’pecadora’’&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Assim, sim São Vicente Ferrer celebrou missas &lt;em&gt;&lt;strong&gt;‘’uma cum’’&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; papas cismáticos, o que fez por erro acidental e se corrigiu depois. E, o fato não autoriza a defesa do direito de errar, de ter por &lt;strong&gt;‘’válido’’&lt;/strong&gt; um papa de credo &lt;strong&gt;‘’não totalmente ortodoxo’’&lt;/strong&gt;. Hoje, os &lt;strong&gt;‘’tradicionalistas’’&lt;/strong&gt; se dizem &lt;strong&gt;‘’conscientes’’&lt;/strong&gt; dos &lt;strong&gt;‘’erros’’&lt;/strong&gt; doutrinários de Roma, pertinazes durante décadas, e pretendem que &lt;strong&gt;‘’nem por isso’’&lt;/strong&gt; ele perde o cargo: querem manter o poder em um não membro da Igreja, a pesar do delito público em matéria de fé. As missas &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’uma cum’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; um papa não membro da Igreja são iguais a das dos patriarcas orientais Sérgio, Ciro, Pirro, Pedro, Paulo e Macário, que estavam &lt;strong&gt;&lt;em&gt;‘’uma cum’’&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Honório I. Foram excomungados com o papa. Não basta &lt;strong&gt;‘’resistir’’&lt;/strong&gt; em nome próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se conclui, pois, que o sacerdote lefebvriano depois de começar com &lt;strong&gt;‘’opiniões’’&lt;/strong&gt; duvidosas de &lt;strong&gt;‘’autores’’&lt;/strong&gt; que escolheu, acabou defendendo como &lt;strong&gt;‘’certa’’&lt;/strong&gt; a Igreja hereticista, pecadora, imperfeita. Tertuliano acusa de &lt;strong&gt;‘’fraudulenta’’&lt;/strong&gt; essa duvida do sacerdote lefebvriano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-1804078414541649116?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/1804078414541649116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=1804078414541649116' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/1804078414541649116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/1804078414541649116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/05/defesa-da-igreja-hereticista-parte-iii.html' title='A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte III'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-7651611092989815376</id><published>2009-05-09T20:50:00.001-03:00</published><updated>2011-05-16T18:09:10.539-03:00</updated><title type='text'>A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte II</title><content type='html'>&lt;div align="justify" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;b) Juízo de autoridade e juízo de razão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz o teólogo: a) São Paulo não julgou a Pedro no que concerne a sua autoridade de regime; b) nem um papa pode julgar outro papa; c) Cristo não julgou que seriam hereges os últimos papas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora bem: a) São Paulo não julgou a Pedro &lt;b&gt;"in auctoritate regiminis"&lt;/b&gt; como Superior. Mas julgou a Pedro em matéria de fé, [naquilo que era referente à] &lt;b&gt;"verdade do Evangelho"&lt;/b&gt;. Logo, é falso o sentido da &lt;b&gt;"imunidade judicial"&lt;/b&gt;(p. 11). O &lt;b&gt;"cum vidissem quod non recte ambularent ad veritatem Evangelii"&lt;/b&gt; é um juízo de Paulo sobre os atos de um papa em matéria de fé, ainda que Pedro não tenha sido herético, senão um simples errante acidental, por falta de intenção e de obstinação no erro (Gal 2,14). Logo, a exegese do teólogo vai contra São Tomás(p. 15) e os Evangelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo mesmo ensina: &lt;b&gt;"Quem os conturba, quem quer que seja, será julgado".&lt;/b&gt; (Gal 5,10). Em caso de delito contra a fé, ordena ao anátema incluso aos superiores (os anjos) ou iguais (os Apóstolos) (Gal 1,8-9). Ele mostra duas resistências: uma lícita, em matéria de fé: &lt;b&gt;"in faciem ei restiti" &lt;/b&gt;(Gal 2,11), e outra ilícita, em matéria disciplinar: &lt;b&gt;"qui resistit potestati, Dei ordinatione resistit"&lt;/b&gt; (Rom 13,2). Os prelados, com o pretexto de não julgarem um papa &lt;b&gt;"errante"&lt;/b&gt;, não julgam o herege mas sim o julgam em matéria disciplinar, considerando ao herético um papa verdadeiro e &lt;b&gt;"válido"&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É falso o item b) que um papa não pode julgar outro papa, seu predecessor, por delito contra a fé. O teólogo vai aí contra o Magistério da Igreja, alegando que o Direito Canônico (sic) e a Tradição não o permitem dado que &lt;b&gt;"par in parem potestatem non habet"&lt;/b&gt; (p.12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vejamos que São Tomás mostra que São Paulo, em Gálatas 1,8-9, mostrou o dever de julgar e anatematizar &lt;b&gt;"etiam in pares"&lt;/b&gt;; &lt;b&gt;"também contra os iguais como são os apóstolos"&lt;/b&gt;, e mesmo contra os superiores(Comentário Gal; cap 3, n.3ss). Nosso &lt;b&gt;"teólogo"&lt;/b&gt; então se faz juiz de São Leão II, como já o fizeram também os membros da Fraternidade (cf. "Sim, Sim, Não, Não"; 15/11/88), julgando ao pontífice como &lt;b&gt;"injusto"&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;"censurável"&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;"não menos que Honório I"&lt;/b&gt;. Quanta infidelidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É falso o item c), que [diz que] Cristo não tenha julgado os papas que sejam hereges (p.12). Veremos adiante como Inocêncio III faz uma exegese do Direito Divino: &lt;b&gt;"Quem não crê já está condenado"&lt;/b&gt; (Jo 3,18). E São Paulo completa: &lt;b&gt;"dado que está condenado por seu próprio juízo"&lt;/b&gt; (Tit 3,10). Logo, a exegese do "teólogo" da Fraternidade não é a da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;C. Destruição da Tradição e do Magistério Católico -&lt;/b&gt; O &lt;b&gt;"tradicionalista"&lt;/b&gt; procura destruir as doutrinas de papas e os fatos da condenação de papas como hereges ou como cismáticos , por juízos particulares ou por Concílios da Igreja. Não é esse o caminho católico. Não defende a Tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;a) Magistério Doutrinário sobre o direito de julgar um papa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;I. Sermão de Inocêncio III ("in Consecratione Pontificis" P.L. t.27, col.656-672)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O sacerdote cita uma exegese de Billot sobre esse sermão (p.11) sem dizer entretanto que Billot aí seguia outra exegese de Bellarmino sobre a Oração de Cristo por Pedro, que neste caso o Santo Doutor deu como &lt;b&gt;"incerta"&lt;/b&gt; nessa época e que, de fato, &lt;b&gt;não foi&lt;/b&gt; confirmada pelo Vaticano I. Não tem valor a criteriologia da fé contrapor Billot a Inocêncio III e ao Vaticano I. O grande Pontífice medieval faz nesse sermão a mesma exegese da Oração de Cristo que posteriormente fará o Vaticano I: restringe os efeitos da Oração de Cristo à infalibilidade papal em quanto cargo papal, não enquanto à pessoa sem o magistério supremo. Eis aqui o texto relativo ao cargo e à Oração de Cristo:&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;"A não ser que estivesse consolidado na fé, como poderia consolidar aos demais? O Que é sabido pertencer principalmente ao meu cargo (ad officium meum), pelo testemunho do Senhor: "Orei para que tua fé não desfaleça..." (Lc 22) (...). Por tanto, a fé da Sede Apostólica (fides Apostolicae Sedis) jamais desfaleceu em nenhuma turbação, mas permaneceu íntegra e incólume para que o privilégio de Pedro (Petri privilegium) permanecesse inquebrantável."&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Eis aí a exegese da Oração de Cristo, É a que o Vaticano I confirmou. Ela contradiz a Igreja &lt;b&gt;"pecadora"&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;"imperfeita"&lt;/b&gt; de Mons.Lefebvre e dos hereticistas. Logo segue o texto atinente à pessoa do papa. Convém citá-lo no original:&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;"In tantum enim fides mihi necessária est ut, cum de caeteris peccatis solum Deum iudicem habeam, propter solum Deum iudicem habeam, propter solum peccatum quod in fide committitur, possem ab Ecclesia iudicari. Nam, qui non credit, iam iudicatus est (Joan. 3). Credo quidem et certissime credo quod catholice credam, confidens quod fides mea debeat me salvare..." (Efeitivamente, a fé me é de tal modo necessária que, enquanto com relação aos outros pecados somente a Deus tenho como juiz, unicamente no pecado em que se comete em matéria de fé eu poderia ser julgado pela Igreja. Pois quem não crê já está julgado (João 3). Creio, é certo, e certamente creio que crerei catolicamente, confiando que minha fé me há de salvar...)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;No mesmo sermão todavia, diz mais adiante:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Potest [Pontifex] ab hominus iudicare vel potius iudicatus ostendi si videlicet evanescat in haeresim, quoniam qui non credit iam iudicatus ets" (O Pontífice pode ser julgado pelos homens, ou melhor, ser mostrado como já julgado, a saber, se se corrompe na heresia, porque quem não crê já está julgado).&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Portanto, ali o Pontífice se refere a si mesmo como pessoa privada (&lt;b&gt;mihi, me&lt;/b&gt;) capaz de salvar-se ou perder-se por delito contra a fé. Isso, por tanto, não se refere à infalibilidade do papa enquanto papa. Diz com precisão a matéria do delito no qual pode ser julgado: &lt;b&gt;"in fide"&lt;/b&gt;, e nos quais não pode sê-lo: &lt;b&gt;"In caeteris peccatis"&lt;/b&gt;. Eis aí a contradição do agir dos lefebvreanos que não julgam &lt;b&gt;"in fide"&lt;/b&gt; e julgam sobre a &lt;b&gt;"justiça"&lt;/b&gt; do papa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A palavra de Billot, neste caso, é algo de tal maneira &lt;b&gt;"leviter dictum"&lt;/b&gt; que nos faz suspeitar se sequer o teólogo teria lido o texto integral; por meio dele, ele(o teólogo) converteu o sermão em favor da opinião &lt;b&gt;"extensiva"&lt;/b&gt; sobre os efeitos da Oração de Cristo: Inocêncio III havia aludido ao pecado contra a fé como uma &lt;b&gt;"hipótese impossível"&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;"si per impossibilem"&lt;/b&gt; isso acontecesse.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Vejamos bem; tal exegese contradiz os contextos internos: não necessitaria o papa provar a &lt;b&gt;"necessidade da fé para si mesmo"&lt;/b&gt; se julgasse impossível perdê-la enquanto pessoa. A impossibilidade seria relativa ao cargo e a esta já havia sido provada pela Oração de Cristo. Não se nivelaria com os demais afirmando que &lt;b&gt;"quem não crê já está condenado"&lt;/b&gt;, se a infalibilidade do cargo fosse assegurada somente de modo condicional, o que vai contra a fé. A possibilidade de &lt;b&gt;"iudicari ab Ecclesia"&lt;/b&gt; seria uma possibilidade contra o dogma que nega que a sede de Pedro possa ser julgada na Terra. Por conseguinte, esse juízo está pendente somente ao fato do delito &lt;b&gt;(ipso facto)&lt;/b&gt; e à matéria do delito &lt;b&gt;(in fide).&lt;/b&gt; O próprio sermão expõe pela segunda vez a causa da possibilidade de tal julgamento &lt;b&gt;"ab hominibus"&lt;/b&gt; e a natureza de tal juízo pelo Direito Divino: &lt;b&gt;"ser manifesto como julgado" (ostendi iudicatus)&lt;/b&gt; se &lt;b&gt;"desfalecer na fé".&lt;/b&gt; Como se diz em outra parte: &lt;b&gt;"Non potest exui iam nudatus":&lt;/b&gt; quem já está nu não pode ser desnudado.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Tal exegese contradiz também aos contextos externos que antes e depois de Inocêncio III exibem a mesma doutrina desde o século VI até Alexandre VII em 1665. E os atos da Igreja a supõe desde os remotos séculos do arianismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;II. O Concílio Romano do ano 503&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Há muitos séculos antes, este Concílio, ao tratar sobre a ortodoxia de São Símaco, traía a cláusula restritiva sobre o não julgamento do papa: &lt;b&gt;"nisi a recta fide exorbitaverit"&lt;/b&gt; (Harduinus, t.2, col.984). &lt;b&gt;"Cette doctrine ut recue et confirmée par tout lê Mouyen âge"&lt;/b&gt; (Dic. De Théol. Catholique: La Déposition des Papes, col.519).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Nas atas do VIII Concílio de Constantinopla, o papa Adriano II recorda a doutrina do não-julgamento de um papa, mas considera a exceção:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;"É verdade que Honório, depois de sua morte, foi anatematizado pelos&lt;br /&gt;Orientais, mas é necessário não esquecer que foi acusado de heresia, único crime que torna legítima a resistência dos inferiores para com os superiores, assim como o rechaço de suas doutrinas perniciosas" &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(Alloc. III lecta in VIII Concilio, Act.7 – Harduinus, t.5, col.866)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;E na profissão de Fé desse VIII Concílio, se pronunciava um novo &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;"anathematizamus"&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; contra Honório I. Bellarmino mesmo afirma que não é menos verdade que Adriano (II), com o Sínodo Romano e com o VIII Concílio geral inteiro entendia que se podia julgar ao Romano Pontífice em caso de heresia (De.Rom.Pontif., 1.2, c.30, p.418). São Yves de Chartres recorda esta doutrina ao Arcebispo de Lyon.&lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;III. O Decreto de Graciano&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Graciano, monge, recolheu (em 1140 ou 1150) 78 decretos papais, 105 cânones conciliares e 50 cânones apostólicos. Gregório XIII os reordenou. Eram bem conhecidos pelos canonistas dos séculos XII e XIII os dois cânones referentes ao papa herege:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Cânon &lt;b&gt;Si Papa&lt;/b&gt;: &lt;b&gt;&lt;i&gt;"Que nenhum mortal pretenda acusar ao papa de falta, pois dado que a ele incumbido é julgar todos os homens, ninguém deveria julgá-lo, a menos que se aparte da fé"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (P.L. Dist.40, c.6)&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Atribuído a São Bonifácio, Arcebispo de Maguncia, é citado pelo cardeal Deusdedit falecido em 1087 e também por São Yves de Chartres:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;"Hujus [papae] culpas istic redarguere praesumat nullus, quia cunctos ipse iudicaturus, a nemine est iudicandus, nisi deprehendatur a fide devius"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Decretum V,23 – Pars I, Dist.XL,c.6)&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Outro Cânon de Graciano tem o mesmo sentido: um papa herege está destituído do cargo (Cap. Oves, C.13, c.2, q.7).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O tradicionalista se alça contra a Tradição: &lt;b&gt;"Deve ser apócrifo"&lt;/b&gt; (p.12) em quanto a cláusula restritiva. &lt;b&gt;"Não tem autoridade intrínseca"&lt;/b&gt; (p.12). Não formou parte das leis da Igreja, ou se o foi, foi abrogado pelo Direito Canônico de 1917, pois o Cânon 1556 não cita essa cláusula e o Cânon 6 abroga o que não é citado (p.11).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Agora bem, alguns &lt;b&gt;"teólogos"&lt;/b&gt; pensam defender suas opiniões levantando suspeitas gratuitas contra os documentos históricos que se opõem a eles. Desse modo, se pode destruir toda a história da Igreja. É inepto negar &lt;b&gt;"autoridade intrínseca"&lt;/b&gt; aos cânones porque Graciano é um simples monge. Dos documentos do Denzinger têm &lt;b&gt;"autoridade intrínseca"&lt;/b&gt; pela fonte de onde eles provém. Se Graciano recolheu os documentos do Magistério e da Tradição, têm [os cânones] a autoridade deles [dos documentos do Magistério]. E a alternativa colocada pelo lefebvrista mostra a gratuidade das suas acusações. E a superficialidade da argumentação o faz &lt;b&gt;"abrogar"&lt;/b&gt; o Direito Divino, subtraindo do Cânon 6 a exceção: &lt;b&gt;"nisi sit iuris divini".&lt;/b&gt; Já vimos como Inocêncio III prova que o é [de direito divino] (Jo 3,18). E o Direito Canônico não trata diretamente do papa, senão universalmente dos cargos &lt;b&gt;"constituídos por natureza divina ou humana"&lt;/b&gt;. (Canon 145). E o cânone 188 n.4 é a cláusula restritiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Logo, quando fala de &lt;b&gt;"qualquer cargo"&lt;/b&gt; (Cânon 188 n.4), forçosamente inclui o cargo papal. E a cláusula é também universalmente estendida &lt;b&gt;"em quanto aos direitos"&lt;/b&gt; de qualquer &lt;b&gt;"pessoa"&lt;/b&gt;, dentro da Igreja. Elas existem &lt;b&gt;"a não ser que obste algum óbice que impeça o vínculo da comunhão eclesiástica"&lt;/b&gt;. (Cânon 87). Portanto, nosso canonista lefebvreano vai contra o Direito Divino e contra o Direito Canônico, &lt;b&gt;"abrogando"&lt;/b&gt; tudo livremente... Está acima do papa e de Deus!!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;* * *&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não desiste, e invoca a exegese de Bellarmino sobre o Cânon. Agora bem, Bellarmino nesse tempo, contra a opinião comum se inclina para opinião &lt;b&gt;"incerta"&lt;/b&gt; da extensão da infalibilidade papal à pessoa privada do papa. Portanto, esta exegese de Bellarmino está feita sobre este contexto que o Magistério do Concílio Vaticano I &lt;b&gt;não confirmou&lt;/b&gt;. Não é lícito, conseqüentemente, invocá-la hoje. Segundo lemos em Bellarmino, o sentido do canon, nesse contexto, seria &lt;b&gt;"não que o papa possa errar como pessoa privada, senão que ele não possa ser julgado porque não é certo que ele possa ser herege. Seria uma cláusula "&lt;i&gt;ad cautelam&lt;/i&gt;": a não ser que seja herege"&lt;/b&gt; (Opera Omnia, Vives, t.2, 1.4, c.7, p.88).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Assim, esta exegese de Bellarmino é inadmissível não só por ser uma opinião superada sobre os efeitos da Oração de Cristo, senão também porque deixaria o dogma do não-julgamento de um papa pendente de uma condição incerta, o que está contra todo o Magistério da Igreja. E não pode o lefebvrista valer-se desse argumento, pois ensina &lt;b&gt;"o dever de desobedecer"&lt;/b&gt; um papa por delitos em matéria de fé.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;* * *&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A doutrina do Canon é a mesma do Concílio Romano de 503: &lt;b&gt;"nisi a recta fide exorbitaverit"&lt;/b&gt;; é a mesma de Inocêncio III. &lt;b&gt;"Ce principe est hors de doute"&lt;/b&gt;, afirma o Dic. de Théol.Catholique. Mondeo escreve: &lt;b&gt;"Uma tradição sólida no século VIII ensinava: um papa herege pode ser julgado por um Concílio"&lt;/b&gt; (La Dottrina Del Gaetano, pp. 25 e 164). Os canonistas dos séculos XII e XIII conheciam esses cânones. Yves de Chartres recorda estes cânones ao Arcebispo de Lyon, João. E o mesmo repete essa doutrina no caso de Pascoal II: &lt;b&gt;"Não desejamos privar de seu poder das chaves principais da Igreja, quem quer que se sente na Sé de Pedro, a menos que se aparte manifestamente da verdade do Evangelho"&lt;/b&gt; (P.L. t.162, col.240).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;É uma contradição de Mons. Lefebvre falar da &lt;b&gt;"linha do realismo"&lt;/b&gt; para ver os fatos atuais dos papas, sem &lt;b&gt;"fechar os olhos"&lt;/b&gt;, mas fechando-os para os cânones da Igreja que estabelecem a vacância hoje, e nos séculos passados. A Lei da Igreja não é &lt;b&gt;"opinião"&lt;/b&gt;. O Magistério de Alexandre VII não é opinião (D.S. 2025).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;IV. Paulo IV: Bula "Cum Ex Apostolatus Officio"&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Esta Bula confirma indiscutivelmente a Tradição Católica sobre o fato de que &lt;b&gt;"Prima Sedes a nemine iudicatur"&lt;/b&gt; e sobre o &lt;b&gt;"caso único"&lt;/b&gt; (Adriano II) de exceção a esse princípio de Direito Divino.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A Bula ensina que o Romano Pontífice , que &lt;b&gt;"omnes iudicat, a nemine in hoc saeculo iudicandus, possit, si deprehendatur a fide devius redargui"&lt;/b&gt;. Confirma pois, o Decreto de Graciano e a exegese de Inocêncio III e o Sínodo Romano, de modo solene.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os termos referentes ao delito: &lt;b&gt;"si deprehendatur a fide devius"&lt;/b&gt;, são os mesmos do Decreto de Graciano e do Concílio de Constança, ao condenar Bento XIII.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Antes de ser norma jurídica, a disposição contém a doutrina sobre os &lt;b&gt;"falsos profetas"&lt;/b&gt;. É, por conseguinte, universal, independente de quem seja o delinqüente. Antecede, pois, a norma penal e flui da &lt;b&gt;"natureza"&lt;/b&gt; do delito que separa da Igreja (Pio XII, Mystici Corporis).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por conseguinte, tem vigência, como ensina Paulo IV, &lt;b&gt;"absque aliquo iuris aut facti ministerio"&lt;/b&gt;, o que é repetido pelo cânon 188 n.4: &lt;b&gt;"sine ulla declaratione"&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Em conseqüência, é uma dosposição perene e perpétua na Igreja pelo [poder do] Direito Divino, e não por mero direito humano de um papa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O Padre Ceriani, no entanto, se situa entre aqueles que, ao dizer desse Pontífice, &lt;b&gt;"intelligentiam Scripturarum pervertentes"&lt;/b&gt;, querem abrogar o Direito Divino, derrogá-lo à perpetuidade, destruir a Tradição e converter em uma &lt;b&gt;"pena"&lt;/b&gt; o direito humano mutável que flui &lt;b&gt;"ex natura"&lt;/b&gt; do delito contra a Fé e contra a unidade da Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Ele pretende &lt;b&gt;"interpretar"&lt;/b&gt; a Tradição enquanto a destrói, convertendo-a &lt;b&gt;"ad suos sensus"&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;"suae prudentiae innixus"&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não é esse o caminho da fidelidade Católica.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-7651611092989815376?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/7651611092989815376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=7651611092989815376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7651611092989815376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7651611092989815376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/05/defesa-da-igreja-hereticista-parte-ii.html' title='A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte II'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-8622491470633177866</id><published>2009-04-03T15:10:00.002-03:00</published><updated>2011-05-16T18:15:20.216-03:00</updated><title type='text'>A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte I</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 100% 'Times New Roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;INTRODUÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 100% 'Times New Roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;I&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; Parte: A AUSÊNCIA DOS CRITÉRIOS DA FÉ.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;·&lt;span style="font: 100% 'Times New Roman';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;II&lt;sup&gt;a &lt;/sup&gt;Parte: A DESTRUIÇÃO DOS CRITÉRIOS DE DISTINÇÃO ENTRE CATÓLICOS E HEREGES.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;II.1. AUSÊNCIA DA CRITERIOLOGIA CATÓLICA SOBRE O SER ORTODOXO OU HEREGE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: 17.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;A. A identificação de um católico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: 17.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;B. Não se pode julgar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: 17.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;C. A verdade infalível pode ser negada sem heresia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: 17.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: 17.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: 17.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-indent: 17.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;II.2. NÃO EXISTE CRITÉRIO DE CONHECIMENTO DE QUE UM PAPA SEJA HEREGE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;A. Ignorância fingida sobre o herege.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;B. Impossibilidade de julgar se alguém é papa católico ou herético.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;a) A ontologia do poder e o exercício da autoridade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;b) Juízo de autoridade e juízo de razão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;C. Destruição da Tradição e do Magistério católico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;a) magistério doutrinário sobre o fato de julgar a um papa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;I. Sermão de Inocêncio III.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;II. Concílio Romano do ano 503.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III. Decreto de Graciano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;IV. Paulo IV: Bula &lt;b&gt;&lt;i&gt;‘’Cum ex apostolatus officio’’&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;b) Magistério canônico sobre o juízo a um papa por heresia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;c) O juízo ao papa Libério.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;d) Juízo a papas cismáticos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III.3. É POSSIVEL UM PAPA HEREGE.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;A. É somente uma ‘’questão divergente’’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;B. As leis da Igreja não impedem um papa herege.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;I. Omissão das leis da Igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;a) Cânon 2314.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;b) Cânon 188.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;II. Hereticismo,sim; apostasia, não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III. Sem notoriedade não há juridicidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;IV. O direito da Igreja vai contra o direito divino.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;V. É possível um papa válido não ortodoxo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; Parte: A ‘’IGREJA’’ CISMÁTICA E HERÉTICA DOS DOIS PRELADOS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III.1. A INFALIBILIDADE DA OPINIÃO PESSOA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III.2. NÃO DIVISÃO DOS ‘’CRISTÃOS’’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III.3. O ‘’NON SERVIAM’ ENCOBERTO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;III.4. SUBSTITUIÇÃO DAS LEIS DA IGREJA POR OPINIÕES OPOSTAS DE DOIS BISPO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;A.M.D.G.V.M.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;--- &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;CREDO ATANASIANO OU SIMBOLO ‘’QUICUMQUE’’.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Quem quiser se salvar, antes de tudo é mister que mantenha a fé católica; e que o que não a guardar íntegra e inviolada, sem duvida perecerá para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Esta é a fé católica e o que não crer fielmente e firmemente, não poderá salvar-se.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;[Leiamos todo o Credo. Está disponível na Internet em diferentes versões, inclusive aqui neste blog, no post anterior. Essa era a introdução da maioria dos artigos da revista "ROMA"]&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Aparentemente, Mons. Lefebvre e Mons. De Castro Mayer teriam levantado uma bandeira ortodoxa dentro da Igreja como Santo Atanásio: o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"dever de defender a nossa Fé"&lt;/b&gt;. No entanto, a definição desse dever, do modo de exercer essa defesa e a determinação da fé a ser defendida despertaram e despertam fundadas suspeitas sobre a ortodoxia dos prelados. A Criteriologia da Fé e da Moral parece não apenas ausente da pregação deles, mas também é contradita por eles. Em última instância, qualquer seita protestante subscreve esse "dever de defender nossa fé", mas dando a este um sentido inteiramente subjetivista e oposto à doutrina católica, acabando por defender uma "igreja" fundada no "juízo próprio" característico de todo "haereticum hominem" (Tito 3,10), e na "prudência própria" (Prov 3,5), que leva ao desprezo das normas prudenciais da Igreja Católica. Santo Atanásio não seguiu este caminho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;A "fé" defendida pelos dois bispos pretende conduzir os fiéis a crer numa Igreja "hereticista", aonde os papas e bispos podem ser hereges públicos, não "perfeitamente católicos", aderentes a credos "não totalmente ortodoxos". Para chegar a essa nova doutrina pretendem destruir totalmente os critérios da Fé e da Moral católicas, e enquanto advogam o "direito de desobedecer" as leis tradicionais da Igreja sobre os delitos de em matéria de fé, propõe o dever de seguí-los a eles mesmos, a suas opiniões que eles julgam ser "prudentes" e "sábias".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Já tivemos a oportunidade de refutar a doutrina hereticista de Mons. de Castro Mayer exposta na "La Nouvelle Messe" (sob o nome de Xavier da Silveira, então um jovem membro da T.F.P. de São Paulo). Refutamos também a defesa da doutrina de Mons. Lefebvre, feita por um certo "Hirpinus", no "Sim Sim Não Não" (nº 13, Julho de 1988 – ver: "ROMA" nº's 107 a 112). Agora, um membro da Fraternidade lefebvriana, o Pe. Ceriani, professor do Seminário de La Reja, Argentina, escreve: "Justificação Teológica e Jurídica da Atitude Prudencial de Mons. Lefebvre" ("Roma Aeterna", nº 112, Bs.As.,Dic.1989).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Como tal "justificação" nada possui de "teológica", nem de "jurídica", nem de "prudencial", deveremos prosseguir aqui com o exame dos argumentos dessas pessoas que pretendem substituir a natureza da Igreja "Unam Sanctam" por uma igreja "imperfeita" e "pecadora", e substituir a autoridade do Magistério Tradicional por meio das opiniões deles, sem discutir, porque isso seria "inútil" e "nocivo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Não discutimos as intenções deles, nem as virtudes morais com que possam estar dotados diante do Senhor. Mas, quando se trata de questões da doutrina da fé, assim como eles dizem "resistir" aos "erros" da "autoridade" e aos "atos de Roma", assim também temos o dever de resistir aos erros e atos que vêm de Ecône e Campos. "Meu povo pereceu porque não tinha o conhecimento" (Oséias 4,1.6). "Uma santidade rústica pode ser útil a alguém e mesmo [conseguir] edificar a Igreja; mas pode também daná-la se não sabe resistir aos que vêm para destruí-la" (São Jerônimo, Carta ao Presbítero Paulino). Quantos "místicos" caíram na heterodoxia por haver desprezado a razão e a Teologia dogmática? Eckhart, Miguel de Molinos… O lionês Pedro Valdo começou a pregar a pobreza como mandamento de Deus e não como conselho de perfeição. O austero padre de Saint-Cyran (1581-1643) pregou contra a "dilectio humana licita" (D. 1524 – DS. 2624) como coisa pecaminosa. Honório I apoiou a "prudência" e a "circunspeção" de Sérgio, proibindo de pregar a fé.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Iª Parte: A AUSÊNCIA DOS CRITÉRIOS DA FÉ&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;O membro da Fraternidade pretende "justificar" a opinião pessoal dos dois prelados. Contudo, se analisamos os discursos de Mons. Lefebvre, veremos como ali é total a ausência dos critérios da fé sobre as questões essenciais do momento: os delitos contra a fé, e a autoridade de um papa incurso em heresia. Ele deixa de lado a "Lógica" e a "Teologia teórica" e propõe uma moral relativista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Se cita o "estudo muito objetivo" de Mons. Castro Mayer no qual não se vê senão um "desfile fenomênico de opiniões". Dom Mayer nem sequer cita ao Concílio Vaticano I, nem às encíclicas e Constituições Apostólicas posteriores ao século XVI e adere ao relativismo: "Essa questão não pode ter uma resposta definitiva senão em função das circunstâncias concretas" (p. 280). A questão ontológica do ser ou não ser papa dependeria não do delito e da vontade do papa, senão de fatos periféricos e juízos subjetivos. As leis da Igreja sobre o tema são ali relativizadas e reduzidas a opiniões. Os argumentos de Bellarmino não são ali cotejados [juntamente] com a Razão e o Magistério, senão que também é colocado como simples opinante e depois o contradiz. Um padre de Campos chegou inclusive a propor que "não se deve questionar a existência da missão canônica porque em tempo de guerra os tanques podem circular na contramão". Na "justificação" do P. Ceriani tudo não passa de meras "opiniões de autores", entre as quais os "tradicionalistas" escolhem livremente as próprias. Estamos pois reduzidos a um desfile de incertezas e "hipóteses" na Criteriologia da fé e do agir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;O "certo" é o "dever de defender a nossa fé", &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"toujours d'accord avec les sermons de Monseigneur"&lt;/b&gt;, como declarou um superior lefebvriano; seguir a "prudência" pessoal deles em vez das leis tradicionais da Igreja e do seu Magistério. O "não polemizar" subscrito por Mons. Lefebvre e o Cardeal Ratzinger é o centro do novo credo da Fraternidade: é "inútil" e "nocivo", diz o autor. A fidelidade à fé e substituída pela fidelidade a homens falíveis e errôneos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;IIª Parte: A DESTRUIÇÃO DOS CRITÉRIOS DE DISTINÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;ENTRE OS CATÓLICOS E OS HEREGES&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;II.1. AUSÊNCIA DA CRITERIOLOGIA CATÓLICA SOBRE O SER ORTODOXO OU HEREGE.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;A. A identificação de um católico.&lt;/b&gt; A primeira pergunta de um catecismo católico, o de Mons. Cauly, por exemplo, é "Que é um cristão?" Responde: "É aquele que é batizado, que crê e professa a doutrina e a lei de Jesus Cristo".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Nosso teólogo, todavia, expressa "dificuldade" para saber se alguém é católico ou herético: "não é fácil", afirma. E, não obstante, não diz absolutamente nada a respeito da própria pessoa a ser identificada como católica ou herética; somente vê desde a posição dos outros que julgam e da doutrina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;No entanto, a Igreja nos diz que o Símbolo da Fé é "o sinal que distingue aos cristãos dos infiéis". Para "ser" cristão é necessário "admitir como verdade tudo o que ensina a doutrina cristã", "praticar o que ela manda". A doutrina cristã é "proposta pela Igreja por meio de seus pastores". E ela está "no ensinamento tradicional da Igreja". Ela contém "verdades que devemos crer" e "deveres que temos de cumprir".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Então, nosso teólogo, para saber se alguém é católico ou herege, não observa se a pessoa professa inequivocamente o Credo e se submete às leis cristãs. Observa que os juízos dos demais e tergiversa a doutrina. Em questão do "ser" não olha ao "sujeito" da forma católica ou herética. Não é da doutrina cristã tal caminho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;B. Não se pode julgar.&lt;/b&gt; Alega o teólogo: "não é qualquer um que pode julgar (...) no foro externo" (p.8). Então vejamos, o teólogo aí quer eliminar a razão sobre a identidade dos credos e substituí-lo universalmente pelo juízo de autoridade. Incide no &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;fideísmo&lt;/b&gt; que elimina os preâmbulos racionais da fé. "O uso da razão precede a fé", ensinou a Igreja a Bautain (D. 1626 – DS. 2755). Se Mons. Lefebvre quer deixar de lado a Lógica, deixa de lado aos preâmbulos racionais da fé e leva a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;uma crença cega&lt;/b&gt; em seu agir "prudencial". Quem identifica o cristão, quem reconhece a verdadeira Igreja sem julgar as notas de unidade e santidade da Igreja: unidade de fé e de regime? Nicolau I ensina que "a fé é universal, comum a todos, clérigos e leigos, pertence a todos os cristãos" (D. 331 – DS. 639). Todos estão "unidos à Tradição, às Escrituras, às definições já proferidas pelo Magistério Eclesiástico" (DS. 3116).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Portanto, nosso teólogo contradiz a Igreja, ao Magistério. Contradiz o próprio Dom Mayer que fala no "direito de que goza todo fiel" de fazer tal juízo (p.272). E inclusive se contradiz a si mesmo quando pretende que a vacância pelo cânone 188 "deveria poder ser verificada por todo católico, por muito inculto que fosse, quando se tratasse de defecção pública da fé católica" (p.14). Logo, a "dificuldade" tem fins contra a fé.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;C. A verdade infalível pode ser negada sem heresia.&lt;/b&gt; Diz o teólogo: "A Igreja não ensina (…) que seja herege aquele que nega o definido ou proposto como verdade infalível (…). Para que a heresia seja castigada com uma pena canônica, deve constituir um delito, isto é, 'a violação externa e moralmente imputável de uma lei que leva anexa uma sanção canônica' (can. 2195)" (p.8)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Agora bem, tal "dificuldade" significa reconhecer que os dois prelados e seus seguidores se apartam do que a Igreja ensina ou ordena de modo&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; infalível&lt;/b&gt; para opor a esta o juízo próprio falível. É irrelevante a objeção, porque se não é herético é cismático. E é também irrelevante, porque os dois prelados acusam aos papas de apartar-se da doutrina da fé, ainda que pretendam dizer que não os obedecem nos casos quando os papas não observam a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Justiça&lt;/b&gt; no exercício do poder. E a heresia se distingue da "pena canônica". E todo herege é excomungado &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"ipso facto"&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Ao definir a infalibilidade pontifícia o Vaticano I não falou em matéria [de] "credendam" senão em matéria [de] "tenendam" (D. 1839). Logo, existe o dever de manter toda matéria infalível, seja ela diretamente revelada ou necessariamente conexa com a Revelação. Por isso, Bento XIV afirma que é "sapientem haeresim" o não aceitar a verdade sobre a canonização de um santo (De Canoniz. Sanctorum, 1.1,c.42,n.3). Santo Tomás ensina que se deve evangelizar [tanto]&lt;b&gt; "o implícito [como] o explícito"&lt;/b&gt; na Revelação (In Gal. 1,6; n.27). Assim, Pio XII ensina que "defecciona na fé" quem nega a Assunção de Nossa Senhora, verdade implícita na Revelação. E Santo Tomás afirma que "sempre é herético aquele que erra sobre as coisas referentes ao fim da vida humana" (In Tit. 3,10, n.102). Assim pois, apartar a razão, os preâmbulos racionais da fé, ensinar o modernismo, o liberalismo, é cair em heresia. A doutrina de nosso teólogo, portanto, pretende legitimar, "justificar" ao herege dentro da Igreja. Ele omite no cânone 2195 as palavras &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"saltem indeterminata" &lt;/b&gt;(ao menos indeterminada) em quanto às penas. E o ser do herege não é questão de &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"penas"&lt;/b&gt;. É anterior a elas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;II.2. NÃO EXISTE CRITÉRIO DE CONHECIMENTO DE QUE UM PAPA SEJA HEREGE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A. Ignorância fingida sobre o herege.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Da "dificuldade" de distinção entre o católico e o herege passa o sacerdote à negação da certeza sobre se um papa é católico ou herético. A criteriologia da fé é novamente mutilada por opiniões e pela destruição do Magistério tradicional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Agora bem, Tertuliano em sua &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"Prescrição contra os hereges"&lt;/b&gt; mostra o caráter fraudulento desta dúvida: "Para quê serve escutar a gente todavia em busca da Verdade... que nada encontrou de certo... que mostra sua incerteza? Se alguém busca a verdade e dirige sua dúvida para a deles, será um cego guiando outro cego, levado por ele ao precipício. Para inculcarem-nos seus escritos fingem estar em dúvida...; mas quando estão em contato conosco, passam a advogar o que antes diziam estar investigando... Renegam a fé antes de defender a fé... Que fé podem discutir se se aproximam de nós fraudulentamente?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;É o modo lefebvriano de "defender nossa fé", aproximando-se de nós simulando dúvidas e depois defendendo a opinião pessoal contra o Magistério. Assim, diz o sacerdote: "existem divergências entre os autores", "a questão é muito discutida". Uns admitem que o papa &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"pode ser"&lt;/b&gt; herege somente como pessoa privada. Bellarmino julga mais apropriado que não possa sê-lo. Ele é "o lugar obrigatório de consulta e argumentação" (p.11).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Mas vejamos: aonde ficam &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;os fatos&lt;/b&gt; nessa argumentação? "Ab esse ad posse valet illatio" (É válida a inferência do 'ser' ao 'poder ser'). Ninguém pode discutir se alguém &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"pode ser"&lt;/b&gt; algo quando se tem a evidência &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;de que ele é&lt;/b&gt; tal coisa. E ser ou não católico ou herético é questão de fatos, de professar ou não um credo integral. É um sofisma grosseiro o fazer de uma questão objetiva uma simples questão de opinião "divergente" ou "discutida" porque alguns subjetivamente elevaram as suas dúvidas sobre ela. Por tal argumentação capciosa todas as verdades da razão e da fé seriam, sem exceção, questões controvertidas e incertas. Não existe nem um só que algum herege não tenha negado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Aonde está o "criterium fidei" desta doutrina? Aonde a crítica racional? O mesmo critério que vale para comprovar se alguém é católico, vale também para comprovar se uma pessoa que é papa o é[isto é: é católico]: [pois] ele também está ligado às mesmas verdades (D.S. 3116)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Que diferença há se a pessoa do papa só pode cair em heresia &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"como pessoa privada"&lt;/b&gt;? Se não é membro da Igreja, declina do pontificado. Que diferença faz a opinião de Bellarmino, se ele mesmo a classificou como "não certa" e se ela não foi confirmada pelo [Concílio] Vaticano I quando fez uma exegese não extensiva da oração de Cristo por Pedro? (cf. Lc 22,32; cit. in D.1986 – D.S. 3070)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Eis aqui o modo fraudulento dessa "dificuldade": é o mesmo sacerdote que prega que o papa "pode (...) aceitar uma fórmula não totalmente ortodoxa" sem perder o cargo (p. 15). Se esta aceitação é pertinaz o se a simples dúvida é pertinaz, a definição de herege já está verificada. Então negam ou duvidam nominalmente o que aceitam realmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Certamente, se nega que o papa possa ser herege e simultaneamente papa, coisa que Dom Mayer e os eufemismos de Mons. Lefebvre e seus sequazes hereticamente admitem com o Hereticismo confessado. Mas para ocultar melhor essa doutrina monstruosa, lançam primeiro a dúvida subjetiva, sem fundamento, seja sobre a doutrina da Igreja, seja sobre os fatos, contra a sentença tradicional da Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;B. Impossibilidade de julgar se alguém é papa católico ou herético.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; Afirma o sacerdote da Fraternidade: "Ninguém pode concluir de direito que o papa seja formalmente herege sem emitir &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;um juízo que só pertence a Deus&lt;/b&gt;(...). Não se pode provar que os últimos pontífices sejam hereges formais, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;por falta de declaração do seu superior, Cristo Nosso Senhor" &lt;/b&gt;(p. 12).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Agora bem, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"adhuc vos sine intellectu estis?"&lt;/b&gt; Vejamos os argumentos do teólogo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;a) A Ontologia do poder e o Exercício da autoridade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Alega o sacerdote a "imunidade judicial"(p. 11) do papa a fim de concluir a impossibilidade de saber se um papa é católico ou herege, independentemente da questão anterior de se "pode ser". Antes a questão era objetivamente ignorada; agora a questão é subjetivamente impossível de ser conhecida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;O teólogo não distingue ali entre o "ser" papa e ser julgado enquanto papa. O dogma católico desde tempos imemoriais ensina que não se julga a um papa que é validamente papa, em exercício de suas prerrogativas de papa. E nesse caso o teólogo, juntamente com Mons. Lefebvre, violam este dogma de fé quando pregam o "dever de desobedecer" a um papa que eles, contra o juízo da Igreja, julgam e afirmam que é papa "válido". Dom Mayer o disse; Mons. Lefebvre o "presume". Nosso autor julga que o herege público não perde o cargo. Então julgam o papa e julgam ao Magistério da Igreja. Violam a "imunidade judicial" que alegam para defender o herege como papa e para não o obedecer como tal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;Todavia, não se deve obediência a quem não é papa. Daí, antes de julgar a um papa é necessário julgar se alguém é ou não papa: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;"utrum sic necne papa&lt;/b&gt;". Só depois vem a imunidade judicial sobre o "quomodo sit vel agat". Alguém foi validamente eleito? Sua eleição foi válida? Ele aceitou? Renunciou? Perdeu o uso da razão? Morreu? Tinha ou não tinha a capacidade requerida pela fé para ser sujeito de um poder cuja natureza e existência só é dada pela fé?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;A falsa intelecção do dogma católico se torna evidente quando o Teólogo, junto com "Hirpinus", e com a calorosa aprovação de Mons. Lefebvre, contradiz ao próprio Dom Mayer em como entender esse "não julgar" o papa. Este escreve: "Não existiria Conciliarismo em uma declaração de cessação de funções dum papa herético se um Concílio não se proclamasse com outro direito senão aquele de que goza todo fiel." (p. 279*) Esta é a profunda diferença entre o credo lefebvriano e o de Mons. de Castro Mayer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;E a contradição de nosso "teólogo" com o Magistério da Igreja é total: Inocêncio III, Graciano, o Sínodo Romano o contradizem doutrinalmente. E diversos Concílios da Igreja e papas os contradizem em seus atos. Se Alexandre VII ([através de declaração doutrinal expedida pelo] Santo Ofício) impõe a todos o dever de denunciar um papa herético: "Petrum esse haereticum" (D.S. 2025), é óbvio que se pode julgar um papa por tal delito, pela evidência racional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;[* - Referência relativa ao livro assinado por Arnaldo Vidigal Xavier da Silveira, cuja verdadeira autoria pertence a Dom Antônio de Castro Mayer, segundo o próprio confessou posteriormente. A exposição deste relato está no livro &lt;b&gt;&lt;i&gt;"O Concílio da Apostasia"&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, página 109].&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-8622491470633177866?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/8622491470633177866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=8622491470633177866' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8622491470633177866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8622491470633177866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/04/defesa-da-igreja-hereticista.html' title='A DEFESA DA IGREJA HERETICISTA - parte I'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-5468415623802200370</id><published>2009-03-31T19:51:00.000-03:00</published><updated>2009-03-31T19:55:09.884-03:00</updated><title type='text'>O Credo Atanasiano (Credo de Santo Atanásio)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;1. "Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A fé católica consiste em adorar um só Deus em três Pessoas e três Pessoas em um só Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Sem confundir as Pessoas nem separar a substância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Porque uma so é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Mas uma só é a divindade do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, igual a glória, coeterna a majestade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Tal como é o Pai, tal é o Filho, tal é o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. O Pai é incriado, o Filho é incriado, o Espírito Santo é incriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. O Pai é imenso, o Filho é imenso, o Espírito Santo é imenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. E contudo não são três eternos, mas um só eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Assim como não são três incriados, nem três imensos, mas um só incriado e um só imenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Da mesma maneira, o Pai é onipotente, o Filho é onipotente, o Espírito Santo é onipotente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. E contudo não são três onipotentes, mas um só onipotente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. E contudo não são três deuses, mas um só Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Do mesmo modo, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. E contudo não são três senhores, mas um só Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Porque, assim como a verdade cristã nos manda confessar que cada uma das Pessoas é Deus e Senhor, do&lt;br /&gt;mesmo modo a religião católica nos proíbe dizer que são três deuses ou senhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. O Pai não foi feito, nem gerado, nem criado por ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. O Filho procede do Pai; não foi feito, nem criado, mas gerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. O Espírito Santo não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procede do Pai e do Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. Não há, pois, senão um só Pai, e não três Pais; um só Filho, e não três Filhos; um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. E nesta Trindade não há nem mais antigo nem menos antigo, nem maior nem menor, mas as três Pessoas são coeternas e iguais entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. De sorte que, como se disse acima, em tudo se deve adorar a unidade na Trindade e a Trindade na unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. Quem, pois, quiser salvar-se, deve pensar assim a respeito da Trindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. Mas, para alcancar a salvacão, é necessário ainda crer firmemente na Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. A pureza da nossa fé consiste, pois, em crer ainda e confessar que Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, é Deus e homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. É Deus, gerado na substância do Pai desde toda a eternidade; é homem porque nasceu, no tempo, da substância da sua Mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30. Deus perfeito e homem perfeito, com alma racional e carne humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31. Igual ao Pai segundo a divindade; menor que o Pai segundo a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32. E embora seja Deus e homem, contudo não são dois, mas um só Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33. É um, não porque a divindade se tenha convertido em humanidade, mas porque Deus assumiu a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34. Um, finalmente, não por confusão de substâncias, mas pela unidade da Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35. Porque, assim como a alma racional e o corpo formam um só homem, assim também a divindade e a humanidade formam um só Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36. Ele sofreu a morte por nossa salvação, desceu aos infernos e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37. Subiu aos Ceus e está sentado a direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38. E quando vier, todos os homens ressuscitarão com os seus corpos, para prestar conta dos seus atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39. E os que tiverem praticado o bem irão para a vida eterna, e os maus para o fogo eterno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40. Esta é a fé católica, e quem não a professar fiel e firmemente não se poderá salvar".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-5468415623802200370?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/5468415623802200370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=5468415623802200370' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/5468415623802200370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/5468415623802200370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/03/o-credo-atanasiano-credo-de-santo.html' title='O Credo Atanasiano (Credo de Santo Atanásio)'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-1437591708227491926</id><published>2009-03-19T23:18:00.000-03:00</published><updated>2009-03-19T23:32:44.026-03:00</updated><title type='text'>Is A Pope Necessary? (Um papa é necessário?)</title><content type='html'>&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"   style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;(This was written to reponse the&lt;br /&gt;Briton's Catholic Library Letter Number 7(...).&lt;/span&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"   style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;This is being published here to show the necessity of a Papal Election.)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Chapter One&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Is a Pope absolutely necessary to the world?  To the Church?  Is he vital to the existence of the Church?  Is the Church itself necessary? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Is a ruler in temporal affairs necessary, or is the State necessary? It depends on how one considers the existence of man. Man existed before the State and long before the Church, but how can there be a commonwealth without a government? The proper end of man is the Beatific Vision of God in Heaven. We must know, love, and serve God in this life and thereby gain eternal happiness in heaven. But salvation comes though the Church, “Outside the Church there is no salvation” (&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Unam Sanctam"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://catholiccouncil.homestead.com/UnamSanctam.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;, Pope Boniface VIII - 1302) It is necessary for man to be able to obtain this end for which God created him, therefore both the Church and the State are necessary. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Man could not obtain heaven guided by the Old Law. Salvation is necessary to man or he lives in vain. From the time of Christ, the Church is necessary because salvation comes only through the Catholic Church: 1) Sanctifying Grace through the Sacraments; 2) Authority,and the Law. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;(Excerpts taken from the Encyclical &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Mystici Corporis Christi"&lt;/span&gt; of Pope Pius XII, 1943)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1025. “The Church is the Body of Christ. And this can be deduced from the fact that Our Lord is the Founder, Head, Support, and Saviour of the Mystical Body.” This expression brings many beautiful thoughts to mind, perhaps not the least of which is that because this Church is the unchangeable Mystical Body of Christ, it is not subject to change in its constitution.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1033. “In fact, after having solemnly confirmed in his lofty function, the one whom He had previously designated as His Vicar, He ascended into Heaven.” { Having completed its constitution with the designation of its Vicar, Christ left the rest to men. The office of Vicar of Christ though, was to continue in the Popes. As the First Vatican Council (1870) affirms: “If anyone assert that it is not the institution of Our Lord Jesus Christ, or of Divine right, that St. Peter has PERPETUAL successors in the office of Supreme Pastor over the Universal Church; let him be anathema.” } &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1018. “It is most certainly to be maintained that those who possess sacred power   in the Body are the ones who constitute its primary and principal members, since it is through them, according to the mandate of the Divine Redeemer, that the gifts of Christ, teacher, king, and priest are made perpetual.” {If the gifts of Christ are made perpetual in the hierarchy, then the hierarchy itself is also perpetual.  } &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1041. “For those who would remove the visible Head of the Church and break the bonds of visible unity, obscure and deform the Mystical Body of the Redeemer.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1058. “Christ is the Head of the Church. He is the Saviour of His Body. For these words express a final reason why the name Body of Christ must be given to the Church.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1044. “..it must be maintained, although this may seem so in the first place because the Sovereign Pontiff holds the place of Jesus Christ,” {as St. Paul says: The Head cannot say to the foot, I have no need of thee.} “Moreover, just as our Saviour rules the church invisibly by Himself, He Wills to be helped {visibly} in carrying out the work of Redemption by the members of His Mystical Body. This is not a result of His poverty or His weakness, but rather of the fact that He Himself willed it so.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1052. “He, Christ, lives in the Church, so that She is like another person of Christ. This is what the Doctor of the Gentiles confirms when he writes to the  Corinthians, when without saying anything further, he calls the Church, “Christ”, certainly in this imitating the Master Himself, who from heaven cried out to Paul as he was persecuting the Church, “Saul, Saul, why persecutest thou Me.?” Nor are you ignorant Venerable Brothers, of the statement of Augustine: “Christ preaches Christ.” {These beautiful and impressive statements about Our Lord and His relationship to the Church, and how He needs His members, demonstrate the necessity of His chief member--His Vicar on earth. We have said that the primary and principal members are they who possess power in the Body. The chief of these is the Pope. Jesus governs His Church in a visible and ordinary way through His Vicar who is part of the foundation.} &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1064. “Therefore we deplore and condemn the vicious error of those who dream of some kind of a false church, a sort of society nourished and formed by charity to which, - not without disdain- they oppose another society which they call juridical. But it is useless to introduce this distinction, they do not understand that for this very reason, the Divine Redeemer willed the assembly of men set up by Him to be an organised society, perfect in its kind and equipped with all the juridical and social elements to perpetuate on this earth the saving work of the Redemption.{ This Church combines the invisible mission of the Holy Ghost, and the visible juridical function received from Christ; He said: “Receive ye the Holy Ghost {spiritual, invisible}; but also:” As the Father hath sent Me, I also send you {juridical, visible.} These essential juridical, social elements, so necessary to the Church, cannot be confirmed without a Pope.} “Therefore, there cannot be any opposition or repugnance worthy of the name between what is called the invisible mission of the Holy Ghost and the juridical function, received from Christ, of the Pastors and Doctors, for as in us the body and the soul--they complete and perfect one another, and they proceed from one and the same Saviour, who not only said as He imparted the Divine Spirit, “Receive ye the Holy Spirit,” but also clearly gave the order; “As the Father hath sent Me, so I also send you,” and again, “He that heareth you, heareth Me.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1068. “The very ancient and constant teaching of the documents received from the Fathers shows us that the Divine Redeemer together with His social Body constitutes one Mystical Person, or, as St. Augustine has it, the whole Christ.”{ How is the whole Christ constituted in the Church today, left without a Pope ? Only if we consider this an inter-regnum and intend to elect a Pope, can we consider that the Church is complete today.} &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;1070. “Above all, it is absolutely necessary that there should be conspicuous to the eyes of all, one Supreme Head by whom mutual assistance of all in the prosecution of the end to be attained may be directed. We mean the Vicar of Jesus Christ on earth. For in the same way in which Our Redeemer sent the Paraclete, the Spirit of Truth, who acting in His place should assume the invisible government of the Church, so He ordered Peter and his successors, acting in His Person on earth, to provide a visible direction to the Christian community.” {Both visible and invisible Church are necessary. The papal Encyclical [Mystici Corporis Christi] makes it clear why the Church cannot be continued without a Vicar for a long period of time. These impressive statements about Our Lord and His relationship to His Mystical Body and His need of His members demonstrate the necessity of His chief Member, His Vicar, on earth. The Pope [ Pius XII ] said that the primary and principal members are they who possess power in the Body. The head of these is the Pope.} &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Chapter Two&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;The Heresy of the Perennial Headless (Acephalic)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;“The desire to operate actively is to offend God who wants to be the only agent; therefore it is necessary to abandon oneself wholly in God and thereafter to continue in existence as an inanimate body”.- The Quietist Heresy  of Michael of  Molinos, condemned by Pope Innocent XI,{ Dz. 1222.} &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Introduction: The Sect of the Headless (“Acephalic”)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;After the Council of Chalcedon, some groups condemned by this Council began to wander without a head or leader (Acephalic) in certain Eastern regions. From one of these groups around 630 AD, the doctrine of “Monogism” was originated by Emperor Heraclius, which later, at the time of Pope Honorius1 became the Monothelistic heresy.  Today the “Acephalic” or headless has reappeared with another doctrine, but with the same denial of a Visible Head in the Church, not only as a consequence of the papal vacancy due to public heresy, but also as a doctrine which affirms the impossibility, the invalidity and the unlawfulness of the specific juridical means of terminating the vacancy: that is to affirm the perennial vacancy, a church without a head (“non tenes caput” Col;1, 19). Such a horrible heresy is sustained with clear psychological accents in the letter of November 7th, 1990, “Of a Papal Election--A summary of our position {taken from Britons’ Library}. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;They set aside the teachings of great theologians like Cajetanus, Vittora, St. Robert Bellarmino, Billot, etc, and the dogmatic moral and juridical foundation of the Church, and they boldly defend “our position” as if in the Church, it were licit for everyone to freely propagate their own opinions without paying attention to what the Catholic Church has always taught. Our objective is not to document directly the doctrines of those famous theologians, but to refute the foolishness and the Heresy that is now being spread ( “sub specie pietas”) under the mask of piety { (Ds. 809 ;Dz 434) &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Those doctrines originated in France and have ramifications in other countries. They are also related to other heretical doctrines (like the “papa materialiter-/- papa formaliter” from Fr Gerard des Lauriers and the Abbe Barbara.) We believe that even those who say that they are “united” with the heretic disguised as pope. {although they do not obey him at all - like the SSPX} &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;They deviate from their principal duty by inventing doctrines, and they contradict themselves because they are afraid of fulfilling that duty in the  extraordinary and unprecedented circumstances currently existing in the Church. All agree in the books and articles on the situation of extreme need present within the Church; they speak about the heresies that are freely propagated at all levels, but they are frightened  when they must define the consequences of such a situation for the social order of the Church. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;They attach themselves to human law by opposing divine superior norms, as if the intention of the legislator were to IMPEDE what is of absolute necessity for the existence of the Church: the hierarchy of Holy Orders and the hierarchy of Jurisdiction. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;This is the new Sect of the Headless, without an hierarchy, without sacraments, without Pope, without a solution.  Because of the crimes of heretics who separate themselves from the Church, they consider that the Church was destroyed or damaged in her juridical perfection and that she does not have “licit and valid means: for her recovery. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;1. The Suppletory Right of the Church&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Let us briefly quote some teachings about the Suppletory Right [ or remedial right] in the Church to elect a pope in situations where there is not an human law on the subject {“ Vacatio legis”} or where there is an human law that is not applicable due to the specific situation at the time,   the absence of the electors  appointed by a human papal law, or the negligence of those electors to apply it, or genuine doubts concerning the identity of the designated electors, or even due to the impossibility of applying human laws because of a schism or deviations, divisions, and heresies among the electors.  We will return at a later point to this doctrine. Presently, we only quote some sentences: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;1.1 Cajetanus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;“by exception and by the suppletory manner of this power { that of electing a pope }, corresponds to the Church and to the Council, either by the inexistence of Cardinal Electors, or because they are doubtful, or the election itself is uncertain, as it happens at the time of a schism.” (De comparatione autoritatis papa et concilii, C. 13 and C. ,28) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;1.3 Billot (Bellarmino):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Billot examines how the papal “election” would be implemented in an “extraordinary case” when it would be necessary to proceed with the election, if it is possible to follow the regulation of papal law, as was the case during the Great Western Schism. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;One can accept, without difficulty, that the power of election could be transferred to a General Council. Because “ natural law” prescribes that, in such cases, the power of a Superior is passed to the  immediate inferior, because this is absolutely necessary for the survival of the society and to avoid the tribulations of extreme need.”(De Ecclesia Christi.) - {Bellarmino: Contoversiae, De Clericis, 1.1 C. 10}. Therefore: “non est dubitandum” [one cannot doubt], “one must accept without difficulty” that the Church always has and will always have, in any situation, even in the most difficult and extraordinary one, valid and licit means of electing a pope.   This is a consequence of the notion of a “perfect society,” which the Church is. “Perennial vacancy” is impossible in a society which must last up to the end of times. let us now examine how the aforementioned Britons Library people oppose this doctrine. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;2.  The Extinction of the Right to Elect a Pope&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Britons simply denies the power to elect a pope, in case of the lack of Cardinals {They have reversed their position on this since Dr. Johas’ wrote this paper}. That article affirms that God cannot change the human papal law, that God must “respect” the papal laws, because upon conferring the power to the popes, He promised ” to bind in heaven whatever they would bind on earth.” God would be self-bound and would be unable to change the law concerning Cardinals. Later they say that “theoretically,” “in abstraction”, they were in error according to the authority of the theologians. But, nonetheless, the authors- Britons- affirm “ the correctness of this position (of the theologians) is not self-evident as some might think, for it is not antecedently impossible that the right of electing a pope should perish with the last Cardinal.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Then, instead of accepting the common doctrine of the theologians, the authors oppose it with the doctrine of the extinction in the Church of the power to elect a pope. Yet they allege that since “The Cardinals have the right to preach, administer confirmation and reserve the Blessed Sacrament in any diocese.” Nevertheless, nobody would seriously argue that if all Cardinals perish, these rights would pass directly to the Bishops”(sic) ( ! ) &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Hence: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;2.1.  Hierarchy of Laws&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;A contingent of human laws cannot impede a necessary divine law, or that law would become void. The human laws on the dignity of the Cardinals belong to this category, according to common understanding. Therefore, they cannot prevent the election of a pope, because it is a necessity of divine right, that is, it is essential to the Church. The right to elect a pope granted to the Cardinals by the human laws of the popes comes from the absolute necessity for the Church by divine right, and if this is not performed by those in charge, then other people must perform it.  Furthermore, the other privileges of the Cardinals concerning the territories for the administration of the Sacrament are already shared by the other Church ministers inside each diocese. And, in cases of extreme necessity, any minister of the Sacraments, even an heretic, can administer the Sacraments, even beyond the territorial limits of their jurisdictions.  Therefore the argument opposes what is a contingent human law to a law of the necessary divine Right: it subverts the hierarchy of authority and of the laws between God and men. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;2.2  God’s Power of Binding&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;The power of binding and unbinding given by God to the shepherds of the Church is NOT  an absolute power that confers upon men the authority of binding and unbinding God’s laws themselves, in such a way that God is obliged to “respect” and “obey” any human law promulgated by a pope.  If that were the case, any pope could change the divine constitution of the Church and eliminate all the divine precepts. “No one, but God Himself can grant a dispensation from the commandments that come from God.” (St. Thomas, 1-2,97,4 ad 4). “The pope cannot alter any law of divine right, neither by dispensation nor by abrogation. This is the conclusion of all theologians, without any debate whatsoever.” (Vitoria, “De Potestate Papale et concilii, Prop.1) Thus, that  thesis  by Britons is based on gross juridical ignorance &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;2.3  Denial of Reason and Faith&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;What is or what is not “evident” in matters of faith comes from Revelation as interpreted by the teaching or “Magisterium” of the Church and not through the free opinion of each person. Even in the natural order, in temporal society, it is obvious to elect or appoint a ruler. In the supernatural order of the Church, Revelation tells us: “Ubi non est gubernator populus coruet.” {Where there is not government, the people are doomed to destruction} (Proverbs. 11, 14.) And the magisterium of the Church teaches solemnly that Peter will always have “perpetual successors”. {Ds. 3058; Dz.1825.} Therefore, it is not variable like the “situations” and the crimes of heretics. It is not relative to situational variations. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3.   Practical Impossibility of a Papal Election&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Britons says; “The norm of the suppletory power to elect a pope is theoretically possible, “a theological possibility “in abstract.” ”However it is practically impossible to exercise it. And this is so because the validity of an election requires the consensus of all Catholics throughout the world.” But, this consensus   is impossible because, even among the theologians, there is not a consensus about who would be the electors of the pope: Billot and Cajetanus say that the election corresponds to the Council; Dom Grea believes that the electors are the members of the Roman Clergy; Bellarmino thinks that they are the Roman Clergy and nearby bishops. Billot quotes Franzelin, who says that in the Council of Constance, Gregory XII, who was the legitimate pope, granted powers to the Council, so the law of Suppletory Right was not used. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Therefore, without a general agreement, some Catholics would have the  right of rejecting the elected pope.  Without that agreement, there would be arguments and schism. So, the pope would be doubtful and, therefore null. There is a “moral impossibility for a valid election.” There is also the question of whether the lay people should be allowed to participate in the election. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3.1  Impossibility and Possibility&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Any universal norm of action has the purpose of ruling the practice, it is a “norma agenda” and a simple abstract theory. Pius XII condemned the “Situation Ethics” of the Modernists, where the norm itself is altered according to the current “situation”: “ moral law includes necessarily and universally all the concrete or particular cases in which its concepts are verified.” (Alloc. 18-04-1952. New Moral.) Therefore, Canon 20 teaches that upon lacking a general law or a particular law, “norma sumenda est”...one should act according to the general principles of law, of practice, and of the common sentences of the Doctors. “The Law” is not here for mere abstract sentence; for it has with the imperative authority of the will of the legislator. And, in the case of the “Divine Legislator,” Who made the  divine constitution of the Church, and “wanted” that within Her, “popes,  shepherds and doctors”, would exist until the end of time.”(Ds 3050.Dz 1821) Therefore God wanted electors up to the end of time. He ordered electors whenever a vacancy would occur. And God never commands things that could be impossible to be obeyed in practice, neither morally nor juridically. This affirms the Jansenius’ heresy that : “Some of God’s precepts are impossible (...) because of the lack of grace that could make them possible” (Ds 2001; Dz 1092 ) Many moral and juridical precepts present difficulties to be obeyed, but none of them could be labelled as “impossible”. What is a necessary dogma in the divine constitution of the Church cannot be either “morally” or “practically” impossible. {Therefore to claim that the line of popes has come to an end before the end of time is to make oneself an heretic.}   Impossibility means an absence of means to attain the end and a perfect society juridically has always the means to attain its final goal in itself. In this case the Suppletory Right taught by the Doctors is the “norma agenda” indicated by Canon 20. which comes from the “general principles of the law and the consensus of the Doctors of the Church.” Therefore, it is the law of God and of the Church: On lacking a specific law , the Church always provides a generic law for extraordinary cases, as in the case of the lack of electors appointed by human law. In the First Vatican Council Bishop Zinelli, Defender of the Faith, judged that probably there would never be the case of an heretic { who was invalidly elected as a pope,} but he added: “However, God is never absent in the necessary things, therefore if God would allow such a terrible evil, there would not be lacking ways of solving it.” (non deerunt media ad providendum) [Msi. 52, 1109-Salaverry, De Ecclesia Christi, V.1, p. 696] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3.2  False Inexistence of Consensus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;About the universal consensus of Catholics for a papal election, it is necessary to distinguish between the consensus and its cause. Neither is faith the object of free acceptance, nor the general principle of the Law which comes from Divine Right. So, it is not a matter of free choice to believe or not to believe in the necessity of a pope, in the existence of a  “perpetual successor” of Peter, and therefore in the existence of “perpetual electors”, and in the duty of electing a pope, when the See is empty. This is not a matter of free choice even for the pope. God granted the pope the freedom of ruling according to his law, or, in contingent matters, according to his prudence. Even in these later cases he has the duty to follow the prudence of the Legislator rather than his personal prudence. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;God did not determine the form of the papal election, but the necessity of the papal election continues to be of divine mandate and it is contrary to the faith to deny the possibility of the election. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;It is also false to state that Catholics do not have a consensus about the general principles of the law, and about the necessity of the pope and his election. This consensus is a dogmatic consequence; the truths of the faith come “non ex consensus Ecclesiae” but “ex se esse”{not from the consensus of the Church but [ unable to be reformed] of themselves} Ds. 3074; Dz 1839. Here there is NO freedom of opinion. There are “theological reasons” to believe and to act this way. The statement about the freedom of opinion belongs to Vatican II, as well as the “aequalitas juridical” of all religions, which are the fruits of the Modernist agnosticism. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;We have in the Church of Christ a double unity that is “required by divine right.” Before the unity of the rule and government of the pope, exists the unity of faith, the “coetus fidelium” [assembly of the faithful], which is also united by the  rule of the organisation (Ds 3306; Dz. 1838). Therefore, those who previously did not belong to the “coetus fidelium”, do not have the right to participate in a papal election: they have neither an active nor a passive voice in the Church. (Paul IV, Cum ex Apostolatus) {Both of these unities are included in the Mark of the Church} &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Those who do not accept canon 20, do not accept the divine principles of the Law of the Church. Therefore, not to accept what is of a necessity for the means of the existence of the Church is NOT TO BE A CATHOLIC. The Creed is the “firm and unique foundation in religion over which the powers of hell will not prevail.”{Ds 1500; Dz 782} &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;However, it is possible to unite the community of the faithful, not on the consensus of free opinion, but on the general principles of the Law, that are dogmatically imposed on everyone. The Protestants will stay outside: they never participate in a true papal election. Those who follow them are in the same circumstances.  The elections in the first millennium of the Church were not invalid because they argued about contingent matters, that generate schisms. Neither did those facts prevent the elections. If the civil society is able to agree on an electoral law in free matter, with much more reason Catholics can. But one who does not consent to the principles and foundations of the Church IS NOT A CATHOLIC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3.3  Consensus among Theologians&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;This is what Cajetan affirms. Opinions are not equal and equivalent, as if there were nonexistent in the areas of reason and faith a criterion of distinction between truth and error in matters of absolute necessity for the Church. If that were the case, the Church Herself would be dependent on human contingent facts. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3.4  The Council of Constance&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;To allege that in the Council of Constance all papal laws were observed because Gregory XII, according to the opinion of Franzelin, was the legitimate pope and gave authorisation to the Council for the election of a pope, before his own resignation is a controversial matter, a present position that  was [not] clear at the time of the Great Western Schism. Therefore, even if this statement could be proven today, that would not change the doctrine of the Suppletory Right in situations of impossible application of the papal law. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;The Right does not come from singular concrete facts, according to the teaching of Pius IX (Ds 2959; Dz 1759): quite the opposite, the concrete facts “must be” conformed and ruled by the Right. If the opposite were the case, we would have the relativist  and positivist “Right” of the agnostic democracies, of the atheists, of the French Revolution, and of Vatican II. Therefore, if in Constance, the Council would have followed the papal laws on admitting “other electors” in addition to the Cardinals, that only confirms that the norm of appointment of the electors is a mere human right, and that, on lacking those electors, “the Church” has the power of electing a pope. {And of selecting her own electors} &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3.5  Right to Reject&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;In the Church, the “right” of adhering to religious freedom, “the right of not fulfilling the duty of following and adhering to the truth,” is an agnostic “right” and is precisely what Vatican II preaches, the foundation of all present heresies coming from this new “church” of Vatican II. Even in possible things that are merely probable, it is not morally licit, according to Pope Innocent XI, to follow the “least probable” and the “weak probability.” (Ds 2102-2103;Dz 1152-1153)  Then, whoever tries to reject a pope elected according to the only existing means for the election, following the “norm” indicated by Canon 20, on doing so, that person is shirking his moral duty and departing from Catholic Church doctrine and the teaching of Her Doctors, and so he becomes a schismatic. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;3.6  Doubtful and Null Pope&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;To affirm that a pope elected according to the suppletory norms that are founded on the dogmas of the perpetuity of the Church, of the popes and of the hierarchy of jurisdiction, is “doubtful” for that reason, means the denial of the dogma on which that doctrine is founded and the “doubt” of the truths of the faith.(Canon 1325 / 2.)  He who “does not hesitate” to adhere to the perennial headlessness of the Church, affirms “the right” of doubting of those norms and is falling into the same denials and doubts of the heretical Protestants. So, that person accompanies the heretics on affirming the “nullity” of the election of such a pope and he is not a Catholic. Catholic popes are neither elected nor validated by heretics, in an ecumenical way. Arguments and existing schism in the elections during the first millennium of the Church, when clergy and people participated, neither invalidated the elections nor made the pope doubtful or null. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3.8  Consensus Among Theologians&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Thus it is not true that there is no consensus among “Catholic” theologians about the perpetuity of electors of the pope and about Suppletory Right. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;On the opinion about which is the competent electoral college, the Council or the Roman Clergy, Vitoria teaches: “In any case when the Holy See is vacant, paying attention only to the divine Right, the election is the business of all bishops of Christendom” (Pro. 21, ibidem). It is obvious that the participation of the “Roman clergy” as well as the “Roman people” is of human right, and comes from a human law  that was abolished by Nicholas II (“In nomine Domine.”), and totally by Alexander II (“Licet”). After these decrees, the “Roman clergy” for all purposes, is the College of Cardinals. Therefore, when this is lacking, the “Roman clergy” is lacking. So if we pay attention only to the divine Right (since in this case we have a “vacatio legis”, that is the lack of a specific law in the human right) there is no doubt that the Suppletory Right of the first level passes to the College of residential Bishops, and if they are missing, because of the same law, then to “ad totam Ecclesiam”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;4.  Denial of the Necessity of the Pope&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;The central question in the dogmatic area in the Britons’ article is the heretical statement that in the Church a pope is not “absolutely necessary” because he is not “essential” to the existence of the Church. Therefore, their conclusion is that “it is not necessary” to elect a pope. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;The argument is: if the pope were “essential” and of “absolute necessity”, the Church would cease to exist in any vacancy because “plus et minus non mutat speciem” {species are not changed because of more or less quantity.} However, the Church does not disappear in the short vacancies at the death of the pope; so the pope is neither essential nor absolutely necessary, and a vacancy of a thousand years or even in perpetuity is possible. The lack of a pope is a handicap, an inconvenience, like the amputation of one’s arm. He is “very useful”, but he is not necessary..{so says Britons!!- this is sheer HERESY.}&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;4.1  Necessity of the Pope&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Without the pope, the dogmatic and canonical “Magisterium” of the Church would not exist and the Church would not be necessary for the salvation of souls.  But, Our Lord did not trust to particular judgments the explanation of things contained in the Deposit of the Faith, but to the “Ecclesiastical Magisterium.”(Ds 3866-3867). Therefore, without a Pope, the Church would not exist. It is not enough to accept the “empty position”, to accept the magisterium and the ruling norms of the faithful. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;In the same way that the Church is perennial, the Hierarchy and the primacy of Peter are also perennial, wrote Salaverry. (Sacre Theol. Summa, V.I, p. 584). These are doctrines defined by the First Vatican Council (1870), which declared “anathema” to those who deny that “Peter, in the primacy over the whole Church, has perpetual successors.” (Ds. 3058;Dz. 1825.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;What Britons’ article says is a flat denial of that dogma. The pope is the “foundation of the Catholic Church, Head and column of the Faith, he always lives and presides and exercises the judgment.”  From him “the rights of communion in the Church are coming.”  He is the Supreme Shepherd and Doctor of the Church and “Christ willed in His Church the existence of Shepherds and Doctors up to the end of times.” (Ds. 3050-3058; Dz. 1821-1825.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;So we cannot help but classify as a heresy such a doctrine, which is opposed to the defined truth of faith. He rules the Church with a “living voice“ (Leo XIII, “Satis Cognitum”; Pius XI, “Mortalium Animos”). Then, it is absolutely false and heretical to state that the pope is only convenient and useful, but not absolutely necessary in the Church that Christ “willed” and “instituted”. A body cannot live without a Head. Where is the adjective “Catholic”, used by Britons coming from? In the Council of Ephesus, St. Leo 1 taught: “Peter, even today and always, lives and exercises judgement in his Successors.”(Dz. 112) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;The Council of Trent teaches the necessity of the hierarchy of Holy Orders and also of  “the canonical mission” that comes from Peter. (Ds.1767-1777; Dz. 960-967) {How shall they preach unless they be sent?} Pius VI  teaches that the denial of the power that comes from Peter is an heresy (Ds. 2603; Dz. 1503 ). Leo XIII affirms that the Church should last “sine ulla intermissione in perpetuitate temporum” [without interruption till the end of time] “if the Church would not last, it would not been founded in perpetuity, and this is against truth,”- “the church founded on Peter will never fail.” “Ergo Ecclesiam suam Deus idcirco commendavit Petro, ut perpetuo incolumen tutor invictis conservaret.” (Satis Cognitum.- Leo XIII). And Pius XI said : “It cannot happen that the Church does not exist today and in all times as completely as the same Church that existed in the times of the Apostles.” (Mortalium Animos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;6.1  Purpose of the Election&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;The duty of Catholic Morality on ending the vacancy is to obey the divine norm, to unite under one government those who already have the same faith, those who already belong to the “ coetus fidelium”. {Distinction here about membership rather than “coetus fidelium” is necessary.} The present objection affirms that the fulfillment of such duty “exacerbates the divisions” (already existent) and that as a  consequence would not reach the desired goal. Well, those who are already hopelessly divided before any election, either about the traditional doctrines or the vacancy itself (Canons 188, 188 # 4, 22612, 2264...), even after repeated warnings, are either Heretics or Schismatics, and they should be legally considered so (Canon 2315 ). The objection tries to maintain an “ecumenical Church”, divided partially in the faith, with equal rights and freedom for opposite opinions. It opposes concrete facts to what should be by Divine Right. Nevertheless, the Church does not consult the Protestants  to elect a pope.  Pius XI denies the Church “ is divided in different areas” because some have gone away from her (Mortalium Animos). Thus such an objection is based on the Ecumenism of Vatican II and the Heresy of Religious Freedom. It makes an alliance of the “ free interpretation” of the prophetic revelation with a false idea about the Church. It denies the doctrine of Catholic Morality. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;6.3  Individual and Social Action&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;It is not an “individual” and “ officious” action, the one performed by people in agreement with the doctrinal duties and Church’s laws. Ontologically all human actions are “individual” actions and personal initiatives, even those of the popes, cardinals and bishops. However, morally and juridically their actions are ruled by norms of the public Laws of the Church, which confer them rights and duties or suppletory “authority to act;” “The actions of the faithful are spiritually united in the unity of government. Canon 20 obliges all Catholic people to act in a determined way: “norma sumenda est.”[the norm should be taken]. Then, such acts are in agreement with the Public Laws of the Church. They are not self-appointed, those who act in agreement with those laws, but those who act by their  personal interpretation of the Revelation, converting  the duty of “acting” into the duty of “not acting”. The duty of “personal sanctification” cannot be fulfilled when we exclude our social duties.  When the appointed electors exist, it is up to them to fulfil that duty; when they do not exist, this is the duty of the “whole Church.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;6.5  What is really necessary&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;“What is really necessary; is what must be done;” what is included in the duty of our sanctification is the “fulfilment of all duties” and not only of those freely chosen by “our own judgement” (Titus. 3, 10 ), or selected by the opinions of other people. Britons follows the heresy what Wycliff preached: “Post Urbanum VI non est aliquis recipiendus in papam sect vivendum est more graecorum, sub legibus propoiis.” (Ds.1159; Dz. 589) [After Urban VI, nobody should be accepted as pope, but everyone should live in the ways of the Greeks, and under their own laws.] Britons only changes the name of the last pope, but their article maintained that heretical norm in its entirety, in spite of its being condemned by the Council of Constance. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;7.  The Duty of Abstention of Actions [by Britons]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Britons say: “God does not prohibit us to do what is in our reach; but one should believe that, in the present crisis, the duty is the abstention of practical actions, we must pray exclusively, until God intervenes.- It was the prudence of Noah in building the Ark under God’s command. Christ disapproved the action of Peter in the Garden of Olives.- “One must reject without hesitation the ending of the crisis by practical initiative; the crisis cannot be solved at the natural level because it is too big. It was produced by God for a specific goal and it will not end until this goal will be reached. We should not frustrate the divine plan by natural means, by a conclave. One already took place and it was a failure {Parallels with Pisa, Constance..} To be orthodox without popes, shepherds, sacraments, Mass, etc...the unique solution is prayer. We believe that the crisis will only be ended by Enoch and Elias, who will extinguish the vacancy, with God’s intervention and the death of the Antichrist. Until then; “only prayer instead of action:” the sole solution is prayer. It is not Quietism, the abstention of the duty of acting, and it is not against the sentence of St. Ignatius. The crisis cannot be solved by natural resources, by practical intervention, because it transcends the natural order, it is extraordinary. It is a lack of faith to  affirm that it  will be ended by any other way. Cajetanus confirms: “Where there is not a natural resource, as in the case of a bad pope, only prayer is the right and specific remedy; efficacious panacea when human means are inexistent. Well this it the present case. Then as now, only prayer is the means. We are few, without authority and full of errors” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;7.1  Free Interpretation&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;If Noah built the Ark by a direct revelation from God, today God’s Revelation orders us to act according to the doctrine and laws of the Church, and not waiting for a “new revelation” about the papal election, about Sacraments and jurisdiction of Bishops. It is a Modernist Heresy to say that “the revelation, object of the faith, was not completed by the Apostles.” (Ds 3421; Dz. 2021) but that it is “the interpretation of religious actions made by human mind.” (Ds. 3422; Dz. 2022). This IS Exactly what Britons does. Nobody questions either the excellency and efficacy of prayer, or the duty of praying, but the existence of other duties. St. Pius V did not excuse the Battle of Lepanto against the Muslims trusting only in prayer. And the crisis was big and extraordinary then. During the Arian heresy, popes were elected; and at the time of the Great Western Schism nobody thought to put an end to the crisis only by prayer, without an election.  They deny the existence of the specific means, the possibility of electing, by adopting the heretical doctrine that the  pope is NOT necessary - to the faith. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;7.2  Divine Plan&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;To affirm that acting is “to frustrate the divine plane” is a false doctrine. God does not want sins, apostasies, and heresies {or extended vacancies in the high offices of His Church.} He permits that they occur, but He does not have a “plan” to avoid those happenings. Morally he does not want them to happen while physically He allows the happening of sins. God is not the Author of crimes, even when He prophesies them because of His divine wisdom and knowledge. So, the divine will is that the Catholic faithful act according to the divine duties and laws, and not against them. The exegesis of God’s way of acting and of His will is given by the Infallible Church in Her laws and not by the free interpretation of the “plans” of God. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;7.3  Social Quietism&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Britons repeats “ipsis litteris” the Quietist doctrine of Molinos, even limiting it to the present social duties. Molinos wrote: “Velle operari active est Deum offendere, qui vult esse ipsis solus agens.” (Ds 2202; Dz. 1222) {To want to operate actively is to offend God, Who wants to be Himself the sole agent.}  Pope Innocent XI condemned this heresy. Nevertheless, Britons repeats the same words concerning the social level. They repeat the sentences of Quesnel: “In vanum, Domine, praecipis si tu non das quod praecipis”, and “gratia non est aliud quam voluntas dei jubentis et facientis quod jubet.” (Ds 2403-2411; Dz. 1353-1361.) [Lord Thou orderest in vain, if Thou dost not give that what Thou orderest; The grace is nothing else that the will of omnipotent God Who commands and does what He commands.] Clement XI also condemned this false doctrine. The Council of Trent condemned the doctrine of Luther: “Faith and confidence in God are enough, without works.” (Ds. 1562: Dz. 822) “ nihil omnio agere et passive se harbere.”(Ds 1554; Dz. 814) [Absolutely nothing makes and behaves in a merely passive way;] salvation “sine conditione observantiae mandatorum” (Ds. 1570; Dz. 830) [without the condition to observe the commandments.]  Therefore, that doctrine of the exclusiveness of prayer and confidence in God is opposed to the fulfilment of social duties, it does not seem a Catholic doctrine but similar to the “faith” of Luther.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;7.6  Catholics Without Authority&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;Vitoria wrote: “Notem est in jure quod non oportet ut electores habeant autoritatem ad quom eligunt”(De Potest. Ecclesiae Rec.2 ) [It is obvious in Law that it is not necessary for the electors to possess authority for which they are electing.]  Those who elect a civil ruler do not have his authority. Those who elect an Abbot do not have the Abbot’s authority. Neither do the Cardinals possess the papal authority (Vacante Sede Apost. Canon 1.) Peter did not leave a law on how to apply the papal power to a person when the appointed electors would not exist; the Church possesses the suppletory authority of the orthodox bishops, who received it from the Holy Father. But even if those bishops lacked, because of the same law of substitution, that authority would be passed necessarily to the whole Church, not in order to delegate power to a pope as the ministerial Head of the Church (Ds 2602-2603; Dz. 1502-1503), but only  to choose the man who, “ jure divino”, will exercise the power that comes from God. In “vacatio legis”, the “only way available would be the election by the Church.” (Vitoria). If nobody else had the “authority” to choose the person who would occupy the position from which comes the authority for everybody, the See, from which the rights(...) for all proceed” (Ds. 3057;Dz. 1824) by canonical mission( Canon 109), then the Church would have died indeed. But this is impossible, so the logical consequence is that there are “Catholic electors” with the necessary and sufficient “authority” to carry out a valid election in any crisis, even in the present one. If in fact there have been wrong and badly prepared “elections” without previous regulation by those who profess the same faith ( and only from them) that does not mean that  elections could not and should not take place with adequate preparation, only previously excluding those who have self-excluded themselves from the congregation of the faithful people. If there were some who erred, not everybody always and universally is erring as well.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conclusion: The Duty of Unity&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;We cannot foresee or prophesy future events, we have neither received special revelation, nor are we the Illuminati nor the gnostics. We do not know either when Elias or Enoch will come, nor how they will act, nor if God will convert those who are merely wandering, scattered among the millions of “Catholics” of the New Church, or even if through them, one day there will be the election of an orthodox pope. These are only “possibilities” that only God knows. We can only grasp the doctrines of the safe and perennial Rock of Peter, based on the dogmas of the perpetuity of the Church, of the hierarchy, of the pope, of the Shepherds and Doctors, of the power of Holy Orders and jurisdiction and of the Right of the Church. We do not invent new doctrines to justify “unity” with an heretical “pope”, neither do we recognise his permanency as “valid” either “formally” or “materially,”  to justify the separation from the obedience of a pope who is considered “valid”; we do not invent doctrines about the situation of need, illicitness of the sacraments, perennial vacancy, impossibility of a papal election, or eschatological exegesis. In one point those prophesies are very clear;  that there will be many “false prophets” at the end Times,  and they will announce that Christ is here or there. Christ warned us so that we will not believe in them, and we will persevere in the same doctrines that have been always taught. Among these doctrines is the one about “perpetual successors” of Peter and the existence of “shepherds” up to the end of times.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;It is an heresy to state a “general darkness” of the doctrine (Ds 2610;Dz. 1501) in the Church where “lux lucet in tenebris” (Lo.1, 15). But, “broken from the  links of the visible unity, the forms of the Mystical Body of Christ are darkened, so that it can be neither seen nor found by those who ask for the port of salvation.” (Pius XII, Myst. Cor.Christi). Things of the Church “are seen by the one who believes” and are visible “for those who adhere to the right faith and not for the others” (St. Thomas. S.T.2-2, 1-4, and ad 3). Passing from the doctrines of the Church to practical action, since those who profess our faith and belong to the same “coetus fidelium” are dispersed throughout the world, as long as the lack of ordinary jurisdiction is not eliminated because of that dispersion, that is merely physical and not doctrinal, it would be useful to gather those people in a society that could serve for the better knowledge of the faith and of the persons who profess it, and that could help to prepare the necessary base for the end of the vacancy. The unity of government requires a previous unity in the faith and in mutual charity, a distinctive Mark of the true Church. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial;" align="justify"&gt;&lt;span class="size12 TimesRoman12"  style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);" class="size12 TimesRoman12" &gt;Laus et Gloria Deo Nostro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-family:'Times New Roman', Times, serif;color:#000000;" class="size12 TimesRoman12"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dr. Homero Johas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-1437591708227491926?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/1437591708227491926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=1437591708227491926' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/1437591708227491926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/1437591708227491926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/03/is-pope-necessary-um-papa-e-necessario.html' title='Is A Pope Necessary? (Um papa é necessário?)'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-3161414841485294777</id><published>2009-03-13T14:13:00.000-03:00</published><updated>2009-03-13T14:19:14.875-03:00</updated><title type='text'>RENUNCIA TÁCITA AL SUMO PONTIFICADO "AB IPSO JURE ADMISSA"</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-size:85%;" &gt;Homero Johas, distinguido intelectual brasileño.&lt;br /&gt;Se ha destacado por sus estudios sobre los problemas de la Iglesia;&lt;br /&gt;fue recomendado a " ROMA " por Mons. de Castro Mayer .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;La cuestión de la posibilidad de que un Papa que ha incurrido en herejía prosiga con la jurisdicción papal, me parece que, en último análisis, se resuelve por la consideración de dos puntos: la distinción entre jurisdicción ordinaria y extraordinaria y los requisitos, ya de la parte del hombre, ya de la parte de Dios, para que tal jurisdicción exista en una persona que, siendo Papa, incurrió en herejía. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;La distinción entre jurisdicción ordinaria y extraordinaria es requerida porque el cargo papal tiene su jurisdicción, que es suprema en la tierra, anexa a él por la Revelación. Así, es ordinaria, delimitada por la Revelación terminada. De modo absoluto, Dios podría hacer otra Revelación, pero es de fe que no lo hará hasta el final de los tiempos. Luego, la posibilidad absoluta de que Dios pudiese conceder una jurisdicción extraordinaria a un hereje deja de existir en presencia de la jurisdicción ordinaria que pertenece a la Iglesia tal como fue instituida por Cristo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dios podría gobernar la Iglesia por un animal, como por el milagro que hizo con la mula de Balaam; aún así sería necesario que revelase que tal mula hablaba por acción directa de Dios. En el caso concreto, presente, no existe tal Revelación ni puede existir y, si existiese, el Papa herético dejaría de manifestarse exteriormente como herético, pues Dios no podría enseñar herejías. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Que el Papa herético pierde la jurisdicción ordinaria inherente a su cargo, eso se evidencia por dos consideraciones: de parte del hombre herético y de parte de la propia jurisdicción ordinaria del cargo papal. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;El hereje deja de adherir a la fe y a la autoridad del cargo papal, pues todo hereje es también cismático. Luego, necesariamente, él, por su propia voluntad, se separa de la autoridad jurisdiccional inherente a su cargo. Tal separación se sigue pues de la definición de herético, el cual está "subvertido [...] por el propio juicio" (Tito 3, 11). La separación del cargo papal es por lo tanto consecuente a la adhesión renitente de la voluntad papal a la herejía y no a las verdades divinas definidas por la autoridad inherente al cargo papal. La separación es, pues, "a seipso" y no "ab alio". El renuncia "ipso facto" por la adhesión a una doctrina opuesta a la doctrina católica enseñada por la autoridad divina inherente al cargo suyo. Se da, pues, de parte del sujeto de la jurisdicción, la renuncia tácita y necesaria a la jurisdicción papal. El no puede querer simultáneamente dos cosas opuestas aunque explícitamente diga que desea proseguir siendo Papa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esto está demostrado por la autoridad de la Iglesia, de Santo Tomás y de San Roberto Belarmino, además de otros teólogos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;La iglesia, en el Canon 188, S 4 "&lt;b&gt;admite&lt;/b&gt;" la vacancia "ipso facto" de cualquier cargo de jurisdicción ordinaria por el hecho de que una persona haya adherido públicamente a una doctrina herética. No se desvaloriza ese juicio de la Iglesia diciéndose que es derecho humano y que el papa no está sometido a él, pues él se basa sobre la "&lt;b&gt;incompatibilidad&lt;/b&gt;" objetiva entre dos objetos opuestos a los que no puede físicamente adherir al mismo tiempo la voluntad del hereje, la voluntad cismática: a la jurisdicción ordinaria y al rechazo de lo que es impuesto por ella. Por lo tanto, el juicio de la Iglesia ahí, al juzgar "&lt;b&gt;admitida por propio derecho&lt;/b&gt;" la renuncia tácita, está haciendo referencia al derecho divino que, por un lado, garantiza la autoridad papal y, por otro, es rechazado por la voluntad cismática del hereje. La incompatibilidad entre la herejía y el cargo de jurisdicción ordinaria &lt;b&gt;antecede &lt;/b&gt;al juicio humano de la Iglesia, trasciende a él y existiria incluso si el juicio humano de la Iglesia nada dijese en el Derecho Canónico. Pero, si la Iglesia lo dice, ella confirma la incompatibilidad "&lt;b&gt;ex natura&lt;/b&gt;" entre las dos cosas. Pío XII enseñó que el cisma y la herejia "&lt;b&gt;suapte natura&lt;/b&gt;" separan de la Iglesia (Mystici Corporis). Por lo tanto, esos pecados separan al papa herético o cismático de la jurisdicción ordinaria pertinente a los cargos de la Iglesia. Y eso, dice la Iglesia en su canon citado, "&lt;b&gt;sin cualquier declaración&lt;/b&gt;" explícita, pues la renuncia se sigue de los derechos incompatibles que de por sí manifiestan claramente la voluntad del hereje-cismático. No está pues en cuestión si&lt;br /&gt;el papa está subordinado al derecho humano de la Iglesia, sino si el hecho de que la Iglesia, por su juicio, juzga que existe la renuncia tácita cuando existe la manifestación de voluntad pública, de adhesión a la herejía o al cisma. Es un acto unilateral del papa herético, por lo tanto.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Santo Tomás (2-2, 39, 3) niega la permanencia del poder de jurisdicción ordinaria de los herejes y cismáticos en cuanto al poder que es "&lt;b&gt;ex iniunctione hominis&lt;/b&gt;"; la extraordinaria si la Iglesia la concediese "ad actum", y si por parte del propio hereje éste aceptase ejercer este acto jurisdiccional conformando su intención con la de la Iglesia en el ejercicio de ese acto. Sin estas dos condiciones, "nihil actum est". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Así, la argumentación de la permanencia de la jurisdicción papal en el papa que incurrió en herejía peca por dos razones si fuera fundada en el ejemplo del sacerdote herético que absuelve en casos donde la Iglesia le da tal poder y donde ese sacerdote acepta hacer lo que la Iglesia tiene intención de hacer: el papa herético pierde por la adhesión a la herejía la jurisdicción ordinaria del cargo papal y no consta por la Revelación la concesión de una jurisdicción extraordinaria para el papa y ella no puede ser supuesta: la suposición sólo puede ser hecha en sentido opuesto, dada la herejía y el cisma. Y aunque hubiese en la Revelación terminada la concesión de tal jurisdicción extraordinaria, no existiría por parte del papa herético la &lt;b&gt;adhesión volitiva&lt;/b&gt; a la autoridad del cargo papal que enseñase que existen en la Revelación dos tipos de jurisdicción pertinentes al cargo papal: la ordinaria y la extraordinaria. Quien rechaza la autoridad divina para determinada materia, la rechaza para todas las materias. El hereje cismático, es hereje-cismático independientemente de la naturaleza de la herejía, del artículo de fe que él niega. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eso fue visto por San Roberto Belarmino cuando enseñó que un papa manifiestamente herético cesa por sí mismo de ser papa y cabeza de la Iglesia, del mismo modo que cesa de ser cristiano y miembro de la Iglesia y, por esta razón, puede ser juzgado y castigado por la Iglesia (de Romano pontífice 1.2,30). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Los herejes no se mantienen, de ningún modo, en la Iglesia, ni tienen unión alguna con ella. Pío XII enseñó que los que poseen poder en la Iglesia "son sus miembros primarios y principales" [primaria ac principalia membra] y los herejes no son miembros. Hablaba ahí el papa del poder jurisdiccional ordinario (Mystici Corporis). El "cargo de doctor, rey y sacerdote" exige ser miembro de la Iglesia, de modo ordinario, dice el papa. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pío IX, en la Encíclica " Jam vos omnes" niega que los que están "visiblemente" separados de la unidad de la Iglesia sean de cualquier modo miembros o partes de la Iglesia. Así, quien no es parte de la Iglesia no tiene jurisdicción ordinaria. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Y nadie puede ser regido en la Iglesia Católica por un hereje, vivir "haereticorum ductu" (D. S. 2881). Ahora bien, tal situación en la Iglesia subordinaría a los fieles a la regencia de un hereje. Si debemos "evitar al hombre herético" (Tito 3,10), no podemos ser regidos por él. Si debemos "no recibir" a aquel que no trae la doctrina católica (2 Juan 10-11), no podemos ser gobernados por él; sería "recibirlo" a él. Si ni en las cosas terrenas debemos procurar un juez infiel, ser juzgados "apud infideles", "judicari apud iniquos", sino que debemos buscar los jueces que están dentro de la Iglesia [qui sunt in Ecclesia] (I Cor. 6, 1-6), con mayor razón, en casos espirituales, no podríamos ser gobernados por los que tienen odio a los fieles por causa de las verdades de la fe. "Qué parte [pars] existe entre el fiel y el "infiel", dice la Revelación (2 Cor. 6,14-18). Si el hereje fuese papa exhibiría esa "parte". El infiel debe ser objeto de anatema (Gal. 1,8-9) y no de unión. No se obedece a la autoridad humana, inferior, si está rebelada contra Dios, autoridad superior. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Si la Iglesia está edificada sobre la roca de Pedro, esta roca forma parte de los fundamentos de la Iglesia. Ahora bien, es de fe que el papa herético no es miembro de la Iglesia. Luego, tampoco es parte de la Iglesia, además de no ser miembro. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Cristo ordenó a Pedro que confirmase a "sus hermanos" en la fe. Ahora bien, el papa herético no es hermano en la fe. En el Antiguo Testamento, Dios también vetó a los judíos hacer un rey de otro pueblo [alterius gentis] que no fuese un hermano [qui non sit frater tuus] (Deut. 17,15), que no fuese de la misma tribu [de tribus vestris] (Deut. 1, 13-15). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;"El hombre espiritual no puede ser juzgado por el no espiriritual" (1 Cor. 2, 15). Ahora bien, las sectas son obras de la carne (Gal. 5, 20). Luego, los fieles, hombres espirituales, no pueden ser juzgados por el papa que ha incurrido en doctrina sectaria. Si Cristo "aborrece" a los herejes ("Et Ego Odi", Apoc. 2,6), no les concede poder para gobernar a los hijos de Dios. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por lo tanto, de este modo se concluye que el papa herético dejó "ipso facto", por sí mismo, por renuncia tácita a su cargo, de tener la jurisdicción papal, de ser papa. Y, por lo tanto, que no es el papa herético un papa que deba ser depuesto [deponendus], como pretendieron algunos teólogos refutados por San Roberto Belarmino. Ningún ser humano depone la autoridad suprema; sin embargo, ella puede perder el cargo en razón de su propia voluntad cismática en relación a la autoridad divina inherente a su cargo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tal doctrina trae consigo responsabilidad para los Obispos que permanecieron fieles a la doctrina de la Iglesia. A ellos les corresponde ordenar la Iglesia, restablecer el orden jurisdiccional. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Que ninguno alegue la imposibilidad de la vacancia cuando es el hereje quien por su voluntad propia rechaza la jurisdicción ordinaria al cargo papal, causando la vacancia: "&lt;b&gt;ipso facto vacant&lt;/b&gt;", enseñó la Iglesia sobre los cargos de jurisdicción ordinaria. La Iglesia "&lt;b&gt;admite&lt;/b&gt;" la vacancia.&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="FONT-WEIGHT: bold; TEXT-ALIGN: right"&gt;Homero Johas &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(De la Revista "ROMA", nº 95,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;agosto de 1986)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-3161414841485294777?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/3161414841485294777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=3161414841485294777' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/3161414841485294777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/3161414841485294777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/03/renuncia-tacita-al-sumo-pontificado-ab.html' title='RENUNCIA TÁCITA AL SUMO PONTIFICADO &quot;AB IPSO JURE ADMISSA&quot;'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-7001791536126463267</id><published>2009-03-12T11:42:00.000-03:00</published><updated>2009-03-17T13:51:27.331-03:00</updated><title type='text'>Sedevacantismo refutado? (Parte II)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dizem os opositores do sedevacantismo que a bula &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Cum Ex Apostolatus"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; foi em sua essência mitigada ou mesmo contraditada pelas disposições doutrinais de seu sucessor, o papa Pio IV – dado que o mesmo teria defendido em documentos referentes à eleição papal que &lt;em&gt;"ninguém pode ser excluído da eleição sob pretexto de que está excomungado ou incorreu em alguma censura"&lt;/em&gt; e ainda &lt;em&gt;"publicou uma declaração segundo a qual todos os que haviam incorrido em alguma censura, em excomunhão ou outra condenação por causa de heresia podiam submeter outra vez sua causa a uma nova averiguação judicial, não obstante todas as sentenças de seus predecessores"&lt;/em&gt; – bem como posteriormente &lt;em&gt;"foi ab-rogada (sic) pelo Código de Direito Canônico (1917), incorporando-se a este parte do que aquela legislava"&lt;/em&gt;. Assim, a bula tão citada pelos católicos que guardam a posição sedevacantista é considerada apenas uma fonte histórica de relevância, apenas, mas não pode ser tida como fundamento para a defesa doutrinal da inelegibilidade de um herético para o pontificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responderemos uma a uma tais questões, demonstrando aonde existem os vácuos e lacunas argumentativas, bem como os saltos indutivos impróprios e embasados apenas em ignorância acerca daquilo que nos ensina a fé católica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se retomar agora também a distinção dos dois tipos de impedimento anteriormente mencionados: os provenientes de direito divino e os provenientes meramente de direito eclesiástico. E porquê? Pois essa mesma distinção está nos textos da Igreja: há documentos de cunho doutrinal, outros de cunho disciplinar. Mas em muitos dos textos da Igreja há também uma mistura dessas duas características, contendo ora partes de matéria disciplinar que é passível de mudança, ora contendo partes de ensinamentos doutrinários, que não são passíveis de serem mudados. Essa distinção é fundamental para que compreendamos posteriormente o caráter atual da bula &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Cum Ex Apostolatus"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, de Paulo IV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, de acordo com nossos opositores, há uma afirmação de Pio IV que contradiria a bula de Paulo IV. Mas será isso verdade? Vemos francamente que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, lembremo-nos que o documento de Pio IV - a constituição &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"In Elegendis"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - é a fonte citada para o argumento de nossos opositores (já anteriormente refutado na primeira parte deste artigo) e que esta é baseada nas disposições originais da constituição &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Ne Romani" &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(estabelecida durante o Concílio de Viena), de Clemente V. São as constituições de Pio IV e de Clemente V também dois dos vários textos-base dos documentos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Vacante Apostolica Sede"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, de São Pio X; e da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Vacantis Apostolicae Sedis"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; de Pio XII - ambos tratando das normas a serem aplicadas quando da vacância da sé apostólica de São Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses textos, por sua vez, deixam bastante claro qual é o significado da suspensão das excomunhões: quaisquer censuras – ressalvamos novamente – &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;eclesiásticas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; estão suspensas &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; durante&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; o conclave. Verifiquemos agora excertos significativos da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Vacante Apostolica Sede", §29&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;"Nullus Cardinalium, cuiuslibet excommunicationis, suspensionis, interdicti&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;aut alius ecclesiastici impedimenti praetextu&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;vel causa a Summi Pontificis electione activa et passiva excludi ullo modo potest; quaas quidem censuras et excommunieationes ad effeetum huiusmodi electionis tantum, illis alias in suo robore permansuris, suspendimus"&lt;/em&gt; ; e da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Vacantis Apostolicae Sedis", §34&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;"Nullus Cardinalium, cuiuslibet excommunicationis, suspensionis, interdicti &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;aut alius ecclesiastici impedimenti praetextu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; vel causa a Summi Pontificis eleetione attiva et passiva exeludi ullo modo potest; quas quidem censuras ad effetram huiusmodi electionis tarituro, illis alias in suo robore permansuris, suspendimus".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo as constituições &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"In Elegendis"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Ne Romani"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, também as medidas disciplinares da suspensão das excomunhões de direito eclesiástico são de caráter francamente interno ao da Igreja Católica. Isto é perceptível ao atentarmo-nos ao texto de ambos documentos, que com cristalina com cristalina evidência manifestam qual a razão para se suspender as excomunhões eclesiásticas: evitar cismas e divisões no seio da Igreja Católica. Dizem os textos: &lt;em&gt;"Et ne &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;dissensionis occasio aut schismatis&lt;/span&gt; oriatur(...)"&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"In Elegendis" §29&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;); e também: &lt;em&gt;"Ceterum, ut circa electionem praedictam eo magis vitentur &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;dissensiones et schismata&lt;/span&gt;(...)"&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Ne Romani" §4&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cismas, logicamente, só podem partir de dentro da Igreja. Donde, quem está fora da Igreja por impedimento de Direito Divino – como um apóstata ou herege público – sequer pode ser considerado como referenciado nessas constituições, dado que eles já não mais possuem o caráter de membros da Igreja. É absurdo presumir coerência quando a espécie &lt;em&gt;"membro principal da Igreja" &lt;/em&gt;(ou seja, o papa) não pertença ao gênero de &lt;em&gt;"membro da Igreja"&lt;/em&gt;. Ou seja: como podem argumentar nossos opositores que a Igreja fala da suspensão unilateral de quaisquer tipos de excomungados (um tipo de &lt;em&gt;"reitegração temporária forçada"&lt;/em&gt; à unidade católica) sendo que ela mesma não pode levantar alguns tipos de excomunhões latae sententiae sem a colaboração dos penalizados? Nesses casos, no máximo, a Santa Madre Igreja declara estarem as excomunhões de fato e praticamente &lt;em&gt;já levantadas pelo próprio arrependimento ou conversão do penalizado&lt;/em&gt;, e não por uma pretensa ação jurídica da Igreja que seria capaz de mudar por decreto a vontade e a crença de um herege, reintegrando-o na marra ao Corpo Místico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflitamos mais um pouco na concretização da possibilidade defendida por essa desviada pantomima da fé católica, isto é, a eleição de um candidato herege ao sumo pontificado. Façamos uma &lt;em&gt;"reductio ad absurdum"&lt;/em&gt;. Dado que as disposições do direito eclesiástico afirmam que as excomunhões seriam suspensas apenas durante o conclave para efeitos de eleição passiva e ativa, como agiriam nossos opositores se, após o conclave, fosse eleito um &lt;em&gt;"papa"&lt;/em&gt; cuja pena de excomunhão por heresia foi suspensa e novamente a mesma recaísse no sujeito eleito, logo após o fim do conclave? Teríamos ou um papa imediatamente &lt;em&gt;"excomungado"&lt;/em&gt; – e a sé ficaria vacante novamente em virtude do cânone &lt;strong&gt;&lt;em&gt;188 §4 do Código de Direito Canônico&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (CDC) &lt;strong&gt;&lt;em&gt;de 1917&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ou um &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"papa herege explícito"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, obrigando em consciência todos os católicos se submeterem sob a pena de &lt;strong&gt;NÃO SEREM SALVOS&lt;/strong&gt; (cf. Papa Bonifácio VIII, na &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Unam Sanctam"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;: &lt;em&gt;"Por isso, declaramos, dizemos, definimos e pronunciamos que é absolutamente necessário à salvação de toda criatura humana estar sujeita ao romano pontífice."&lt;/em&gt;) a um homem que já defeccionou explicitamente da fé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer um dos casos, teríamos uma estupidez sem precedentes. Dado que as leis deveriam ser, em primeiro lugar, disposições de ordem racional visando o bem comum de uma sociedade, é inadmissível conceber quaisquer dessas opções exdrúxulas como viáveis para um católico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fossem verdadeiras as aberrantes teses de nossos oponentes, a Igreja seria – falemos como néscios – no mínimo muito insensata ao, durante toda a tecitura da História, não ter levantado todas as excomunhões de todos os hereges! Afinal, decretando-se que todos os hereges não estão mais excomungados (e pressupondo sempre a indefectibilidade da Igreja), ipso facto, os mesmos passariam a acreditar em tudo o que a Igreja ensina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haja &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"pensamento mágico"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica assim à mostra que é da fulgaz incompreensão do documento de Pio IV que se cria o artifício para advogar a invalidade de uma argumentação sedevacantista fundamentada na bula &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Cum Ex Apostolatus"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro erro de nossos opositores está na desacertada classificação da bula, pois consideram que a mesma estaria dentro daquela categoria de documentos que o direito canônico chama &lt;em&gt;"ab-rogados"&lt;/em&gt;. Porém, é impossível que tal documento seja totalmente ab-rogado, porque ele contém disposições de Direito Divino acerca do poder de jurisdição eclesiástica dos hereges (cf. citações anteriores da primeira parte deste artigo; cf.&lt;strong&gt;&lt;em&gt; artigo 6º do CDC de 1917&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;). Isso significa que mesmo todo o resto da bula fosse extirpado, essa parte jamais poderia sê-la – pois se admitissem isso nossos opositores, os mesmos admitiriam também que as coisas de Direito Divino poderiam ser alteradas pelas disposições da Igreja, coisa já francamente condenada no passado pelo Magistério Católico (cf. Papa Pio IX, &lt;strong&gt;Denzinger-Hünermann 3114&lt;/strong&gt;). Sendo assim, é evidente que a bula não foi &lt;em&gt;ab-rogada&lt;/em&gt; – isto é, perdeu toda a sua efetividade em todos os seus conteúdos – mas sim &lt;em&gt;derrogada&lt;/em&gt; – isto é, perdeu sua efetividade apenas em alguns dos seus conteúdos; pois é impossível que o Direito Divino perca a sua efetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante ressalvar, por motivo de justiça, que a bula perdeu seu poder relativo às disposições que não foram incorporadas no CDC de 1917. O estabelecimento de regras de vacância para autoridades de jurisdição política, por exemplo, os cargos de conde, barão, marquês, rei e imperador que são nominalmente citados na bula, estão revogados pela força do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;artigo 6, §6 do CDC de 1917&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que diz: &lt;em&gt;"Se alguma das demais leis que até agora se tinham como vigentes não se contém nem explícita nem implicitamente no Código, há de afirmar-se delas que &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;perderam todo o seu valor,&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;a não ser que se encontrem em livros litúrgicos aprovados ou &lt;strong&gt;são leis de direito divino, seja positivo ou natural&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mas como dizer o mesmo das disposições concernentes à vacância dos cargos de homens heréticos? No cânone &lt;strong&gt;&lt;em&gt;188,§4&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e no cânone &lt;strong&gt;&lt;em&gt;2314,§1 e §3&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, temos a incorporação das normas disciplinares da Bula de Paulo IV. Direito Divino aí aplicado, com &lt;em&gt;"validade perpétua"&lt;/em&gt; – para repetir as frases de Sua Santidade, Giovanni Pietro Carrafa, o papa autor da bula "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cum Ex Apostolatus"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continunando a nossa exposição das inverdades apresentadas pelos nossos oponentes, um terceiro erro seria considerar que o novo julgamento dos condenados em processos inquisitoriais pelo papa Paulo IV seria uma demonstração cabal de que as normas baixadas pela &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Cum Ex Apostolatus"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; eram completamente relativas, meramente eclesiásticas e, por isso mesmo, absolutamente dispensáveis se assim outro papa quisesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz o teólogo sedevacantista Homero de Oliveira Johas acerca desse assunto algo bastante esclarecedor: &lt;em&gt;"Supondo ser verdadeiro o que Pe. Ceriani diz sobre Pio V(...), nada mudaria na [validade da] bula de Paulo IV. A aplicação justa de uma lei universal ao caso singular, por sentença 'ab homine', não é o caso da vacância 'ipso facto' da Bula. E, mesmo em sentença nominal, se um juiz aplicou injustamente uma pena a um caso singular, isso em nada altera a lei a ser aplicada justamente. O Pe. Ceriani, entretanto, insinua que a própria lei em si, a 'definição' é injusta, o que é insubmissão contra a lei de Deus e da Igreja, além de ser contradição: [dado que] ele mesmo afirma que São Pio V, em outra bula* repetiu as normas de Paulo IV (Bula* &lt;strong&gt;"Inter Multiplices"&lt;/strong&gt;) Logo, a alegação é inepta, tendenciosa, sofística."&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;cf. Revista Roma, nº 122 – 1992;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; * Na verdade, não é uma bula, mas sim uma carta &lt;em&gt;'motu próprio'&lt;/em&gt;). Noutros termos, poderíamos usar aqui o famoso adágio &lt;em&gt;"o abuso não condena o uso".&lt;/em&gt; Que querem os opositores do sedevacantismo? Querem que admitamos que revisão das condenações por heresia seja uma condenação do próprio critério utilizado para serem condenados os heréticos, bem como para os mesmos sofrerem as conseqüências da heresia. Ora, se a base para esse salto indutivo era a possibilidade dos condenados por heresia se submeterem a uma nova inquisição judicial acerca da heresia por causa da qual eles tinham sido condenados, estamos completamente certos de que tal conclusão – confrontada com a esclarecedora exposição proveninente do artido de H.Johas acima – não vale nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, esquadrinhando a essência das teses dos opositores do sedevacantismo, observamos que elas não são tão bem enraizadas quanto eles gostam de fazer acreditar os incautos. Pelo contrário, erram inclusive em pontos que deveriam ser entendidos por todos os católicos, desde os tempos de suas primeiras aulas de catequese.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, a imprudência desses senhores é grande: condenam o que desconhecem e desconhecem o que condenam. Preconceito, juízo temerário, precipitação. Para tais pessoas, tão grande é a cegueira preconceituosa na qual se encontram, mas realmente tão grande, que aos poucos dão, espantosamente, um novo significado à expressão &lt;em&gt;"ignorância invencível"&lt;/em&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Que Deus nos ajude a sempre permanecermos fiéis à verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-7001791536126463267?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/7001791536126463267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=7001791536126463267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7001791536126463267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7001791536126463267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/03/sedevacantismo-refutado-parte-ii.html' title='Sedevacantismo refutado? (Parte II)'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-8533611170814211501</id><published>2009-03-09T19:20:00.001-03:00</published><updated>2011-05-16T18:03:07.265-03:00</updated><title type='text'>Lema dos Católicos Tradicionais</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/03/lema-dos-catolicos-tradicionais.html"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;b&gt;Lema dos Católicos Tradicionais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Nós somos o que vocês um dia foram.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Nós acreditamos no que vocês um dia acreditaram.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Nós veneramos aquilo que vocês um dia veneraram.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Se vocês estavam certos naquele tempo, estamos certos no presente.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Se estamos errados agora, vocês estavam errados naquele tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://www.fisheaters.com/clearroses.gif" style="cursor: hand; display: block; height: 86px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 410px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;Traditional Catholics' Motto&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;We are what you once were.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;We believe what you once believed.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;We worship as you once worshipped.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;If you were right then, we are right now.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;If we are wrong now, you were wrong then.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-8533611170814211501?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/8533611170814211501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=8533611170814211501' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8533611170814211501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8533611170814211501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/03/lema-dos-catolicos-tradicionais.html' title='Lema dos Católicos Tradicionais'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-655003727327061028</id><published>2009-03-06T10:53:00.000-03:00</published><updated>2009-03-06T11:18:33.033-03:00</updated><title type='text'>Sedevacantismo refutado? (Parte I)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Diz um antigo adágio, provavelmente – não me lembro bem – tecido por um padre confessor: &lt;em&gt;"Diante de evidências manifestas, mais justo e humilde é acusar que escusar".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos, no entanto, como é difícil dobrar a vontade humana diante das evidências de algo que não queremos aceitar. Por pura resistência em admitir o erro da posição anteriormente guardada, acaba-se dando falsas excusas para atos e fatos, consentindo que o orgulho prevaleça diante destes e daqueles, tornando com isso a verdade apenas um mero apêndice pouco importante. Escusamos o erro e o errático no lugar de acusarmos ambos. E, se dos erros tiram-se conclusões inevitavelmente perturbadoras, as escusas multiplicam-se ainda mais, no intuito de sanar a priori os efeitos de algo com que não queremos confrontar quiçá a mera possibilidade – quanto mais a &lt;em&gt;evidência&lt;/em&gt;! – de ser verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos tradicionalistas resistentes ao "Concílio" Vaticano II que não são sedevacantistas costumam dar inúmeras excusas para prolongar ad infinitum a sujeição nominal aos "papas" na igreja pró-CVII, mesmo considerando os ensinamentos e doutrinas propaladas pelo CVII e após este como errôneas, cismáticas ou inclusive heréticas, dando a seus defensores o epíteto de, ao menos, heréticos materiais. Sujeitam-se à pessoa que crêem ser papa, mas não se sujeitam, em todas as coisas devidas, nem ao seu magistério nem à sua jurisdição imediata, sob a alegação de que "resistem" em face de injustiças, pois tais papas seriam heréticos materiais professores de doutrinas errôneas e trabalhariam em favor da destruição da Igreja Católica, destruição que seria lícito resistir mesmo sob a gravíssima necessidade de sujeição ao romano pontífice (cf. Papa Bonifácio VIII, Bula &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Unam Sanctam"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – "Por isso, declaramos, dizemos, definimos e pronunciamos que é absolutamente necessário à salvação de toda criatura humana estar sujeita ao romano pontífice").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perguntados sobre a pertinácia desses "papas", muitos deles argumentam que mesmo que fossem heréticos tais homens antes de serem papas, ainda sim eles poderiam ser "válida e licitamente sagrados" pontífices. E para defender tal afirmação espúria, dizem que na constituição &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Vacantis Apostolicae Sedis"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, promulgada pelo Papa Pio XII, no §34, afirma-se nenhum cardeal excluído ficar da eleição passiva ou ativa do Sumo Pontífice por motivo de excomunhão, suspensão ou interdito; logo, deste mesmo modo, quaisquer homens que mesmo segundo tais aparentes impedimentos doutrinais (isto é, mesmo sendo heréticos) fossem sagrados papas, poderiam efetivamente estar no comando supremo da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se confrontados com a bula &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Cum Ex Apostolatus"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, promulgada pelo Papa Paulo IV, a qual define ser a eleição de qualquer indivíduo herético/cismático instantaneamente nula e claramente inválida, dizem: "Ah! Tal bula já foi revogada pela Igreja Católica há muito tempo - . As disposições nela contidas são improcedentes para a aplicação moderna. Anacrônicas! Não é por meio delas que se pode afirmar serem inválidos tais papas hodiernos". E rejubilam-se em suas desleais escusas contra a indefectibilidade e contra a doutrina comum da Santa Madre Igreja provando, pelos seus atos e palavras, a sobejada audácia desses senhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo isso, estes crêem darem-se a si mesmos provas de que não são cismáticos e, numa adesão formal à figura individual que se assenta (materialmente) sobre a Sé de São Pedro, acreditam por isso também estarem concretamente fiéis a um verdadeiro papa. Diante de tal contraditório ensinamento e práxis, cria-se também a falsa idéia de que os sedevacantistas seriam, per se, defensores de uma doutrina errônea acerca do sumo pontífice, isso quando esta não é categorizada, coisa infelizmente não rara, como herética ou cismática. Isso porque desobedeceriam as deliberações da Igreja acerca da obrigatória sujeição ao romano pontífice – mesmo que puramente nominal, como a deles – pregando que os "papas" Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI e que em Roma estão ou estiveram empossados na Sé de São Pedro eram antes da eleição hereges, e estes nunca poderiam ser eleitos validamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a verdade é bem outra. Pretendemos mostrar aqui que essas proposições de pouco ou nada valem diante daquilo que a Santa Madre Igreja ensinou sobre a questão da eleição de um herege como papa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verifiquemos primeiramente os erros da tese de que mesmo um candidato excomungado poderia ser eleito papa, baseada na &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Vacantis Apostolicae Sedis"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de Pio XII. A argumentação de nossos oponentes pode ser reduzida a um silogismo simples, que diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Premissa Maior:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Nenhum tipo de impedimento incorrido por um cardeal (excomunhão, suspensão ou interdito) é obstáculo para o mesmo eleger um papa ou ser eleito papa";&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Premissa Menor:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Ora, "X é um cardeal que está sob um impedimento de excomunhão, por ser herético";&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Logo, "X não pode ser impedido de ser eleito papa ou de eleger um papa".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O erro desse silogismo está na consideração universal da premissa maior, deduzida erroneamente duma leitura apressada da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Vacantis Apostolicae Sedis".&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo este documento promulgado por papa Pio XII, não são quaisquer impedimentos que não são obstáculo para um cardeal eleger ou ser eleito papa, mas tão somente os impedimentos eclesiásticos. O parágrafo 34 do decreto referido afirma: &lt;em&gt;"…aut alius &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;ecclesiastici&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; impedimenti praetextu"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque há impedimentos e excomunhões (anátemas) que são provenientes não apenas de direito eclesiástico, mas também de Direito Divino (cf. tópico "Impedimentos Canônicos" - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Canonical Impediments"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, da Catholic Encyclopedia-1917, que diz: &lt;em&gt;"The impediment, in other words, the restriction or suppression of the juridical capacity of the agent, may arise from natural laws from Divine law, or from human law, ecclesiastical or civil".&lt;/em&gt; – "O impedimento, noutras palavras, a restrição ou supressão da capacidade jurídica do agente, pode advir de leis naturais, da lei Divina ou da lei humana, [seja] eclesiástica ou civil") – e a Igreja sobre estes últimos impedimentos não possui poder algum, dado que ela mesma é submissa ao Senhor e à sua Lei, e não o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo também que a Igreja nos ensina que nem mesmo o papa – o possuidor do maior cargo dentro da Santa Madre Igreja Católica – é isento de se submeter em tudo ao Direito Divino (cf. Papa Pio IX, Denzinger-Hünermann 3114), e sabendo que por Direito Divino os heréticos são privados da possibilidade de receberem quaisquer cargos na Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, (cf. tópico "Impedimentos Canônicos" - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Canonical Impediments"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, da Catholic Encyclopedia-1917, que diz: &lt;em&gt;"A heretic, (...) is incapable of acquiring spiritual jurisdiction"&lt;/em&gt; – "Um herético (...) é incapaz de receber jurisdição espiritual". Vide também M.Coronata, no &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Institutiones Juris Canonici"&lt;/strong&gt;,&lt;/em&gt; 1:312.: &lt;em&gt;"What is required by divine law for this appointment.… For validity it is also required that the person appointed be a member of the Church. Heretics and apostates - at least public ones - are therefore excluded."&lt;/em&gt; – "O que é requerido pela lei divina para esta designação… Para a validade é necessário que a pessoa designada seja um membro da Igreja. Heréticos e apóstatas – pelo menos aqueles públicos – são conseqüentemente excluídos". Vide ainda P. Maroto, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Institutiones Iuris Canonici"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, 2:784 – &lt;em&gt;“Heretics and schismatics are barred from the Supreme Pontificate by the divine law itself"&lt;/em&gt; – "Heréticos e cismáticos são barrados do Sumo Pontificado pela lei Divina mesma") ainda mais propriamente o sumo pontificado, a patência dessa falácia pseudotradicionalista mostra-se em toda sua desprezível falsidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso que afirmamos não é arbitrário: está manifesto de modo cristalino no Direito da Igreja. No cânone 2314 do&lt;strong&gt;&lt;em&gt; "Código de Direito Canônico" &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(1917), §1 - &lt;em&gt;"Todos os apóstatas da fé cristã e todos e cada um dos hereges e cismáticos: 1º Incorrem ipso facto em excomunhão"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também no Sagrado Magistério da Igreja – coativo a todas as consciências dos católicos em matéria de Magistério Ordinário Universal – está explícito tal ensinamento. Na &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Mystici Corporis"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; §22, Pio XII ensina-nos que os &lt;em&gt;"Nem todos os pecados, embora graves, são de sua natureza tais que separem o homem do corpo da Igreja como fazem os cismas, a heresia e a apostasia"&lt;/em&gt;. E na &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Satis Cognitum"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; de Leão XIII, §37, está escrito claramente: &lt;em&gt;"É absurdo que presida na Igreja quem está fora dela"&lt;/em&gt;. Nas Sagradas Escrituras também encontramos passagens referentes a essa verdade de Direito Divino (Tit 3,10-11; Gal 1,8-9; 2 Cor 6,14-18; Jo 3,18; 2 Jo 10-11), bem como nos decretos do 3º e 5º Concílios Ecumênicos da Igreja Católica (Éfeso e II de Constantinopla).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente isso também quando analisamos a estrutura da Santa Madre Igreja por meio de uma perspectiva sociológica, usando a força da sã razão humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Católica é uma sociedade de fé, de instituição Divina. Para se fazer parte dela, deve-se crer e agir conforme aquilo que é necessário e essencial à pertença nela – só que aquilo que é necessário crer e fazer para pertencer à Igreja não está totalmente sob o poder dela: há determinadas normas que sim (as excomunhões de direito eclesiástico, que a Igreja mesma estabeleceu), e outras que não (as excomunhões de Direito Divino, diante das quais a Igreja apenas se submete). Sabendo que um herético é aquele indivíduo que nega ao menos uma das proposições que devem ser cridas ou realizadas pelos integrantes dessa sociedade, evidentemente a partir do momento em que um dos membros da Igreja se torna um herege, ele se exclui do grupo social desta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excluindo-se de um grupo social uma determinada pessoa, qualquer cargo desse mesmo grupo que por aquela pessoa for exercido, só poderá de fato ser exercido por essa pessoa e ao mesmo tempo não ser contra a natureza do grupo em uma circunstância: se o próprio grupo social – naquilo que lhe é competente – permitir que tal pessoa exerça o determinado cargo. Ora, como a Igreja não possui poder para modificar aquilo que Deus mesmo estabeleceu (isto é, as excomunhões de Direito Divino), temos então que a Igreja só poderia permitir que uma pessoa excomungada exercesse um cargo nela quando a excomunhão fosse proveniente de uma lei meramente eclesiástica. Dado que a exclusão do herético na Igreja é uma exclusão que por Direito Divino foi estabelecida, a Igreja nada pode fazer para tornar aquele excomungado um encarregado de qualquer coisa dentro dela – ela não possui jurisdição nem poder para tanto. Tal está exclusivamente em Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que os pseudotradicionalistas terminam por defender com isso é que a Igreja seria capaz de fazer algo que nem mesmo Deus teria permitido ela fazer. Dão à Igreja um poder que a ela não pertence. Pervertem a compreensão do poder da Igreja, tal como o Chanceler Bismarck perverteu, achando-a com jurisdição mesmo sobre as coisas divinamente instituídas. É como se dissessem: &lt;em&gt;"A Igreja tem o poder de alterar o conteúdo dos Evangelhos, a revelação pública de Nosso Senhor Jesus Cristo ou os Dez Mandamentos"&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absurdos, tanto os provenientes do exemplo ilustrativo quanto os acima realmente enunciados, não podem ser aceitos por católicos sérios. Tamanha incompreensão sobre a verdadeira natureza da ação da Igreja ao suspender os impedimentos durante um conclave só confunde as almas católicas ao invés de levá-las a compreender corretamente a situação atual dos "papas" da igreja conciliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confrontados com essa exposição dessa estultice, certamente já se apoiariam com menos ardor num exemplo histórico que antes pretenderam que fosse a imagem concreta da doutrina defendida. Mas supondo ainda muitos não estarem convencidos até que se prove igualmente essas imagens não procederem na justificação de suas objeções, convém atinarmo-nos para tal problema.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-655003727327061028?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/655003727327061028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=655003727327061028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/655003727327061028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/655003727327061028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/03/sedevacantismo-refutado-parte-i.html' title='Sedevacantismo refutado? (Parte I)'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-6709995144159869311</id><published>2009-02-28T00:42:00.001-03:00</published><updated>2011-05-16T18:04:51.893-03:00</updated><title type='text'>Introdução à meditação (Anônimo)</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Caríssimo,&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por meio desta pequenina contribuição, desejo dar-lhe alguns conselhos que talvez possam ajudar-lhe em suas vivas aspirações por um desenvolvimento na meditação cristã. Por isso, em primeiro lugar, farei uma breve introdução ao tema 'meditação', e depois farei a exposição de um método que aprendi por conta própria, com minha experiência. Sinta-se livre para usar outros modos, esse é apenas um - e duvido que seja dos mais perfeitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Sendo assim, e rogando a Jesus Cristo através da intercessão da Santíssima Virgem Maria para que aproveites como convém este artigo, dou lugar à exposição.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;1-) Meditar, o que é?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Em que se consiste a meditação? Quando se diz que alguém está meditando, o que de fato tal pessoa está fazendo? Quais são os fundamentos de uma meditação bem feita?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os monges budistas meditam. Os enclausurados católicos meditam. Os filósofos meditam. Mesmo um trabalhador do campo ou um operário de chão de fábrica pode meditar.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A meditação, considerada de modo abrangente, é o concentrar-se, é o ato de fixar a sua atenção em um determinado objeto. Há graus mais ou menos intensos de meditação, segundo a gradação e a quantidade de referenciais intelectuais/sensorais/volitivos voltados para o mesmo objeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não vou me ater aos diferentes tipos de meditação, pois esse manual não possui a pretensão de tornar-se um tratado sobre o tema. Agora,vou ensinar-te os primeiros passos da meditação cristã, a fim de que não percas o progresso espiritual até agora conquistado, e também para que possas tornar-te um homem melhor, através da conformação da sua vida à vida de Cristo e dos seus santos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;2-) Exemplos de meditadores e do valor da meditação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Nas Sagradas Escrituras, há um perpétuo convite à meditação. Diz o Salmo 1,2: "Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita sua lei dia e noite." No Salmo 48, 2-4: "Escutai, povos todos; atendei, todos vós que habitais a terra, humildes e poderosos, tanto ricos como pobres. Dirão os meus lábios palavras de sabedoria, e o meu coração meditará pensamentos profundos." E no 76,12-13: "Das ações do Senhor eu me recordo, lembro-me de suas maravilhas de outrora. Reflito em todas vossas obras, e em vossos prodígios eu medito." Essas passagens são explícitas demonstrações práticas de meditação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Jesus Bem Sirac escreve, inspirado por Deus, no Sexto capítulo do livro de Eclesiástico: "Meu filho, se me ouvires com atenção, serás instruído; se submeteres o teu espírito, tornar-te-ás sábio. Se me deres ouvido, receberás a doutrina. Se gostares de ouvir, adquirirás a sabedoria. Permanece na companhia dos doutos anciãos, une-te de coração à sua sabedoria, a fim de que possas ouvir o que dizem de Deus, e não te escapem suas louváveis máximas. Se vires um homem sensato, madruga para ir ter com ele, desgaste o teu pé o limiar de sua porta. Concentra teu pensamento nos preceitos de Deus, sê assíduo à meditação de seus mandamentos. Ele próprio te dará um coração, e ser-te-á concedida a sabedoria que desejas."(33-37).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;E a Virgem Maria, exemplo sublime de todo homem que medita, é mostrada pelas escrituras como exemplo clássico de meditadora. Em Lucas 2, lemos: "Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. O anjo disse-lhes: Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: Hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura. E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência (divina). Depois que os anjos os deixaram e voltaram para o céu, falaram os pastores uns com os outros: Vamos até Belém e vejamos o que se realizou e o que o Senhor nos manifestou. Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura. Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino. Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores. Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração. Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito.".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Jesus também desejava que os homens meditassem santamente, refletindo nas ações dele e nos prodígios de Deus, bem como em seus mistérios: "Jesus advertiu-os: Abri os olhos e acautelai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes! E eles comentavam entre si que era por não terem pão. Jesus percebeu-o e disse-lhes: Por que discutis por não terdes pão? Ainda não tendes refletido nem compreendido? Tendes, pois, o coração insensível? Tendo olhos, não vedes? E tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais mais? Ao partir eu os cinco pães entre os cinco mil, quantos cestos recolhestes cheios de pedaços? Responderam-lhe: Doze. E quando eu parti os sete pães entre os quatro mil homens, quantos cestos de pedaços levantastes? Sete, responderam-lhe. Jesus disse-lhes: Como é que ainda não entendeis?..."(Lc 8,15-21).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Em parábolas Jesus falava exatamente para fazer com que os seus ouvintes refletissem e meditassem na palavra de Deus. Em Marcos 13, diz o Senhor: "Aquele que tem ouvidos, ouça. Os discípulos aproximaram-se dele, então, para dizer-lhe: Por que lhes falas em parábolas? Respondeu Jesus: Porque a vós é dado compreender os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não. Ao que tem, se lhe dará e terá em abundância, mas ao que não tem será tirado até mesmo o que tem. Eis por que lhes falo em parábolas: para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não ouçam nem compreendam. Assim se cumpre para eles o que foi dito pelo profeta Isaías: Ouvireis com vossos ouvidos e não entendereis, olhareis com vossos olhos e não vereis, porque o coração deste povo se endureceu: taparam os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, nem seu coração compreenda; para que não se convertam e eu os sare (Is 6,9s). Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem! Eu vos declaro, em verdade: muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não ouviram." (9-17).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A expressão "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" refere-se exatamente a isso: quem fica atento para a realidade que agora diante de vós é manifesta, que a aceite! E para tal intento, a reflexão, a meditação é um instrumento privilegiado, pois abre-nos a atenção para aquilo que está diante de nós, mas não vemos; está sendo dito, mas não está sendo escutado... A meditação ajuda-nos a discernir a verdade, e ajuda-nos a adequarmo-nos a ela assim que esta for compreendida e manifesta. É um dos métodos para se aproximar à Verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O valor da meditação nas coisas é importante para delas extrairmos verdades simples, fundamentais. E, se nas coisas do mundo a meditação é necessária, nas coisas do alto, não seria? Se para as coisas indignas há meditação, não haverá meditação para as dignas??&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;3-) O ato da meditação cristã&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Fixarmos a nossa atenção em determinado objeto é bom, pois nos ajuda a compreender o objeto, as verdades a ele inerentes, e as verdades e exemplos que esse mesmo objeto traz consigo. Há diferentes objetos de meditação (objetos sobre os quais refletimos). O mais digno deles é Deus mesmo, a Verdade mesma, o Amor mesmo, o Supremo Ser.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A meditação cristã visa essencialmente contemplar através da intencionalidade espiritual dirigida para os acontecimentos da história da Salvação, desde o antigo testamento até a vida dos santos atuais, a sua principal e máxima fonte de reflexão: a anunciação, o nascimento, desenvolvimento, vida, paixão, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus vivo, o Intelecto de Deus encarnado – Caminho, Verdade e Vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Sendo assim, nosso principal objeto é meditar na vida de Cristo. É meditar sobre Cristo, em Cristo, por Cristo e para Cristo. É meditar nas ações, sentimentos, ensinamentos d'Ele. É aprender com o Supremo Mestre. É buscar beber da fonte de água viva da Verdade Divina que entre nós viveu, morreu e ressuscitou.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Prova disso é aquilo que Jesus disse à Marta, irmã de Lázaro: "Estando Jesus em viagem, entrou numa aldeia, onde uma mulher, chamada Marta, o recebeu em sua casa. Tinha ela uma irmã por nome Maria, que se assentou aos pés do Senhor para ouvi-lo falar. Marta, toda preocupada na lida da casa, veio a Jesus e disse: Senhor, não te importas que minha irmã me deixe só a servir? Dize-lhe que me ajude. Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, andas muito inquieta e te preocupas com muitas coisas; no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada." (Lc 10,38-42)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Cada ato de Cristo, cada expressão, ensinamento, palavra, cada aspecto de Jesus, cada tentativa de imitação de Cristo na vida dos santos... tudo isso deve ser objeto de nossa meditação cristã.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;E como o Senhor Jesus era o Cordeiro de Deus, o cordeiro perfeito sem mancha de espécie alguma, também nós devemos procurar sermos como Ele. Mas como seremos Cristo sem a ele nossa mente, nossa vontade e nossas ações estarem conformadas? Como é que passaremos a imitar a Cristo se não temos conhecimento do quê imitar?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;É para isso que a meditação cristã existe. Ela é um meio, e não um fim em si mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;4-) Como meditar?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O método da meditação cristã pode ter como objeto qualquer coisa que leve alguém a compreender e conformar melhor a sua vida à vida de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A meditação mais conhecida e certamente a mais praticada dentre os meios cristãos é  meditação dos Mistérios do Santo Rosário Mariano. Mistérios Gozosos, Dolorosos e Gloriosos da vida de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Como a vida de Cristo é perfeitamente humana e perfeitamente divina, assim creio que também deve ser a meditação cristã: ela deve cotejar aspectos sensoriais, volitivos, intelectuais e espirituais em sua meditação, dentro de um recorte que é o próprio objeto da meditação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;E como a meditação é um processo intelectivo de concentração intencional sobre um acontecimento(fato), um ensinamento(doutrina) ou uma pessoa(indivíduo), é importante evitar todo tipo de distração – intelectiva, volitiva ou sensorial. Que seus sentimentos, vontade e ação estejam completamente submersos no ato da meditação. Se quiserdes fechar os olhos, isso será um instrumento facilitador para evitar a dispersão do espírito. Se quiser desligar o celular, o telefone, a televisão... se quiser ir para um lugar silencioso, evitar contatos com o exterior, evitar estar com desconforto físico, etc. Tudo isso é fundamental para centrar-se em pensamentos dignos e frutuosos durante meditação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Meu método não é um método perfeito. Ele é adequado segundo nas necessidades, o objeto, as minhas disposições e as disposições do ambiente no qual estou, etc. Sintam-se livres para discordar de mim e encontrar meios mais perfeitos, pois creio ser minha contribuição bastante pequena nessa área.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Explico como meditar, por exemplo, através dum acontecimento bíblico: a Anunciação da encarnação de Cristo feita pelo anjo Gabriel à Santíssima Virgem Maria. Vejamos o relato no livro de Lucas 1,25-38, que nos servirá de material (será o objeto) dessa meditação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;"No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria. Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.  Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação. O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus.Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim.  Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, pois não conheço homem?  Respondeu-lhe o anjo: O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril, porque a Deus nenhuma coisa é impossível.  Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-se dela.".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;4.1-) Aspectos sensíveis da meditação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Pensemos primeiramente nos aspectos sensíveis – ver, tocar, cheirar, experimentar, sentir, ouvir. Procure conceber em sua mente como era a Galiléia. Imagine a região da Galiléia, e um vilarejo chamado Nazaré. Use, para reconstruir essa imagem mental, todas as informações disponíveis que tendes sobre aquela região: clima, umidade, tempo, data, condições físicas, sociais, econômicas, espirituais, culturais, de saúde, de vestimentas e estética, de trabalho e de religião. Depois de pensar nesse grande lugar, vá até a casa de Maria. Como é a casa de Maria? Muitos, poucos cômodos? É limpa, aseada? Empoeirada, cheia de areia? Está feita com que tipo de material? Como são os móveis? Como está a iluminação? Janelas? Bens de consumo, alimentos, roupas, onde fica cada coisa? E espiritualmente? Procure ver a casa espiritualmente as relações da Virgem Maria. Ela é uma casa abençoada por Deus? Há anjos em volta da Virgem? E como são os anjos? E como é a relação dos anjos com a Virgem Maria? Como eles se comportam antes do anúncio do arcanjo Gabriel? E antes um pouco da anunciação, estava a Virgem fazendo o quê? Estava cozinhando? Rezando? Meditando? Ou estava entretida com outras atividades?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;A imaginação sensível – como podemos notar acima – preocupar-se-á com aquilo que você estará sentindo durante o acontecimento meditado, como se lá você estivesse. Alguns preferem ficar assumindo papéis durante a meditação (uns pensam-se como o anjo, ou como Nossa Senhora), outros são como que um observador invisível daqueles fatos, outros ainda sentem-se ora como um, ora como outro, ora os dois, ora nenhum (temos nesse caso um meditador observador e partícipe). Não obstante o papel que assumas, procura guiar teus sentidos para aquilo que eles deveriam sentir se lá estivessem. Eles devem tentar reproduzir as sensações daquilo que é o objeto de meditação, e essas sensações devem ser atualizadas a cada momento, a cada informação nova que vai se apresentando à nossa mente durante a meditação do acontecimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Ou seja: se você sentia algumas coisas antes da aparição do Anjo, a esses sentimentos novos fatos foram agregados, e esses fatos produzem novos sentimentos que devem ser meditados simultaneamente. Num instante a Virgem estava entretida com uma atividade e depois – oh! – um anjo se apresenta diante dela! Quais reações sensoriais aí estão envolvidas? Certamente são diferentes daquelas que a atividade anterior oferecia. Tudo isso é simultâneo na meditação, que progride reproduzindo os sentimentos segundo a ordem narrativa do evento meditado.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;4.2-) Aspectos volitivos da meditação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Depois, vamos para a meditação volitiva do fato meditado. Da palavra 'volição' é que vem a palavra 'vontade', e exatamente isso é o que observaremos dentro dos acontecimentos sentidos. Qual era a vontade de Deus, em primeiro lugar, ao mandar o anjo fazer a anunciação? E a vontade do anjo Gabriel, qual era? E a dos anjos que estavam ali, mas não faziam a anunciação? E a vontade da Virgem, pouco antes da anunciação, como seria? E durante, e depois? O que queriam cada um dos envolvidos no acontecimento? Como é que a vontade deles reagia aos acontecimentos dos quais eles eram participantes? Como a vontade humana ou angélica interagiam? Os sentimentos criados por efeito dos fatos sensíveis e intelectivos afetavam a vontade (isto é, os aspectos volitivos) daqueles que na anunciação estavam envolvidos, ou não??&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os aspectos volitivos (a vontade) podem ser divididos - segundo o objeto - como aspectos prévios (antes do evento meditado), aspectos posteriores (depois do evento meditado) ou aspectos intermediários (que se manifestam 'durante' o evento meditado). E cada aspecto volitivo é também simultâneo ao desenvolvimento dos fatos na narração da anunciação. Ou seja, a cada ato que acontece na narração bíblica, há uma relevância sensorial especifica, bem como uma relevância volitiva específica – que pode acompanhar ou não as relevâncias sensoriais. Trocando em miúdos através de um exemplo: a sensibilidade física da Virgem Maria mudou bastante conforme o acontecimento da aparição angélica (sentiu o anjo, viu o anjo, ouviu o anjo, escutou a saudação do anjo, etc) mas por acaso houve nesse meio tempo entre a aparição e a atividade anterior alguma relevante nota volitiva? Houve alguma decisão da vontade digna de nota durante esse acontecimento??&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por isso, embora a cada fato exista um fator volitivo em questão, os fatores volitivos dignos de relevância e valor são percebidos como diferentes dos sensitivos. Enquanto para os sentidos determinados fatos são relevantes de serem lembrados com o intuito de mergulhar o nosso corpo no evento da meditação cristã, os fatores volitivos que são relevantes podem pulular depois de vários eventos sensíveis ou intelectivos, ou mesmo depois de nenhum (uma decisão arbitrária, por exemplo). Para percebermos esses eventos volitivos, é necessário pelo menos momentaneamente realizar um juízo de valor sobre a soma dos fatos e sua relevância até aquele momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os fatores volitivos posteriores ao evento devem ser considerados pouco antes de terminar a meditação; a eles podemos nos adequar se são bons. Podemos rejeitar se são maus. Exemplo: a Virgem Maria disse que ali estava a serva do Senhor, e rogou para que nela se fizesse a Vontade Divina. Tal disposição volitiva teve um resultado? Ele foi bom? Deve ser imitado em alguma medida? Que mais pode ser imitado? E quanto aos aspectos volitivos que foram maus? Quais deles devem ser evitados? Quais lições podemos extrair através daquelas disposições volitivas (decisões) a serem rejeitadas? Etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;4.3-) Aspectos intelectivos da meditação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os aspectos intelectivos da meditação são os mais abrangentes, e de longe são os que mais produzem frutos na alma piedosa que aspira à Verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os aspectos intelectivos da meditação são as verdades que podem ser apreendidas através da atenta observação do acontecimento, bem como das íntimas verdades que tal fato nos comunica por si só e em relação com outros fatos. Por exemplo: quando vemos a Virgem Maria receber, numa cidadezinha da Galiléia, a anunciação angélica de que haveria de conceber o Redentor, quais coisas podemos aprender? Quais lições Deus nos dá a conhecer através desses eventos? Poderíamos aprender muitas coisas, segundo os símbolos ali descritos, segundo os detalhes dos eventos, segundo as disposições da providência Divina...&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;No Antigo Testamento, Deus havia prometido que de uma moça virgem o Messias (Cristo) seria concebido. Conclusões possíveis: Deus cumpriu sua promessa. Deus é fiel para com as suas promessas, e n'Ele podemos depositar nossa confiança. Deus lembrou-se dos homens em tudo, mesmo no cumprimento de suas 'obrigações auto-impostas'.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Deus manda um anjo avisar à Virgem Santíssima de que ela conceberá através do Espírito Santo, e que o manto do altíssimo a cobrirá. O antigo sinal judaico para 'desposar alguém' era colocar a pessoa desposada sobre o manto daquela que está desposando. Sendo assim, vemos Deus assumindo a Virgem Maria como 'Esposa de Seu Espírito', tornando aquela mulher a criatura mais entranhada na Trindade: Filha de Deus-Pai, Esposa do Deus-Espírito Santo e Mãe de Deus-Filho. Isso nos mostra o quanto Deus amou e ama a Virgem Maria, do modo que ela se torne, de todas as criaturas, a mais agraciada. Afinal, o texto sacro também não diz que o anjo a chamou "CHEIA de Graça"? Cheia, repleta, puro e inviolado Vaso da Graça Divina!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Tais verdades, quer sejam veladas ou explícitas, são maravilhosas imagens refletidas de Deus nas criaturas, nos acontecimentos e fatos, que nos fazem rejubilar de alegria do Espírito durante a meditação. Cada fato, cada detalhe percebido em sua verdade íntima ou correlata, pode levar-nos à contemplação de uma realidade cada vez mais densa, mais profunda, completa e salvífica.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;É através destas que nosso intelecto começará a fruir da Graça de Deus reservada àqueles que são amantes da Verdade. A meditação já é uma alegria que aparenta como que um prelúdio da beatitude celeste, e os aspectos intelectivos são como que a doce seiva que preencherá os frutos da meditação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Novamente insisto que para cada fato da narração bíblica meditada, há por vezes muitos aspectos intelectivos dignos de nota, ou apenas um. Aconselho que cada pessoa escolha aqueles que acredita serem os mais relevantes para o significado total daquele evento meditado. Segundo as disponibilidades de tempo, cada um pode ficar desde alguns minutos, horas, dias ou até meses meditando nos inúmeros aspectos intelectivos de cada objeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os aspectos intelectivos também são flexíveis quanto a sua abrangência. Alguns são relativos a um grupo de eventos, outros são relativos a um evento particular. Como tais, há aspectos de verdades maiores e menores, mais relevantes e menos relevantes segundo o interesse daquele que medita, segundo os seus objetivos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;5-) A Oração&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Como fruto da meditação, a oração é sua atividade complementar. Através da oração cristã e da meditação, podemos adequar nossa vontade a Cristo e aos seus Santos, para então vivermos como Ele, agirmos como Ele, sermos como Ele, no intuito de nos tornarmos Santos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Na meditação cristã do Terço, enquanto se pronunciam vocalmente as orações normais do católico, meditamos nos mistérios da redenção divina. Adequamos e ocupamos assim o homem como um todo na hora de orar e meditar, fazendo disso o instrumento por excelência de um desenvolvimento sadio da espiritualidade e intimidade com Deus – Caminho, Verdade e Vida Plena a qual todos nós aspiramos.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Podemos rezar o 'Pai-Nosso' meditando aquilo que a oração nos traz como verdade em seu bojo, e podemos aplicá-las (as verdades da oração) ao evento meditado secundariamente. No caso do Santo Terço, usamos como mecanismo de meditação as 'frases-oração' do 'Pai-Nosso' no contexto dos mistérios gozosos, dolorosos, gloriosos... etc. O mesmo se dá com a 'Ave-Maria'. E com o 'Glória ao Pai', e com qualquer outra oração, que pode ser meditada em si, ou ser usada como mecanismo vocal de meditação de uma reflexão secundária.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Nunca deixe de meditar enquanto for principiante nas orações e em suas relações com Deus. É uma excelente introdução a um dos principais métodos de oração cristã.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Através da meditação, podemos chegar à contemplação – nível alto de oração na qual Deus mesmo ora em nós de modo ativo, e nós de modo passivo (exatamente o inverso da meditação, no qual o agente somos nós, e o objeto é Deus).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por enquanto, é isso, amigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Qualquer dúvida, procure-me ou procure uma pessoa mais capacitada para lidar com essas questões – coisa que não creio ser difícil, haja vista minha miséria e fraqueza em questões do espírito. Um abraço, e conte com minhas orações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-6709995144159869311?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/6709995144159869311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=6709995144159869311' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/6709995144159869311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/6709995144159869311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/02/introducao-meditacao-anonimo.html' title='Introdução à meditação (Anônimo)'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-5771153461440827634</id><published>2009-02-16T00:01:00.000-03:00</published><updated>2009-02-16T00:04:05.644-03:00</updated><title type='text'>Voltaremos à atividade!</title><content type='html'>Depois de algum tempo em missões materiais com frutos abundantes (Deo Gratias!) estamos a retomar a propagação da fé católica também por meios virtuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas postagens surgirão com o tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-5771153461440827634?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/5771153461440827634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=5771153461440827634' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/5771153461440827634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/5771153461440827634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2009/02/voltaremos-atividade.html' title='Voltaremos à atividade!'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-6248679714936651549</id><published>2008-11-17T14:24:00.000-02:00</published><updated>2008-11-17T14:29:22.475-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Coetus Internationalis Fidelium&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Congresso Anual&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;                                     &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Local:&lt;/span&gt; Fazenda Sant' Ana do Turvo, distrito de Amparo, próximo à Volta Redonda, RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tema:&lt;/span&gt; A crise na Igreja e o momento atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dias:&lt;/span&gt; 08, 09, 10 e 11 de Dezembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conferencistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revmo. Mons. Mark Pivarunas(USA) ;&lt;br /&gt;Sr. Araí Daniele (Portugal);&lt;br /&gt;Dr. Homero Johas (Brasil);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização das reuniões de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos organizando o encontro de dezembro, por isso colocamos aqui algumas coisas que serão necessárias para a ocasião. Todavia, ao perceberem que faltou alguma coisa, nos comuniquem. Necessitamos urgentemente que haja confirmação de presença por e-mail até o dia 30 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve estaremos disponibilizando as fotos dos pontos de ônibus e táxi (locais principais) e da Fazenda para fornecer maior segurança para os que vierem ,ou seja, para que não se percam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Ver o horário exato da saída do Sr. Bispo da Argentina e chegada ao Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Ver a questão do jejum eucarístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Ligar para a VAB para perguntar os horários dos ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Providenciar café da tarde no dia 8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Iniciar as atividades do dia 9 um pouco mais tarde que nos outros dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Alugar um carro para trazer as pessoas do Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Dividir os horários de orações, missas e conferências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Providenciar o sineiro, acólito* e turiferário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Ver a questão das hóstias e do vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Realizar a cerimônia de crisma no dia 8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Providenciar: galhetas, lavabo, patena de comunhão, toalha do altar (ver que tipo de tecido), toalha da credencia, flores do altar, tipo e quantidade de velas para o altar e para a procissão, sineta (campainha da Santa Missa), Missal, (ver se o bispo trará corporal e sanguíneo, etc.), algodão para a cerimônia de crisma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Solicitar a benção do Sr. Bispo para os objetos sacros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Aluguel do transporte do altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Providenciar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1. Um tapete para o altar (se possível vermelho);&lt;br /&gt; 2. Dois genuflexórios para a comunhão e um para o bispo;&lt;br /&gt; 3. Um trono para o Bispo;&lt;br /&gt; 4. Véu para as mulheres;&lt;br /&gt; 5. Sacras do altar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Orientar as pessoas sobre a forma de beijar o anel do Sr. Bispo e sobre os trajes dignos dos sacramentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Organizar um pequeno grupo para cantar durante as missas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Não esquecer de filmar e fotografar as cerimônias e conferências;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Providenciar roupas de cama e banho para o Bispo e padres: toalhas de rosto e de banho, sabonetes, pastas, escovas, almofadas, lençóis, cobertores, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Ver que tipo de alimentação deverá ser servido (ver se há alguém com problemas de alergia, diabetes, etc.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Organizar a procissão da Virgem Santíssima;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Providenciar uma lembrança para o Sr. Bispo e padres;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Providenciar santas imagens para espalhar pela casa e árvore de natal com um pequeno presépio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø    Verificar o horário da partida do Bispo e padres no dia 11.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"O pastor Eterno e Bispo das nossas almas (cf 1 Pd 2, 25), para perpetuar a obra salutar da Redenção, decidiu constituir a Santa Igreja, onde, como na casa do Deus vivo, todos os fiéis estivessem unidos pelo vínculo da mesma Fé e da Caridade."&lt;/span&gt; [cf. Constituição Pastor Aeternus, FC 7.002]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;Interessados, entrem em contato deixando aqui mensagens!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-6248679714936651549?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/6248679714936651549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=6248679714936651549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/6248679714936651549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/6248679714936651549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/11/coetus-internationalis-fidelium.html' title=''/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-2747290552623007226</id><published>2008-09-21T12:00:00.000-03:00</published><updated>2008-09-21T12:02:57.220-03:00</updated><title type='text'>QUANDO OS LEIGOS SUSTENTAM A IGREJA</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CAruan%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p.MsoBodyText, li.MsoBodyText, div.MsoBodyText 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;Por Cardeal Newman&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;(Trecho de artigo publicado &lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid="em The Rambler"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;em &lt;i&gt;The Rambler&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;, julho de 1859, citado por Hugues Keraly, &lt;i&gt;Présence d’Arius&lt;/i&gt;, Paris, D. M. M., 1981)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"&gt;É bastante notável que, embora falando historicamente o século IV seja a época dos doutores, aquele que foi iluminado por santos como Atanásio, Hilário, os dois Gregórios, Basílio, Crisóstomo, Ambrósio, Jerônimo e Agostinho (tendo sido bispos todos esses santos, com uma única exceção), contudo, nessa mesma época, tenham sido os leigos que mantiveram a tradição divina confiada à Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"&gt;Efetivamente, isso exige alguma explicação: dizendo isso, não nego evidentemente que, em sua expressiva maioria, os bispos tenham sido ortodoxos, no mais íntimo de sua fé; tampouco nego que tenha havido membros do clero para assistir os leigos e servir-lhes de guia e fonte de inspiração; nem desconheço que os leigos tenham recebido certamente a fé, em primeira mão, dos bispos e do clero; não nego que haja entre os leigos alguns ignorantes e que outros se tenham corrompido por pregadores arianos, os quais conseguiram apoderar-se das sedes episcopais e ordenar sacerdotes heréticos. No entanto, persisto em dizer que, nessa época de imensa confusão, o dogma divinamente revelado da divindade de Nosso Senhor foi proclamado, afirmado e mantido e, falando humanamente, preservado muito mais pela &lt;b&gt;Ecclesia docta&lt;/b&gt; do que pela &lt;b&gt;Ecclesia docens&lt;/b&gt;; que o corpo dos bispos foi infiel à sua missão, ao passo que os leigos permaneceram fiéis ao seu batismo; que ora o Papa, ora uma sede patriarcal, metropolitana ou outras sedes importantes, ora concílios gerais disseram o que jamais deveriam ter dito, ou realizaram atos que obscureceram ou puseram em perigo a verdade revelada. Entrementes, foi o povo cristão que, sob a orientação da Providência, constituiu a força cristã de Atanásio, de Eusébio, de Verceil e de outros confessores solitários da fé, que sem esse povo não teriam resistido [...]. Digo que houve suspensão temporária das funções da &lt;b&gt;Ecclesia docens&lt;/b&gt;. O conjunto dos bispos foi infiel ao dever de confessar sua fé.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"&gt;Vejo, pois, na história do arianismo, um rematado exemplo de situação da Igreja durante a qual, se quisermos discernir onde está a Tradição Apostólica, é aos fiéis que devemos recorrer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-2747290552623007226?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/2747290552623007226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=2747290552623007226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/2747290552623007226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/2747290552623007226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/09/quando-os-leigos-sustentam-igreja.html' title='QUANDO OS LEIGOS SUSTENTAM A IGREJA'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-2777226652617602109</id><published>2008-09-21T11:40:00.000-03:00</published><updated>2008-09-21T11:42:03.463-03:00</updated><title type='text'>Leão XIII – Sapientiae Christianae, 10 de Janeiro de 1890.</title><content type='html'>&lt;a name="aboutme"&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;(Excertos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;21.Nesse enorme e geral delírio de opiniões que vai grassando, o cuidado de proteger a verdade e extirpar o erro dos entendimentos é missão da Igreja e missão de todo o tempo e de todo o empenho, como que à sua tutela foram confiadas a honra de Deus e a salvação dos homens. &lt;b&gt;&lt;span style="color:#008400;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Mas quando a necessidade é tanta, já não são somente os prelados que hão de velar pela integridade da Fé, uma vez que: “cada um tem obrigação de propalar a todos a sua fé, seja para instruir e animar os outros fiéis, seja para reprimir a audácia dos que não são”(Summa II II, q3, a2, ad 2). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;23.A primeira aplicação desse dever é professar, clara e constantemente a Doutrina Católica e propagá-la o mais que puder. Com efeito, como já se disse muitas vezes e com muita verdade: o que mais prejudica a Doutrina de Cristo é não ser conhecida. Ela só, bem compreendida, basta para triunfar do erro, nem há ai alma simples e livre de preconceitos que a razão não mova a abraçá-la. Ora a Fé , ainda que como virtude é um dom precioso da Divina Graça e Bondade; todavia, quanto ao objeto sobre que versa, não pode por via ordinária ser conhecida senão pela pregação: “Como crerão naquele que não ouviram? E como ouvirão sem pregador? ... a fé é pelo ouvido, e o ouvido pela palavra de Cristo” (Rm 10, 14-17). Por conseguinte, sendo necessária a fé para a salvação, segue-se que é inteiramente indispensável a pregação da palavra de Cristo. &lt;b&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;É certo que esse encargo de pregar ou de ensinar pertence por direito divino aos doutores, isto é, aos bispos que o Espírito Santo constituiu para governar a Igreja de Deus (At 20, 28) e de um modo especial ao pontífice romano, vigário de Cristo, preposto com poder supremo à Igreja Universal como mestre de quanto se há de crer e praticar. Mas não pense ninguém que ficou por isso proibido aos particulares cooperar com alguma diligencia nesse ministério, principalmente aos homens a quem Deus concedeu dotes de inteligência juntos com o desejo de serem úteis ao próximo. Esses, em caso de necessidade, podem muito bem, não já afetar a missão de doutores, mas comunicar aos outros o que eles mesmos aprenderam, e ser em certo modo o eco dos mestres. Até mesmo essa cooperação dos particulares pareceu aos Padres do Concilio Vaticano I tão oportuna e frutuosa, que não hesitaram em reclama-la nos termos seguintes: “A todos os fiéis cristãos, principalmente àqueles que tem superioridade e obrigação de ensino, suplicamos pelas entranhas de Jesus Cristo, e em virtude da autoridade deste mesmo Senhor e Salvador nosso lhes ordenamos, que apliquem todo o seu zelo e trabalho em desviar esses erros e elimina-los da luta da Igreja, e difundir a luz puríssima da nossa Fé” (Const. Dei Fillius ad fin).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;25. Desse modo nos deveres que nos ligam a Deus e com a Igreja está em primeiro lugar o zelo com que cada qual deve trabalhar segundo as suas forças em propagar a Doutrina Cristã e refutar os erros.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-2777226652617602109?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/2777226652617602109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=2777226652617602109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/2777226652617602109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/2777226652617602109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/09/leo-xiii-sapientiae-christianae-10-de.html' title='Leão XIII – Sapientiae Christianae, 10 de Janeiro de 1890.'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-6908603705846998313</id><published>2008-09-20T13:12:00.000-03:00</published><updated>2008-09-20T13:16:44.517-03:00</updated><title type='text'>Ecumenismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=EyX-TH3egN0"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=EyX-TH3egN0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LJ-jjC7A07k&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=LJ-jjC7A07k&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-6908603705846998313?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/6908603705846998313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=6908603705846998313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/6908603705846998313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/6908603705846998313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/09/ecumenismo.html' title='Ecumenismo'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-7485319837695156902</id><published>2008-09-06T19:26:00.000-03:00</published><updated>2008-09-06T20:24:33.983-03:00</updated><title type='text'>Quem é Joseph Ratzinger? Que podemos esperar dele?</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Perguntas e Respostas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Por Mons. &lt;span style=""&gt;Donald J. Sanborn&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;1- Quem é Joseph Ratzinger?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nasceu em 1927 na Baviera, e foi ordenado sacerdote em 1952. Durante o Vaticano II, foi o teólogo pessoal do Cardeal Frings. Mais tarde ensinou em Tübingen, a universidade ultra-esquerdista do sul da Alemanha. Paulo VI o fez Arcebispo de Munich em 1970. João Paulo II o colocou a frente da Congregação para a Doutrina da Fé, posto em que permaneceu até tornar-se Bento XVI.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;2- De que lado estava no Concílio?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Ratzinger era a mão direita do já mais velho Karl Rahner, que junto com Hans Kung, se uniram para controlar o Concílio. O fizeram mediante a união dos que se chamaram &lt;i style=""&gt;Coalizão Européia, &lt;/i&gt;um grupo muito bem organizado de Bispos do norte da Europa que tomaram conta do Concílio. Ratzinger, por tanto, junto com Rahner e Kung, representava a ala da extrema esquerda do Concílio (os progressistas).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;3- Então, é apropriado dizer que Ratzinger é conservador?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Não. Do ponto de vista da Fé Católica, Ratzinger nem se quer é católico. É um herege público igual a Wojtyla. Pode ser tido por conservador na medida em que não está a favor do sacerdócio feminino, a contracepção, o aborto, a homosexualidade, etc. Também disse alguma coisa em favor da liturgia tradicional. Mas comparando-o com Papas católicos, tais como Pio IX, Leão XII, São Pio X, Bento XV, Pio XI ou Pio XII, nem sequer pode ser tido por católico.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;4- Por que você disse que Ratzinger nem mesmo é católico?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Porque ele é um maníaco ecumênico, mais ecumênico, penso eu, que Wojtyla, se isso é possível. O ecumenismo é contrário a nossa santa Fé. Foi condenado claramente pelo papa Pio XI em 1928, como o equivalente do ‘’abandono da religião revelada por Deus.’’ O ecumenismo é a alma e o coração do Vaticano II. Todos as mudanças litúrgicas, doutrinais e disciplinares do Vaticano II se fizeram em nome do ecumenismo. Em seu primeiro discurso, Ratzinger asegurou aos cardeais que ele vai continuar com as reformas do Vaticano II e com a tentativa de acercar as outras religiões pela via do ecumenismo. Devemos entender que o ecumenismo é o principal problema. O Ecumenismo e o Catolicismo não podem ir juntos, se unir. Se Ratzinger é ecumênico – e ele o é – então não serve para nada (Mt 5,13) e não é papa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMJyDNz1hI/AAAAAAAAABI/Gr76jY9866g/s1600-h/Ratzinger.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMJyDNz1hI/AAAAAAAAABI/Gr76jY9866g/s320/Ratzinger.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243045146650727954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Ratzinger condena o Espírito do Concílio? Angelus, 30 de outubro de 2005:[...]&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;i style=""&gt;exorto-vos a rezar juntamente comigo à Virgem Maria, para que ajude todos os crentes em Cristo &lt;u&gt;a manter sempre vivo o espírito do Concílio Vaticano II&lt;/u&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: -9pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;55- Qual pensa que será seu programa?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: -9pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Creio que vai dar um impulso vigoroso ao programa ecumênico. Seu ‘’reinado’’ vai ser curto, e por esta razão penso que ele vai se mover rapidamente até o que ele chamou de ‘’reconciliação na diversidade’’, uma expressão que tomou de Cullman, um ministro protestante. Isto significa que vai se esforçar por juntar todas as religiões em alguma grande organização na qual cada uma guarde sua identidade. Irá começar com os cismáticos e protestantes. Não me vai surpreender que faça alguns audazes movimentos nesta direção. Durante a era Wojtyla, Ratzinger elaborou toda a teologia necessária para isto.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;6- A qual teologia você se refere?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;A ‘’Nova Eclesiologia’’.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;7- O que é a nova eclesiologia?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;É o ensinamento concernente a natureza da Igreja de Cristo. A eclesiologia tradicional é muito simples: a Igreja de Cristo é a Igreja Católica Apostólica Romana, que é o único meio de salvação no mundo. Qualquer religião fora da Igreja Católica Apostólica Romana, seja a Grega Ortodoxa, seja a Protestante, Judia, etc., apesar de qualquer verdade que possam possuir, ou ainda sacramentos válidos, são falsas religiões e não são meios de salvação.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Obviamente tal eclesiologia é incompatível com o ecumenismo. Não obstante, já desde 1930 os Modernistas elaborarão uma eclesiologia ecumenista segundo a qual se podem ver alguns valores nas religiões não Católicas. Esta nova eclesiologia se incorporou aos ensinamentos do Vaticano II, e é o veículo do ecumenismo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; text-indent: 36pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;O que é a nova eclesiologia? Eis aqui um resumo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; margin-left: 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A Igreja de Cristo e a Igreja Católica Apostólica Romana não são uma mesma coisa, já que as igrejas não Católicas pertencem a Igreja de Cristo, mas não a Igreja Católica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; margin-left: 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A Igreja de Cristo ‘’subsiste na’’ Igreja Católica Apostólica Romana, por quanto como Igreja Católica tem ela a ‘’plenitude’’ de todos os elementos da Igreja de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; margin-left: 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A Igreja de Cristo, apesar de não subsistir nas igrejas acatólicas por faltar-lhes a estas a ‘’plenitude’’, todavia se encontra de uma maneira imperfeita nessas igrejas não católicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; margin-left: 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;As igrejas acatólicas são, todavia, verdadeiras ‘’igrejas particulares’’ que formam, junto com a Igreja Católica Apostólica Romana a única Igreja de Cristo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; margin-left: 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A Igreja Católica Apostólica Romana está em ‘’comunhão parcial’’ com as igrejas acatólicas, na medida em que elas tem elementos da Igreja de Cristo, tais quais como os sacramentos válidos e doutrinas verdadeiras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 9pt 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;As igrejas acatólicas são ‘’meios de salvação’’ na medida em que preservem elementos genuínos da Igreja de Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 9pt 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Nessas igrejas acatólicas que têm uma Eucaristia válida (por exemplo a Ortodoxa Grega), a Igreja una, santa, católica e apostólica se faz presente cada vez que elas oferecem uma Eucaristia válida. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 9pt 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;As igrejas não Católicas que não estão sujeitas ao Romano Pontífice (que são todas elas) estão feridas por esta falta de sujeição. Contudo, apesar de seu repúdio a supremacia Romana, seguem sendo ‘’Igrejas particulares’’, isto é, igrejas-membro da grande Igreja de Cristo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 9pt 36pt; text-indent: 0.75pt; line-height: 16pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; text-indent: 36pt; line-height: 16pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; line-height: 16pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;8- Que significa tudo isso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 16pt;"&gt;Isto significa o abandono do ensinamento tradicional da Igreja Católica concernente a natureza da igreja de Cristo. Contradiz o ensinamento tradicional, e por tanto, dizemos que o Vaticano II é herético e que Ratzinger é herege por haver promulgado este ensinamento. Por esta razão digo que Ratzinger nem se quer é católico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 16pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1026" type="#_x0000_t75" style="'width:384pt;height:250.5pt'"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Aruan\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image003.png" title=""&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMMIl0Ih9I/AAAAAAAAABQ/ICBlv4x0P3U/s1600-h/Ratzinger2.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMMIl0Ih9I/AAAAAAAAABQ/ICBlv4x0P3U/s320/Ratzinger2.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243047732918650834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Homilia, 29 de junho de 2007: Caros irmãos e irmãs, na profissão de fé de Pedro, podemos sentir-nos e ser todos um só, não obstante &lt;u&gt;as divisões&lt;/u&gt; que, ao longo dos séculos, &lt;u&gt;dilaceraram a unidade da Igreja&lt;/u&gt;, com consequências que perduram até aos dias de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; text-align: center; text-indent: 36pt; line-height: 16pt;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; line-height: 16pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;9- Que outra heresia Ratzinger abraça?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; text-indent: 36pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;É evolucionista no concernente a verdade e a Igreja. Em um discurso dado em uma igreja protestante de Roma, em 1993, disse o seguinte: &lt;b style=""&gt;‘’Consequentemente a meta, a alma de todo esforço ecumênico é alcançar a unidade real da Igreja que implica uma multidão de formas que ainda não podemos definir.’’ &lt;/b&gt;Em outra ocasião disse: &lt;b style=""&gt;‘’por enquanto não me atrevo a sugerir nenhuma realização concreta possível e imaginável desta igreja futura.’’&lt;/b&gt;Agora, eu pergunto, o que é mais definido que a doutrina, culto e disciplina da Igreja Católica Romana? Você compreende o quão alarmante é ouvir ele falando tal coisa, que não tem idéia de como vai ser a Igreja no futuro, devido ao ecumenismo? Ratzinger é darwiniano evolucionista no que diz respeito a religião Católica.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 9pt; text-indent: 36pt; line-height: 16pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;10- Expressa Ratzinger esta idéia evolucionista em outro lugar?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Sim, em seu livro &lt;i style=""&gt;Muitas Religiões – Uma Aliança&lt;/i&gt;, (1998) Ratzinger faz algumas afirmações muito alarmantes:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;‘’O que precisamos, de todas as formas, é respeito por todas as crenças de outros e disposição para olhar a verdade no que nos choca como estranho ou raro; tal verdade nos concerne e pode corrigir-nos e levar-nos adiante ao longo do caminho.’’ &lt;/b&gt;(p 110)&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;‘'Aprenderei melhor minha própria verdade se entendendo a outra pessoa e permitir a mim mesmo a ser movido ao longo do caminho para Deus que é sempre mais grande, seguro que eu nunca carreguei toda a verdade sobre Deus em minhas próprias mãos, mas serei sempre um aprendiz, em peregrinação até ela, um caminho que não tem fim.’’ &lt;/b&gt;(ibid.)&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Agora eu pergunto, como alguém que tem a fé católica pode dizer coisas semelhantes? Não ensina a Igreja Católica toda a verdade em nome de Cristo? Ratzinger não tem a fé. Como pode estar a fé católica &lt;i style=""&gt;‘’em um caminho que não tem fim’’&lt;/i&gt;? Como pode dizer um católico, &lt;i style=""&gt;‘’nunca tive a verdade total sobre Deus em minhas próprias mãos?’’&lt;/i&gt; Não é este evolucionismo dogmático em sua forma mais pura, tal como foi condenado por São Pio X?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Vejamos o que mais disse Ratzinger:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;‘’Em uma forma de dizer, a religião contem a preciosa pérola da verdade, mas está sempre escondendo-a, e se encontra em perigo contínuo de perder sua essência. A relgião pode cair enferma, e converter-se em algo destrutivo. Pode e deve levar-nos a verdade, mas também pode apartar aos homens da verdade... Podemos achar relativamente fácil criticar a religião dos outros, mas devemos estar prontos a aceitar críticas de nós mesmos e de nossa própria religião.’’ (Ibid.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;‘’Karl Barth [teólogo protestante] distinguia no cristianismo religião e fé...Tinha razão enquanto a que a religião do cristão pode cair na enfermidade e converter-se em superstição: a religião concreta na que se vive a fé deve ser continuamente purificada no fundamento da verdade, essa verdade que se mostra a si mesma, por um lado, em fé e, por outro lado, se revela a si mesma novamente através do diálogo, permitindo-nos conhecer seu mistério e infinitude.’’ (p. 111)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;A partir destas afirmações, está claro que Ratzinger tem a idéia modernista de que a fé é a experiência religiosa de cada homem, que esta se distingue de sua religião, por exemplo, o conjunto de dogmas, observâncias litúrgicas e disciplinas que sustenta e pratica. Disse que a Religião pode corromper-se. Portanto deve estar sujeita a uma constante purificação que se alcança com a fé – que não é religião – e diálogo, por exemplo, com outras religiões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Esta distinção entre religião e fé é tipicamente modernista. Sujeita a ‘’religião’’ a uma perpétua mudança. Em outras palavras, como disse mais acima, não temos idéia de como será a igreja futura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;O ensinamento Católico, em contraste é que o objeto de nossa fé são os dogmas infalíveis ensinados pela Igreja Católica Romana, a que é absolutamente imutável e irreformável. A liturgia e as disciplinas da Igreja conforme a estes dogmas imutáveis são portanto também imutáveis na sua essência.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Escutemos o que Ratzinger diz sobre a atividade missionária da Igreja Católica:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;‘’No futuro a atividade missionária não poderá proceder como se fosse um caso de comunicação com alguém que não tem nenhum conhecimento de um Deus que ele tem que acreditar.’’ (p. 112)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;‘’A proclamação do Evangelho tem que ser necessariamente um processo de diálogo. Nós não estamos contando algo a outra pessoa que seja totalmente desconhecido; em vez disto, estamos abrindo fenda escondida de algo com o qual já está em contato em sua própria religião.’’ (Ibid.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;‘’O diálogo entre religiões deve converter-se mais e mais um escutar ao Logos, que está apontando para nós,em meio de nossa separação e nossas afirmações contraditórias, a unidade que já compartilhamos.’’ (Ibid.)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Estas afirmações de Ratzinger destroem por completo o ensinamento da Igreja católica, no sentido de que Ela é a única Igreja verdadeira fora da qual não há salvação. A Igreja Católica nunca levou a cabo sua atividade missionária desta forma. Nunca ‘’dialogou’’ com as falsas religiões. Ao passo que sempre foi cuidadosa em não insultar as pessoas, e até aceitou alguns de seus costumes não incompatíveis com o Catolicismo, nunca reconheceu valor nas falsas religiões. Acaso São Pedro ou os papas dos primeiros tempos ‘’dialogaram’’ com os romanos idólatras para encontrar a ‘’unidade que já compartilham’’?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;A Igreja de Ratzinger é desconhecida para os católicos e para a história do catolicismo. Ratzinger nos está pedindo que abandonemos a eterna e imutável Igreja de Cristo para aderirmos a uma desconhecida Igreja do futuro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMNMD_JddI/AAAAAAAAABY/_UHY-KFpkts/s1600-h/RatzingereRoger.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMNMD_JddI/AAAAAAAAABY/_UHY-KFpkts/s320/RatzingereRoger.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243048892069148114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Ratzinger distribuindo a Eucaristia para um protestante, Irmão Roger da Comunidade Taizé. Ratzinger diz sobre Roger:’’ Frère Schutz está nas mãos da bondade eterna, do amor eterno, &lt;u&gt;chegou à alegria eterna&lt;/u&gt;.’’(Zenit17-08-2005) E ainda : ‘’Seu testemunho cristão de fé e de diálogo ecumênico foi um ensinamento precioso para gerações inteiras de jovens’’&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt; (Zenit 16-08-2006)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 36pt;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 36pt;" align="center"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;11- Como pensa que Ratzinger vai tratar os tradicionalistas?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Penso que vai ignorar por completo os sedevacantistas. Quiçá excomungue a um de nós. Creio que vá dar algo ao movimento do Indulto e a Fraternidade de São Pedro.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Eles aceitam o Vaticano II e não tem problema com a nova eclesiologia. De modo que Ratzinger não vai a ter problemas, creio, em garantir-lhes melhor status do que Wojtyla deu-lhes. Wojtyla &lt;i style=""&gt;odiava&lt;/i&gt; o movimento tradicionalista. Ratzinger é diferente. Em matéria de gostos, é mais conservador que Wojtyla, e vai preservar a conservação da Missa Latina Tradicional, algo assim como uma peça de museu. Enquanto se empenhe com a ‘’reconciliada diversidade’’ as pessoas do Indulto e da Fraternidade de São Pedro vai a ser favorecida por Ratzinger.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;Dessa forma, penso que Ratzinger vai apelar a ala esquerda da Fraternidade de São Pio X para regularizar-la, isto é, a colocar sob o controle do Vaticano. Vai garantir-lhes consideráveis concessões. Se ele obtiver êxito, vai dividir este grupo, como já estão divididos entre esquerda e direita.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;De toda forma, penso que, desgraçadamente, o que sobrar da Fraternidade São Pio X vai seguir alegremente na mesma velha linha de ‘’estar com o Santo Padre’’ – uma evidente mentira – e ao mesmo tempo continuar com sua pratica de desafio por medo da desobediência organizada e universal contra ele. Ou seja que não há muita esperança ali.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;12- Então, qual será nossa atitude a respeito de Ratzinger?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;A mesma atitude que tivemos com Wojtyla: que não é católico porque é herege, e que está impondo aos católicos uma falsa religião. Por ambas razões, não pode ser um papa católico. Seguiremos como sempre, rogando a Deus que algum dia nos de um verdadeiro papa católico. Somente mediante um verdadeiro papa católico nossa Igreja Católica e nossas vidas católicas poderão voltar a normalidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMNnvRnWuI/AAAAAAAAABg/OmILxBwpJvM/s1600-h/vacante.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMNnvRnWuI/AAAAAAAAABg/OmILxBwpJvM/s320/vacante.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243049367545797346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Sé está vacante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 36pt;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 36pt;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 36pt;" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;b&gt;RESUMO:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;Ratzinger é herege principalmente por sua posição a respeito das coisas condenadas pela Igreja: o ecumenismo e a nova eclesiologia.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;Ratzinger é evolucionista no que diz respeito a natureza da Igreja, o qual demonstra uma atitude herética contra a Igreja, que é um objeto de nossa fé.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;Ratzinger disse que os católicos não tem toda a verdade sobre Deus, e devem dialogar com acatólicos para acha-la.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;·&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;                    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b&gt;Precisamos perseverar em nossa resistência ao modernismo sustentando que Ratzinger é um falso papa e persistindo nos ensinamentos&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que foram legados de nossos antepassados como Fé Católica.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;"  lang="EN-US"&gt;( MHT Newsletter, Maio 2005; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Most Rev. Donald J. Sanborn&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;"  lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;"  lang="EN-US"&gt;Reitor, Most Holy Trinity Seminary - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;bpsanborn2002@yahoo.com&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt; )&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;---&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 36pt; line-height: 16pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-indent: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Tradução feita de:&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="sectiontitle"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;'Don't Get Your Hopes Up about Ratzinger: Q &amp;amp; A' - &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.traditionalmass.org/articles/article.php?id=63&amp;amp;catname=15"&gt;http://www.traditionalmass.org/articles/article.php?id=63&amp;amp;catname=15&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt; ; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;também em espanhol: &lt;/b&gt;'¿QUIÉN ES JOSEPH RATZINGER?¿QUÉ PODEMOS ESPERAR DE ÉL?'  - &lt;a href="http://ar.geocities.com/verdadunica01/ratzinger.html"&gt;http://ar.geocities.com/verdadunica01/ratzinger.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-7485319837695156902?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/7485319837695156902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=7485319837695156902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7485319837695156902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7485319837695156902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/09/quem-joseph-ratzinger-que-podemos.html' title='Quem é Joseph Ratzinger? Que podemos esperar dele?'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SMMJyDNz1hI/AAAAAAAAABI/Gr76jY9866g/s72-c/Ratzinger.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-1936080588673945508</id><published>2008-09-01T21:04:00.000-03:00</published><updated>2008-09-02T00:43:02.523-03:00</updated><title type='text'>Furacões na Cidade... de Deus - parte III</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Continuando o capítulo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1&lt;/span&gt; do livro&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; "Os Jesuítas"&lt;/span&gt;, do sacerdote exorcista Malachi Martin:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em outro nível, enquanto isso, acontecia em todos os seminários, colégios e universidades católicas uma depuração mais sutil mas ainda evidente. Homens mais velhos, de idéias tradicionais, foram aposentados prematuramente ou simplesmente se afastaram desgostosos. Eles só eram substituídos por partidários fervorosos da "Renovação" (a palavra era sempre escrita com a inicial maiúscula naquela primeira fase). Os seminaristas eram expulsos se achassem a novidade abominável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para acentuar as cores de crepúsculo daquela cena varrida pela tempestade, veio uma segunda tempestade, a onda de euforia. Surgiu, entre os que restaram, a magnífica, embora nem sempre convincente, idéia de que o futuro do catolicismo, tão abruptamente reduzido em sua prática e no número de adeptos, era agora um tanto mais brilhante do que nunca. O que parecia um monte de destroços era, na realidade, uma imensa renovação pentecostal em marcha; a verdadeira Igreja de Cristo estava para surgir em toda a sua beleza e verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquelas esperanças - todas as esperanças - se concentravam, agora, na comunidade, "O Povo de Deus" estava, agora, distinto e separado da antiga e inflexível hierarquia do papa, bispos, padres e freiras na rígida solidificação da disciplina romana. Mais do que isso, dizia-se agora que aquele Povo de Deus - todo ele, bem como cada pequeno grupo de fiéis - era a verdadeira Igreja, a verdadeira fonte daquilo em que se deve acreditar. Em questões de fé, moral, dogma e prática religiosa, Roma, do atual estado da Geórgia, tinha a mesma autoridade que a Roma dos papas. A autoridade central estava desaparecendo como verdade católica prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém olhasse à sua volta, na primeira fase da tempestade, para se orientar, nenhuma pessoa isolada e nenhum grupo isolado pareciam responsáveis pelo surgimento daquela eufórica convicção. Mas ela avançava como um incêndio descontrolado pelas igrejas, afrouxando os laços entre os leigos e o clero, entre freiras e superiores eclesiásticos, entre padres e bispos, entre bispos e papas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseqüência imediata foi a insistente exigência de que a democratização substituísse a autoridade central e pusesse uma nova e muito necessária ordem por toda a Igreja. Os padres se organizaram em ligas, associações, senados e sindicatos, em bases nacionais e regionais. As freiras fizeram o mesmo. Os leigos, homens e mulheres em separado, também. Todos emitiam declarações bem delineadas de seus direitos e exigências. Todos exigiam que métodos democráticos fossem usados não apenas no governo da Igreja Romana, mas até mesmo para "decidir" no que se deveria acreditar. Toda uma gama de carreiras inteiramente novas abriu-se para clérigos que não tinham interesse em ouvir confissões, batizar bebês, procurar pecadores e rezar missa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma velocidade surpreendente, a cena contemporânea assumiu um aspecto ridículo, cômico, que parecia pedir uma exploração em filmes do tipo "pastelão" e por cômicos de casas noturnas. Padres com rosários simbolizando paz e amor faziam pressão sobre os bispos, dedilhando violões e cantando "Sonhar o Sonho Impossível". Freiras usando maquilagem, jóias e roupas da moda sorviam coquetéis em suas "convenções" anuais em salas de estar de hotéis. Bispos estampavam em suas cartas pastorais a foice e o martelo em alto relevo, em vez dos símbolos normais da Cruz e da Igreja. Teólogos davam saltos mortais metafóricos sobre a cúpula da Basílica de São Pedro, em suas tentativas de saltarem para longe de toda e qualquer regra romana de moralidade e fé. Um arcebispo americano subiu serenamente ao púlpito para pedir à sua congregação que parabenizasse e rezasse por seu bispo auxiliar que no dia seguinte ia deixar o episcopado para se casar. Um bispo americano, que mais tarde se tornou cardeal, organizava "comitês de bolinhos" em todas as suas paróquias para serem usados como pão da comunhão do novo rito que substitui a Missa Romana. Um arcebispo mexicano começava regularmente seus sermões dominicais com um punho cerrado erguido ema saudação e com o grito desafiador da Internacional Comunista, "Soy marxista", nos lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público em geral não deixou de perceber a atmosfera circense. Pela primeira vez na história da indústria cinematográfica e de televisão americana, o padre católico, a freira católica, o seminarista católico, os rituais católicos tornaram-se presa fácil para risadas gratuitas e dramas horripilantes. Como o pastor anglicano na Inglaterra de Noël Coward e os rebe judeu na Europa das décadas de 1920 e 1930, aqueles personagens católicos romanos, antes intocáveis - freira, padre, bispo, papa, seminarista - entraram para o cartaz mundial de matéria de entretenimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a euforia continuava. De algum modo, tudo aquilo, também, era interpretado como parte da promessa de um futuro dourado para o catolicismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A substância, tanto da euforia como da confusão nunca foi retratada mais literalmente do que por dois artistas romanos, Ettore de Concillis - sem dúvida um nome com um toque de ironia histórica - e Rosso Falciano. Nos últimos dias do Concílio Vaticano II, contratados para decorar as paredes de uma nova igreja em Roma dedicada a São Francisco de Assis, Conciliis e Falciano pintaram uma rodopiante montagem de rostos de perfil. Foi como se a brafunda disparatada de retratos tivesse sido colocada naqueles mesmos ventos fortes, àquela altura adquirindo rapidamente a plena força de um furacão. O papa João XXIII, o ditador comunista Fidel Castro, o ateísta professo Bertrand Russell, o líder do Partido Comunista Italiano Palmiro Togliatti, a atriz excomungada Sophia Loren, o presidente Alexei Kosygin do Conselho de Ministros soviético, o prefeito esquerdista Giorgio La Pira, de Florença, o ditador comunista Mao Tsé-tung da China, e sabe-se lá por que razão, Jaqueline Bouvier Kennedy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem Conciliis nem Falciano eram comunistas. Mas estavam convencidos de que, com o Vaticano II, tudo estava mudado. Ninguém estava errado: todos estavam certos. Tal como a Igreja, São Francisco, o poverello de Assis, podia abraçar a todos. Porque agora o impossível aconteceu. A Igreja Católica tornou-se humana; e, portanto, nada que fosse humano podia ser visto como alheio a ela. Renovação era o caminho, a verdade, e a vida do catolicismo romano. E sua mensagem era levada nas asas de seu próprio delírio: se a Igreja hierárquica pudesse mudar, pudesse adaptar à humanidade da Renovação, a Era de Ouro da Cristandade iria nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realidade, disse certa vez Jean-Paul Sartre, é um balde de água fria. Ela o deixa sem respiração, incapaz de falar. Foram tão repentinos e tão esmagadores aqueles dois furações, que expressões articuladas de surpresa ou choque pareciam impossíveis para a grande maioria de homens e mulhres - tanto testemunhas como participantes. A mudança foi uma mudança de verdade. A euforia era euforia de verdade. Ninguém discutia a autenticidade de nenhuma das duas. Sua realidade ultrapassava qualquer ficção ou pretensão, em termos de estranheza, incongruência ou espírito inventivo. Mas embora houvessem indivíduos e grupos de pessoas aqui e ali que gritassem em equivalente a "Esperem aí! O que é que está acontecendo? Por que estamos mudando tudo?", era como se ninguém pudesse ouvi-los por causa do barulho da tempestado dupla que assolava o catolicismo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-1936080588673945508?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/1936080588673945508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=1936080588673945508' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/1936080588673945508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/1936080588673945508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/09/furaces-na-cidade-de-deus-parte-iii.html' title='Furacões na Cidade... de Deus - parte III'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-4957956803746457725</id><published>2008-08-19T17:36:00.000-03:00</published><updated>2008-09-06T18:57:05.357-03:00</updated><title type='text'>Furacões na Cidade... de Deus - parte II</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Continuando o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;capítulo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11&lt;/span&gt; do livro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os Jesuítas&lt;/span&gt;, de Malachi Martin. Colocarei, futuramente, algumas  imagens modernas sobre os fatos análogos aos aqui neste texto referidos, para demonstrar que longe de tais afirmações serem problemáticas ou historicamente pontuais, tornaram-se uma perigosa permanência:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Quando a violência dos ventos passou e o novo dia amanheceu, as pessoas olharam à sua volta e descobriram que, de repente, o latim universal da missa havia desaparecido. Ainda mais estranho: a própria missa romana desaparecera. Em seu lugar havia um novo rito que se parecia com a missa antiqüíssima como [na mesma proporção em que] um barraco se parece com uma mansão palaciana. O novo rito era dito numa babel de línguas, cada qual dizendo coisas diferentes. Coisas que pareciam anticatólicas. Que apenas Deus, o Pai, era Deus, por exemplo; e que o novo rito era "uma ceia comunitária", não uma re-apresentação da morte de Cristo na Cruz; e que os padres não eram mais sacerdotes de um sacrifício, mas ministros à mesa servindo a convidados numa ceia comum de amizade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É verdade que o papa que presidia tais enormidades de aberração doutrinária, Paulo VI, tentou recuar um pouco em direção à primeira e única Missa Romana. Mas era tarde demais. O caráter anticatólico daquele novo rito persistiu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A devastação daqueles furações não tinha parado ali. Igrejas e capelas, conventos e mosteiros tinham sido despojados das suas imagens. Altares de sacrifício tinham sido removidos, ou pelo menos, abandonados, e em vez disso tinham diso colocadas em frente ao público mesas de quatro pés, como se preparadas para uma ceia agradável. Sacrários foram retirados, juntamente com a crença fixa sobre o sacrário de Cristo como a essência da Missa. Paramentos foram modificados ou postos inteiramente de lado. Balaustradas para a comunhão foram removidas [o autor se refere aos genuflexórios para a recepção do Corpo de Cristo de joelhos e na boca - nota nossa]. Os fiéis foram instruídos a não mais se ajoelharem quando recebessem a Santa Comunhão, mas ficarem de pé como homens e mulheres livres, e a receberam o Pão da Comunhão e o Cálice do Vinho da Comunhão em suas mãos democráticas. Em muitas igrejas, membros da Congregação eram imediatamente expulsos por "perturbação pública da adoração" se tivessem a ousadia de genuflectir ou, ainda pior, ajoelhar-se, para a Santa Comunhão do novo rito. A polícia era chamada para expulsar os infratores mais graves, aqueles que se recusavam a 'cooperar' e se recusavam a sair.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fora das igrejas e das capelas, missais romanos, cartões de comunicação de missas fúnebres, livros de orações, crucifixos, as vestes dos altares, paramentos da missa, balaustradas para a comunhão, até púlpitos, imagens e genuflexórios, bem como as estações da Via Sacra eram atirados às fogueiras e depósitos de lixo das cidades, ou vendidos em leilões públicos onde decoradores de interiores os arrematavam a preços irrisórios e lançavam um "estilo eclesiástico" na decoração de apartamentos e de casas elegantes dos subúrbios. Um altar de carvalho esculpido dava uma "penteadeira" tão original...! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A reação a isso tudo não foi apenas imediata; foi turbulenta e constante. Mas não pense, por um minuto sequer, que foi uma reação de horror, de inquietação, de insistência para que se acabasse com a barbaridade que as coisas sacras e sacrossantas fossem restauradas. Muito pelo contrário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O comparecimento à missa diminuiu imediatamente, e em dez anos havia caído 30% nos Estados Unidos, 60% na França e na Holanda, 50% na Itália, 20% na Inglaterra e no País de Gales. Outros dez anos, e 85% de todos os católicos da França, Espanha, Itália e Holanda nunca foram à missa. A população dos seminários teve queda vertical. Na Holanda, 2000 padres e 5000 irmãos e freiras religiosas abandonaram os seus ministérios. Existe, hoje, 1986, em média um novo padre ordenado por ano naquele país, onde antes havia uma média de dez. Quedas semelhantes foram registradas em outros países. Nos doze anos de 1965 a 1977, cerca de doze a quatorze mil sacerdotes no mundo inteiro solicitaram dispensa dos seus deveres, ou simplesmente foram embora. Sessenta mil freiras deixaram seus conventos entre 1966 a 1983. A Igreja Católica nunca sofrera perdas assim tão devastadoras num espaço de tempo tão curto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muitas freiras professoras simplesmente se desfizeram de seus hábitos religiosos, compraram logo trajes leigos, cosméticos e jóias e deram adeus aos bispos locais que até então tinham sido seus superiores, declararam-se constituídas como educadoras americanas comuns, decentes e íntegras, e seguiram suas carreiras. O número de confissões, comunhões e crismas diminuiu, no mundo inteiro a cada ano, de uma média de 60% de católicos praticantes em 1965 para um número situado nalgum ponto entre 25% e 30% em 1983. As conversões ao catolicismo diminuíram dois terços. (idem à anterior)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aqueles que ficaram - clérigos e leigos - não estavam satisfeitos com a tentativa de abolição da Missa Romana tradicional, com as alterações gerais do ritual e da adoração católica, e com a nova liberdade de lançar dúvidas sobre todos os dogmas. Aquilo não era o bastante. Elevou-se um clamor em favor do uso de anticoncepcionais, da legalização das relações homossexuais, de tornar o aborto opcional, da atividade sexual pré-marital sob certas condições, do divórcio e do novo casamento dentro da Igreja, de um clero casado &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, da ordenação de mulheres, de uma rápida união improvisada com as igrejas protestantes, da revolução comunista como meio não apenas de resolver a pobreza endêmica, mas de definir a própria fé&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Passou a ser moda uma nova forma de blasfêmia e sacrilégio. Para os católicos homossexuais, o "discípulo que Jesus amava" adquiriu novo significado. Não tinha aquele discípulo "se apoiado no peito de Jesus" na Última Ceia?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Com isso, o amor do homem pelo homem estava consagrado, não?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Sacerdotes homossexuais em paramentos cor de alfazema rezavam missa no novo rito para congregações homossexuais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E se podia ser assim para os homossexuais masculinos, o que dizer do amor da mulher pela mulher? Só as mulheres católica da geração da década de 60 foram suficientemente inteligentes para perceberem que eram vítimas do preconceito sexual eclesiástico; para elas, chegara finalmente o dia do acerto de contas com a antiqüíssima Igreja preconceituosa em matéria de sexo. Surgiu, então, a Igreja feminina - um desses medonhos e populares termos que significava reuniões de mulheres em apartamentos onde Ela (Deus, a Mãe) era adorada e recebia agradecimentos por ter enviado seu Filho (Jesus) pelo poder fertilizante do Espírito Santo (sendo Ela mesma a Mulher "primoprimordial").&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Apoiando essa variegada plêiade de mudanças e mudadores e vira-casacas, lá veio marchando toda uma falange de irrequietos "peritos". Teólogos, filósofos, peritos litúrgicos, "facilitadores", "coordenadores sócio-religiosos", ministros leigos (masculinos e femininos), "diretores de práxis" - fossem quais fossem seus títulos divulgados entre a massa, estavam todos procurando duas coisas: convertidos à nova teologia e briga com os maltratados tradicionalistas que estavam em retirada. Um dilúvio de publicações - livros, artigos em revistas, novas revistas, boletins, cartas-circulares, planos, programas e resumos - inundou o mercado católico popular. Os "peritos" questionavam e "reinterpretavam" todo dogma e toda crença, tradicional e universalmente esposados pelos católicos. Tudo, na verdade, e em especial as coisas difíceis da fé católica romana - penitência, castidade, jejum, obediência, submissão - ficou sujeito a uma modificação violenta, da noite para o dia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-4957956803746457725?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/4957956803746457725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=4957956803746457725' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/4957956803746457725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/4957956803746457725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/08/furaces-na-cidade-de-deus-parte-ii.html' title='Furacões na Cidade... de Deus - parte II'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-7535088586709032534</id><published>2008-08-18T12:52:00.000-03:00</published><updated>2008-08-22T15:10:29.848-03:00</updated><title type='text'>Excertos de uma carta de Sto Atanásio a seus fiéis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;São os santos verdadeira fonte de sabedoria segura, e de considerações exemplares para nós. Muitas vezes, as amarguras que sentiram diante dos problemas, tentações e embates são prenúncios daquilo que nós, homens comuns, um dia teremos como impossível evitar em nossas vidas privadas. Não a tôa, são também tradicionalmente conhecidos como "Espelhos de Cristo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vejamos o que um desses reflexos do Verbo - Santo Atanásio - nos deu a conhecer, em uma carta dirigida aos fiéis perseguidos pela onda heterodoxa de sua época (o arianismo), que por sua vez continha, para espanto e escândalo de muitos, maior número que os ortodoxos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;_____&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Que Deus vos console! O que vos entristece também é que os outros ocuparam as igrejas pela violência, enquanto que vocês estão fora. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;É um fato, eles têm os locais, mas vocês têm a fé apostólica. Eles podem ocupar nossas igrejas, mas estão fora da verdadeira Fé católica. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pensem bem, o que é mais importante: o local ou a fé? A verdadeira fé, é evidente! Nesta luta, quem é o vencedor, quem é o derrotado? O que mantém o local ou o que guarda a fé? O local, é verdade, é bom, quando ali se prega a fé apostólica; ele é santo se tudo ali respira a santidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Vocês são felizes, os que permanecem na Igreja pela fé, vocês que estão firmes nos fundamentos da fé que lhes foi transmitida pela santa Tradição apostólica. E, se por diversas vezes uma inveja odiosa quis derrubá-la, foi em vão. São estes que se desligaram dela na crise atual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Ninguém jamais prevalecerá sobre a fé&lt;/span&gt;, meus irmãos muito amados. E cremos que um dia Deus nos devolverá nossas igrejas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt; Assim, portanto, mais eles se esforçam para ocupar os lugares do culto, mais eles se separam da Igreja. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eles pretendem representar a Igreja; na realidade, eles se expulsam a si próprios e se perdem.&lt;/span&gt; Os católicos fiéis à Deus na Santa Tradição, mesmo reduzidos a um pequeno grupo, são estes a verdadeira Igreja de Jesus Cristo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;_____&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mais do que nunca, essas palavras de Santo Atanásio nos fazem refletir sobre a situação que sofrem todos os católicos nos tempos hodiernos. Vendo por incontáveis vezes, em inúmeros lugares, os sinais de apostasia e desprezo da fé, são estimulados a acreditar que o abominável é a regra dentro dos templos de Deus, e o cristianismo que antes era a seiva pulsante da sociedade ocidental, agora é mero apêndice incômodo e urticante, que irrita ao mero contato suave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É, os tempos mudaram... para pior!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Agora, padres que impedem os fiéis de se ajoelharem diante de Cristo Eucarístico durante a missa, dizendo: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Não, não ajoelhem. Agora não é momento de adorar! É comemoração, refeição e festa! Ceia fraterna!&lt;/span&gt;". Coroinhas vestidas com micro-saias, e com vestes cujas costas e parte da cintura estão completamente - eu disse COMPLETAMENTE - visíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Padres que fazem chacota das coisas sacras, brincando com as imagens do Cristo e dos Santos durante as homilias. Pessoas que antes foram ladrões de hóstias consagradas ou maçons, agora são &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Ministros" e "ministras"  extraordinários da eucaristia, com chaves próprias do sacrário e tudo mais. Bailarinos e raparigas dançando durante a celebração, teatros e representações com nítida inspiração pagã. Proibição de se ajoelhar ou mesmo de receber diretamente nos lábios o Corpo de Cristo, violando os direitos legítimos dos fiéis. "Visitas" do padre à assembléia durante a celebração da missa, omissão de orações e funções dele em favor dos "ministros extraordinários". Consagração coletiva das espécies eucarísticas do pão e vinho, "presidência" ministerial inserindo inapropriadamente orações e reflexões - com alto teor de termos inócuos - durante a missa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Show-missas" com padres cantores, freiras dançantes, irmãos consagrados guitarristas, bispos bateristas. Banhos de água benta distribuída através de arremessos de balde. Decorações litúrgicas grotescas: missa-queijo, missa-halloween, missa-dance, missa-rock, missa-balada, missa-caipira, missa-afro, missa-umbandista, missa-hindu, missa-budista, missa-xintoísta, missa-taoísta, missa-artística, missa-mágica, missa-carnaval, missa-campesina, missa-guerrilheira, missa-comunista, missa-teatral, missa-acrobática, missa-circo, missa-semi-nudista, missa-farofeira, missa-dark, missa-gótica, missa-wicca...  Altares "exóticos", que vão desde a uma superfície de toco de madeira, uma mesinha de centro numa casa da periferia, o capô de um carro até caixas de papelão, canoas, mostruários infláveis de produtos alcoólicos, sacos de feno, na grama mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Homilias bombásticas, recheadas de politicagem rasteira, portentosas manifestações de vaidade ignorante, que quando não sabe o que falar, aproveita-se daquelas clássicas fórmulas que nada falam de substancialmente católico, tão etéreas e repisadas que são: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O que importa é o amor!", "Vamos trabalhar por um mundo mais justo e fraterno!", "A comunidade humana deve sempre buscar a paz!", "Nós somos chamados a sermos mais humanos!", "A nossa tolerância para com o próximo é o que importa!", "O mundo precisa de nós, porque nós precisamos do mundo!"&lt;/span&gt;. Quando não são vazias, erros doutrinais rotineiramente permeiam o começo, meio ou fim. Dizer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Nossa Senhora, como nós, também teve os seus pecados..."&lt;/span&gt; já não causa mais escândalo. Defender que Jesus foi um revolucionário social - apenas - também não; e muito menos dizer que toda a humanidade é Filha de Deus e pertence à Igreja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Terço? Não, esta é a oração das velhotas caducas, incapazes demais para compreender os "tempos modernos" nos quais você reza de verdade enquanto pula a cerca de uma propriedade privada produtiva, sob os auspícios da CNBB e MST, para fazer destruição em favor da Igreja "povo de Deus'! É o terço do oprimido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Meditação? Só a zen-budista, ou aquelas acompanhadas de atividades físicas orientais, como Tai Chi Chuan ou Yoga. O negócio é esvaziar a cabeça, acender o incenso e ficar no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;OOoommmm.... OOOOoooommmm.... AAAaauuuummmm... &lt;/span&gt;ou talvez mofar ao som duma música "New Age" durante o banho de sais, convenientemente acompanhados de pirâmides ou cristais místicos, numa banheira de madeira feita por um ermitão do Himalaia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atos de misericórdia corporal? Mas os agentes do serviço social municipal já têm isso como função deles, e eu já não pago impostos ao governo para serem recolhidos os mendigos e indigentes das ruas. Atos de misericórdia espiritual? Quem sou eu para corrigir os que erram, ou consolar alguém, ou dar bom conselho? Há escolas e psicólogos para isso hoje, entupidos de teorias magníficas que respondem o que você quiser, do jeito que te for mais conveniente - afinal, tudo é relativo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Devoções? Claro que temos! Afinal, não amamos de paixão a Britney Spears, a dupla Gino e Geno, a Avril Lavigne, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;bem como o Ronaldinho Gaúcho, o atleta Michael Phelps, as Tartarugas Ninja, os Pokemón, os Smurfs, Power Rangers, Bob  Esponja... e até o Dalai Lama e aquela turma incrivelmente "sensata" que defende com unhas e dentes a eficácia do livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O Segredo"&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Oração? Não é aquela coisa que se ensinam nas aulas de análise sintática, nas apostilas de gramática? Oração não é sinônimo - ordinariamente falando - de uma frase qualquer? Não? Ah, já sei! Oração é aquele negócio dos pentecostais, né? Tipo assim: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Sahndalaybaricandara Sautiandara Belonbaradankara Marisuryanbala"&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deus do céu, ajude-nos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os tempos da Atanásio eram por eles considerados escandalosos e heréticos, a que epíteto deve esta modernidade corresponder? Satânicos, no mínimo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deixando o cinismo de lado, paro por aqui esse verdadeiro desfile de horrores, - e olha que não falei dos seminários, casas de (de)formação, editoras "católicas" e outros lugares onde as peripécias de uma mentalidade imbecil vão deixando seus rastros, emporcalhando o resto de catolicismo de fato que sobrevive no mundo - para lembrar ao mundo que se putrefaz diante do abandono do seu referencial absoluto (que é Deus Nosso Pai, e Jesus Cristo, Nosso Senhor) - mas paro consciente que a Igreja Católica vista por todos nós têm uma considerável responsabilidade nesse processo dessacralizador, e sua laicização favoreceu (e continua a  favorecer) a desgraça do antropocentrismo, do modernismo, da heterodoxia e da síntese entre posições irresistivelmente irreconciliáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Que a voz daqueles que são fiéis permaneça gritando a Verdade, antes que, no dia derradeiro, sejamos condenados por nossa omissão vergonhosa que levaria muitos à perdição perpétua. Retomar os postos perdidos para os bastiões da destruição, educar os povos segundo a Sã Doutrina, instigar-lhes vida santa e fidelidade àquilo que é certo e santo, defender a Igreja dos ataques que contra ela se levantam, cristianizar as gentes e imbuí-los de Cristo Jesus, seu Evangelho e da sua Tradição que permanece nos filhos fiéis da Santa Madre Igreja, evangelizar e favorecer de todos os modos e maneiras a Salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É missão árdua, como foi a de Santo Atanásio, defender a integridade do verdadeiro catolicismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas a Força Suprema que o ajudou, também nos ajudará. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-7535088586709032534?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/7535088586709032534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=7535088586709032534' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7535088586709032534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7535088586709032534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/08/excertos-de-uma-carta-de-sto-atansio.html' title='Excertos de uma carta de Sto Atanásio a seus fiéis'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-8829136587987232750</id><published>2008-08-16T21:24:00.000-03:00</published><updated>2008-09-01T21:03:52.547-03:00</updated><title type='text'>Furacões na Cidade... de Deus - parte I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esse texto magnífico do padre(*) exorcista Malachi Martin traz uma espantosa imagem analógica, referente aos efeitos imediatos do conhecido evento paradigmático da catolicidade no século XX: O Concílio Vaticano II.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eis o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;capítulo 11&lt;/span&gt; do livro&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; "Os Jesuítas"&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  "Coloque-se na posição de um morador de uma cidade que nasceu e cresceu nela, e segue para o trabalho pelo caminho que você tem usado todas as manhãs nos últimos vinte ou trinta anos. Segue por uma longa avenida, depois dobra uma certa esquina e segue por outra avenida que parece que nunca mudou. É isso. Você tem feito isso cinco vezes por semana, quem sabe por quantas semanas, ano após ano. A manhã é como todas as outras manhãs, numa cidade que é exatamente como sempre foi para você ontem, no mês passado, e lá até onde você pode se lembrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Por isso, você anda sem praticamente perceber os pontos característicos e todas as coisas que você conhece tão bem e que lhe dizem que você está ali em casa - as calçadas, os cruzamentos de ruas transversais, os sinais de tráfego, árvores, postes, lojas, prédios; o ritmo crescente e decrescente dos carros, ônibus, caminhões; as bancas de jornais, o homem de sempre mendigando em seu posto permanente, a mistura de sons de vozes e de máquinas, os cheiros no ar, até mesmo as usuais variações de tempo; as multidões de homens de negócios, funcionários de escritórios, operários de construções, donas de casa passeando com seus cachorros, mensageiros, turistas, gente fazendo compras, ociosos, vadios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Tudo é tão esperado, tão previsível, tão tranqüilizador, que não importa o nível do barulho ou movimento irregular das coisas na rua, num certo sentido tudo aquilo garante a sua paz de espírito. Dobrando aquela conhecida esquina, tudo será como sempre foi. É isso que você presume inconscientemente. E com razão, porque certas coisas não mudam. A vida é baseada nessa premissa, em especial os atos insignificantes da vida - como ir a pé para o trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Mas imagine-se dobrando aquela esquina e sendo subitamente apanhado por trás por uma rajada de vento forte, que parece ter surgido do nada e em sua passagem furiosa despedaça prédios, derrubando alguns deles, atirando pessoas para todo lado, enchendo as calçadas de destroços, arrancando árvores e sinais de trânsito, transformando o céu sobre a sua cabeça com uma cor de crepúsculo, e torcendo a retidão da avenida que permitia uma visão clara, deixando-a parecida com um saca-rolhas, enquanto leva, a contragosto, você e todos e tudo mais em direções estonteantes. É uma mudança tão total, tão abrupta, tão irresistível mesmo, que você já não sabe onde está, para onde está indo ou o que está acontecendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Antes que você tenha tempo de perceber não consegue se orientar, outra rajada forte de vento misturando-se à primeira vem gritando de forma incoerente nos seus ouvidos e, para deixá-lo ainda mais em pânico, parece afetar a maioria das pessoas que o cercam com uma espécie de prazer estático, de modo que elas se atiram sem resistir nas violentas lufadas daqueles dois ventos que agora levam todo mundo, inclusive você, para um lugar de onde você não avista nenhum dos seus velhos pontos de referência conhecidos. É tão estranho o efeito da segunda lufada, que mesmo com toda a sua violência e confusão, a coisa mais desorientadora, para você, é a estranha euforia de expectativa e de prazerosa confiança que parece tomar conta da maioria das pessoas que estão sendo atiradas de um lado para o outro enquanto você e elas são empurradas numa viagem desconhecida e não registrada nos mapas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Um elemento bizarro dessa euforia perturbadora é a maneira pela qual as pessoas começam a conversar, quer entre si, quer com Deus. Parece que, num instante, eles aprenderam uma nova linguagem, estão pensando tudo com conceitos disseminados em massa e pré-fabricados: "Não adore a vertical! Adore na horizontal!" "Tudo o que ajudar o crescimento criador para a integração" "Precisa-se de facilitadores!" "Como está o seu desempenho interpessoal?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  E, como se isso já não desorientasse o bastante, um tom quase maníaco, num volume que quase chega à histeria, penetra de vez em quando na vasta confusão, quando homens e mulheres, alegando o dom de línguas do Espírito Santo, começam a emitir sons sem sentido com rapidez. "Ik bedam dam bula" &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;(Ou a versão brasileira: "Shandalay baricandara Surianda Mare balashuria" - nota nossa)&lt;/span&gt; - ou coisa parecida, ouve-se um cardeal católico romano dizer extasiado, garantindo a confusão no mais alto posto. Gloriosa confusão. Eufórica confusão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Por um instante, você fica tentado a juntar-se a todos e entrar num mundo mágico, fictício. Mas dúvidas absurdas o assaltam, sem que haja respostas consoladoras. Por que não houve aviso? Onde estavam aqueles ventos a momentos antes de atacarem? Estariam escondidos o tempo todo? Lá acima das nuvens, talvez, ou pairando em algum ponto longe das ruas e dos prédios? Ou será que vieram de regiões estranhíssimas e distantes? Por que estão todos tão euforicamente confiantes no futuro, mesmo enquanto estão sendo arrastados nas costas desses ventos? Será que o seu alegre salto à frente para a escuridão está iluminado por anseios e informado pelo seu instinto do divino? De onde vieram seus novos conceitos? E a sua nova língua?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Quaisquer que sejam as respostas, você sabe que não pode voltar atrás para o que era antes. Ninguém terá condições de voltar outra vez para os velhos locais conhecidos. As coisas nunca serão as mesmas em sua cidade natal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Talvez seja aquela perfeita percepção que subitamente faz com que uma coisa pareça certa e clara em sua mente: de onde quer que tenham vindo, aqueles dois violentos furacões - o que derrubou tudo o que era conhecido, e o outro que meteu aquela estranha euforia na cabeça das pessoas - não eram tempestades normais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  Esse cenário, por fantástico e surrealista que seja, mal é suficiente para dar a idéia da totalidade e da rapidez da mudança e da estranha euforia que arrebatou os católicos romanos - e, surpreendentemente, também os jesuítas - na década de 1960. Porque todo um sistema tradicional de vida e prática religiosa foi aparentemente eliminado com aquela rapidez, sem aviso. Uma mentalidade de séculos foi levada na enxurrada de um furacão de mudança. Em certo sentido, um determinado mundo de pensamento, sentimento e atitude deixou de existir - o antigo mundo católico centrado na autoridade de um pontífice romano; a rígida alternativa entre apenas duas opções do dogma e da moralidade católica; o comparecimento à Missa, a freqüência à confissão e da santa comunhão; o Rosário e os vários atos piedosos e devoções da vida paroquial; a militância dos leigos católicos romanos em defesa dos valores católicos tradicionais. Todo esse mundo foi aniquilado, por assim dizer, da noite para o dia."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;______&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(*) Há informações divergentes quanto ao verdadeiro grau de sacerdócio do referido Malachi Martin. Embora publicamente fosse considerado apenas como um padre, pessoas próximas do exorcista (é o que dizem Fr. Paul Trinchard e Pe. Rama Coomaraswamy) afirmaram que ele havia sido sagrado epíscopo, isto é, bispo. Restam algumas probabilidades: Teria sido sagrado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"in pectore"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;por Pio XII ou algum outro bispo? &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Teria sido sagrado por algum bispo da linhagem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "&lt;/span&gt;Thuc&lt;/span&gt;" - haja visto que colaborou ativamente com López-Gastón na sagração de Rama Coomaraswamy, como demonstram as fotos presentes neste link (&lt;a href="http://www.the-pope.com/validity.html"&gt;http://www.the-pope.com/validity.html&lt;/a&gt;)? Outro boato seria que Malachi teria sido um cardeal antes da morte, mas não há dados, fotos ou documentos que confirmem essa teoria. Não sabemos perfeitamente, mas há fortes indícios de que pelo menos uma coisa seja procedente: Malachi Martin teria sido bispo no final da vida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-8829136587987232750?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/8829136587987232750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=8829136587987232750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8829136587987232750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/8829136587987232750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/08/furaces-na-cidade-de-deus-i.html' title='Furacões na Cidade... de Deus - parte I'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-7114645096295949763</id><published>2008-07-27T00:26:00.001-03:00</published><updated>2008-12-09T15:22:05.992-02:00</updated><title type='text'>Do primado apostólico de São Pedro - Anexos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjR20K7hWI/AAAAAAAAAAM/mKGMh-Zse4s/s320/Escava%C3%A7%C3%B5es1.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 238px; height: 83px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjR20K7hWI/AAAAAAAAAAM/mKGMh-Zse4s/s320/Escava%C3%A7%C3%B5es1.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Anexo 1: Esquema transversal dos sítios arqueológicos encontrados pela escavação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjWAkK7hXI/AAAAAAAAAAU/Iefet2gPaqo/s320/PetrosEni+-+t%C3%BAmulo.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 239px; height: 146px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjWAkK7hXI/AAAAAAAAAAU/Iefet2gPaqo/s320/PetrosEni+-+t%C3%BAmulo.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Anexo 2: A i&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;nscrição parietal “Petros Eni”, e o “muro vermelho” – com um nicho de mármore – do qual o fragmento da pedra fazia parte. O lugar do qual pendeu o pedaço da inscrição está marcado com uma estrela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjW_UK7hZI/AAAAAAAAAAk/fTyJdK9vO_4/s320/clip_image001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 213px; height: 148px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjW_UK7hZI/AAAAAAAAAAk/fTyJdK9vO_4/s320/clip_image001.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Anexo 3: Fotografia da catacumba de São Sebastião, com uma oração em latim (que em português seria: “Pedro e Paulo, intercedam por Vitória”).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjWjEK7hYI/AAAAAAAAAAc/CwrKjXsP3Bs/s320/Petrus+et+Paulus+%28s%C3%A9c.IV%29.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 230px; height: 94px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjWjEK7hYI/AAAAAAAAAAc/CwrKjXsP3Bs/s320/Petrus+et+Paulus+%28s%C3%A9c.IV%29.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Anexo 4: Uma das representações pictóricas de Pedro e Paulo datada do século IV&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjYmEK7hcI/AAAAAAAAAA8/WJcpamM3FtY/s320/Cristo+docente.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 210px; height: 285px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjYmEK7hcI/AAAAAAAAAA8/WJcpamM3FtY/s320/Cristo+docente.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Anexo 5: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Jesus Cristo sentado na cátedra, ensinando.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjXpEK7hbI/AAAAAAAAAA0/L2PHRHtq2LM/s320/clip_image003.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 206px; height: 290px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjXpEK7hbI/AAAAAAAAAA0/L2PHRHtq2LM/s320/clip_image003.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Anexo 6: Abaixo à&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt; esquerda, São Pedro, com enfoque na cabeça, exatamente na mesma posição que Jesus Cristo (sentado na cátedra, ensinando) - o que demonstra através dos símbolos qual foi o ministério deixado para "o Primeiro" dentre os Apóstolos. Imagens retiradas do cemitério "Ad duas lauros", que data da metade do século III (250 d.C.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjXTEK7haI/AAAAAAAAAAs/wPzjiOGGt14/s320/clip_image002.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 242px; height: 107px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjXTEK7haI/AAAAAAAAAAs/wPzjiOGGt14/s320/clip_image002.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Anexo 7: Ao lado, seqüência de referências a São Pedro numa tumba cristã; como no Batismo de Cornélio (criando água do cajado), nas 3 negações de Cristo por ele feitas, na sua captura para o martírio, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7980510619166005510-7114645096295949763?l=fideliumcoetus.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/feeds/7114645096295949763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7980510619166005510&amp;postID=7114645096295949763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7114645096295949763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7980510619166005510/posts/default/7114645096295949763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fideliumcoetus.blogspot.com/2008/07/do-primado-apostlico-de-so-pedro-anexos.html' title='Do primado apostólico de São Pedro - Anexos'/><author><name>Coetus Fidelium - SP</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03791040930021556487</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/_e6zm3CqbNL8/SKdvhAt3ZdI/AAAAAAAAAAg/xp-AnsB3cUk/S220/180px-Holysee-arms+SMALL.PNG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_tPP_xYYJYwk/SBjR20K7hWI/AAAAAAAAAAM/mKGMh-Zse4s/s72-c/Escava%C3%A7%C3%B5es1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7980510619166005510.post-2452709468868430010</id><published>2008-07-26T23:40:00.000-03:00</published><updated>2008-09-21T11:43:23.544-03:00</updated><title type='text'>Do primado apostólico de São Pedro</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um dos pontos básicos da fé cristã católica é a autoridade máxima do apóstolo Pedro, sendo ele o fundamento visível da unidade doutrinal e apostólica da Santa Igreja Católica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Assim sendo, por esta nossa fé ser traço indistinto de catolicidade, os cismáticos e os hereges protestantes insistem em atacar o primado papal com árdua tenacidade a fim de ou rejeitá-lo ou, no mínimo, denegrí-lo a tal ponto que a ofensa cega supere a argumentação lógica historicamente fundamentada e a solidez exegética católica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Este texto visa, antes de tudo, cumprir o pedido do apóstolo São Pedro, em sua carta, que nos diz: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (1Pe 3,15)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Iniciemos, então, nossa exposição sobre o primado apostólico de São Pedro.&lt;u1:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;1) Pedro e os Evangelhos&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Façamos então uma apresentação sobre a pessoa de Simão Pedro dentro do contexto das Sagradas Escrituras, em especial nos Evangelhos.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nos evangelhos, o Apóstolo mais citado é Simão Pedro. No evangelho de João, são 37 o número de vezes que se repete especificamente o nome do apóstolo. No evangelho de Lucas, Pedro é citado 20 vezes. Em Mateus, 26 vezes; e em Marcos, &lt;b&gt;&lt;i&gt;“o primeiro”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; dentre os apóstolos (Mt 10,2) é citado 21 vezes. Ao todo, 104 vezes aparece o nome de Pedro. &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tudo isso sem contar as passagens bíblicas em que Simão ainda não é chamado Pedro, pois as considerando, passaremos de 104 para 114. A diferença de Pedro para o “discípulo amado” (se aceitarmos que ele é o apóstolo João), contando ainda todas as outras passagens dos evangelhos, numera-se apenas 46 passagens. &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedro tem mais do que o dobro de referências do que o &lt;b&gt;&lt;i&gt;“discípulo amado”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, João!!! Por si só, esse fato seria válido para afirmar-se que Pedro exerceu destaque entre os discípulos. Outro ponto importante é o fato de em todas as listas apostólicas dos evangelhos sinóticos – Mateus, Marcos e Lucas – o primeiro a ser citado é sempre o apóstolo Simão Pedro, filho de Jonas (conforme as listas em Mt 10,1-4; Mc 3,16-19; Lc 6,14-16).&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em quase todas as citações evangélicas, é dada a pessoa do apóstolo Pedro uma posição de proeminência, raramente encontrada com relação a outros discípulos de Jesus. Ele é chamado &lt;b&gt;&lt;i&gt;“o primeiro”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; dentre os outros apóstolos (Mt 10,2), quase sempre é o único apóstolo que trava diálogos mais diretos e relevantes com o Senhor (Jo 6, 35-69; Jo 21,12-19; Lc 5,1-10; Lc 9,18-21; Lc 18, 28-30; Mc 10, 27-31; Mc 11,20-26; Mt 14,25-29; Mt 15,11-20; Mt 16,13-19; Mt 18,21-22; Mt 19, 23-30), e ele é tratado de modo diferente pelas Sagradas Escrituras, estas que por diversas vezes deixam evidente a separação entre Simão Pedro e os outros apóstolos - diferença que até os anjos no Evangelho de Marcos não deixam de fazer (Mc 14,36-38; Mc 16,7; Mt 10,2; Mt 13,16-19; Jo 21,15-19).&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nas situações que os apóstolos necessitam de um porta-voz junto a Jesus, Pedro é quem fala por eles nos evangelhos, e quem os coordena quando é necessário (Jo 6,68; Jo 13, 21-24; Jo 20,1-6; Jo 21,12-19; Lc 8,45; Lc 9,20; Lc 12,41; Lc 18,28; Mc 9,5; Mc 10,28; Mc 11,12-14.20-21; Mc 16,7). Então, sob o prisma dos Evangelhos, nos é desonesto afirmar que Pedro foi apenas mais um dos apóstolos: muito pelo contrário, a realidade bíblica que se constata é que Pedro exerce um papel predominante e eminente diante o nascente colégio apostólico (ou seja, entre os primeiros apóstolos/discípulos).&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outra observação relevante - retiramos esta dos Cadernos de Apologética Montfort:&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;i&gt;“Dois fatos aparentemente corriqueiros da vida de Cristo se juntam às evidências até aqui acumuladas, e dizem respeito à proximidade do mestre a Pedro. Primeiro, observa-se pelos Evangelhos que, quando Cristo se demora em Cafarnaum, é na casa de Pedro que se hospeda.&lt;b&gt; "Ao sair da Sinagoga, Jesus e os que o seguiam se dirigiram à casa de Pedro e André ..."&lt;/b&gt; (Mc 1,29; Mt 8,14; Lc 4,38), e que mais tarde, à porta da casa (de Pedro) Jesus fazia milagres. São Marcos, em outras ocasiões, sem mencionar outra casa, diz simplesmente que o Mestre se dirigiu &lt;b&gt;"à casa"&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;"para casa"&lt;/b&gt; (Mc 2,1; Mc 3,20; Mc 9,32).&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;É curiosa a diferença nas narrações de São Marcos e São Mateus desse mesmo episódio: este usando artigo - na casa; aquele sem o usar - em casa. &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;O sentido da primeira expressão é o mesmo que tem, para os franceses, o ‘chez moi’, ou seja, em minha casa. Seria um fato estranho São Marcos falar de sua casa, se não soubéssemos ter sido o evangelista discípulo de Pedro. Ao repetir o que ouviu do Apóstolo, ele utiliza a expressão de quem falava da própria casa. São Mateus fala da casa não com sentido próprio, pois falava da casa de outrem. Curioso ainda é que quando os evangelistas falam da casa de Cristo, se referindo à de Nazaré, usam ambos o artigo, evidenciando o detalhe sutil e extremamente probatório da passagem.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Portanto, o Evangelho de S. Marcos demonstra que, em Cafarnaum, Cristo se hospeda-va na casa de Pedro”.(Cadernos Montfort – “O Primado de Pedro” – &lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.montfort.org/"&gt;www.montfort.org&lt;/a&gt; &lt;i&gt;)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedro exerceu um papel de evidente importância. Papel esse que é de liderança, sendo nos Evangelhos (no mínimo) o “Embaixador dos Apóstolos” – o primeiro de muitos títulos que esse texto dará a São Pedro Apóstolo.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;b&gt;2) Pedro e a Comunidade Apostólica&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Continuemos nessa progressiva análise do apóstolo, perguntando:&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Como a comunidade cristã concebia a pessoa de Pedro?” &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Os primeiros cristãos aceitavam Pedro como os evangélicos o vêem hoje?”&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Procuremos agora compreender a figura de São Pedro no livro de atos dos Apóstolos, já reconhecendo a importante liderança que configuram os Evangelhos à sua pessoa. &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Primeiro, como se é notável logo numa primeira leitura de Atos dos Apóstolos, reconhece-se que o livro enfatiza a pessoa e a missão de Paulo Apóstolo, que é citado cerca de 3 vezes mais que Pedro em todo livro. Todavia, Pedro é citado em 57 passagens, e em todas elas o apóstolo exerce uma função de liderança e governo, fato este de importância central para o crescimento da Boa Nova e das comunidades cristãs que nasciam. &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E todas as passagens de Atos em que Pedro aparece, em todas elas &lt;b&gt;&lt;i&gt;“o primeiro”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; dentre os apóstolos (Mt 10,2) exerce a função que Jesus Cristo já lhe havia dado: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Apascenta as minhas ovelhas” &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(Jo 21,15-19). Pedro é o pastor visível, Cristo o invisível.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedro é quem toma a palavra, e convoca os irmãos a substituírem Judas Iscariotes – que havia morrido – por outro discípulo (At 1,15-22). Ele também é o primeiro a pregar, após a unção do Espírito Santo em Pentecostes, e é o primeiro a converter 3000 mil pessoas com apenas uma pregação!! (At 2,14-41). Pedro também é aquele quem preside a comunidade apostólica no exercício missionário (At 3), é ele quem preside o juízo de uma questão normativa sobre a doação pecaminosa de Ananias, declarando-os ‘anátemas’ (At 5,1-11).&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É de Pedro o primeiro milagre pós-pentecostes (At 3,6-12), e dele também é a primeira advertência contra a heresia - a simonia - defendida por Simão Mago (At 8,14-24), além de ser o primeiro apóstolo depois de Cristo a ressuscitar um morto (At 9,40)! É de Simão Pedro também a autoridade de ensinar aos apóstolos de modo universal (católico) sobre novas matérias doutrinárias (At 11,5-17; At 15,7-11), sendo presidente doutrinal da Igreja.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedro, assim como nos evangelhos, é distinto dos apóstolos restantes em todo livro de Atos, corroborando a sua posição diferencial na comunidade cristã perante os outros discípulos (At 2,37; At 5,29; At 15,7). Também Pedro é quem viaja entre as comunidades cristãs, supervisionando e vigiando as ovelhas que o próprio Senhor lhe deu (At 9,32), cumprindo aquela profética afirmação de Jesus: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; &lt;u&gt;e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos&lt;/u&gt;.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Lc 22,31-32 – grifos nossos). A jurisdição maior de Pedro sobre os irmãos é bem manifesta em tudo isso que falamos!&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Embaixador dos apóstolos, Pastor das ovelhas de Cristo, Diretor doutrinal da Igreja, O Primeiro dentre os apóstolos: Eis o que Pedro foi na Igreja cristã primitiva!&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;b&gt;3) Pedro e a mudança de nome&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outro dado que coloca em evidência a singularidade petrina é a alteração do nome feita por Jesus Cristo. Simão, filho de Jonas, recebe do Senhor uma nova denominação: Pedro.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Qual o motivo para uma mudança de nome para Jesus? &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Será uma coisa sem sentido feita por Jesus, só para passar o tempo? &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deus faz coisas sem sentido, ou sempre faz tudo conforme a Sua Suprema Inteligência?&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É claro que Deus faz tudo conforme Sua Suprema Sabedoria, e nada que sai de Suas Mãos é obra sem finalidade. E uma das atitudes do Senhor que estão cheias de significado é a mudança de nome. Segundo &lt;i&gt;“a concepção antiga,&lt;/i&gt;&lt;u&gt; &lt;i&gt;o nome não é somente uma marca de designação, mas é também aquilo que determina a sua natureza específica”&lt;/i&gt;&lt;/u&gt; &lt;i&gt;(cf. Bíblia de Jerusalém - 3ª impressão 2004, nota ‘G’ relativa à mudança de nome de Abrão, pg. 54).&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Antigo Testamento há exemplos disto; mostraremos abaixo.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando Deus dispõe de uma criatura para dela fazer um sinal para a humanidade, Ele altera o nome desta, fazendo assim do novo nome um símbolo daquela função/missão que o Senhor escolheu para o seu servo. Vejamos agora alguns desses casos:&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Este é o pacto que faço contigo: serás o pai de uma multidão de povos. De agora em diante não te chamarás mais Abrão, e sim Abraão, porque farei de ti o pai de uma multidão de povos. Tornar-te-ei extremamente fecundo, farei nascer de ti nações e terás reis por descendentes. Faço aliança contigo e com tua posteridade, uma aliança eterna, de geração em geração, para que eu seja o teu Deus e o Deus de tua posteridade. Darei a ti e a teus descendentes depois de ti a terra em que moras como peregrino, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o teu Deus.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Gn 17,4-8)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Observem como Deus muda o nome de Abrão para Abraão para fazer uma analogia com a sua missão, que é ser “&lt;b&gt;&lt;i&gt;o pai de uma multidão de povos”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(v.4). O nome Abraão é escolhido por ser semelhante ao hebraico “&lt;i&gt;ab hamôn&lt;/i&gt;” que significa “pai de multidão”. Isso demonstra que o nome de Abraão foi modificado com uma finalidade específica: ser um sinal-vivo do poder de Deus, que faz de dois idosos uma multidão de descendentes.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O mesmo fato se dá com Jacó (cf. Gn 32,24-31). Quando este luta com o misterioso personagem no monte (Deus, ou um anjo), Jacó insiste-lhe que o abençoe, pois percebe o caráter sobrenatural do seu adversário. E o que é mais relevante: a bênção do adversário é intimamente ligada com a mudança de nome de Jacó para Israel, como atestam os versículos 27-29, que são o prenúncio da almejada bênção.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O nome Israel advém de “&lt;i&gt;peni’El&lt;/i&gt;” – raiz de Fanuel, que significa “face de Deus” – que simboliza o sinal da graça de Deus sobre Jacó, pois este &lt;b&gt;&lt;i&gt;“lutou contra Deus e contra os homens, e tu prevaleceste” &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(v.29; como atesta o guerreiro misterioso); assim viu a &lt;b&gt;&lt;i&gt;“face de Deus”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(v.31) lutando contra ele, sobreviveu e ainda foi abençoado. &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Como se sabe, ninguém pode ver a face de Deus e continuar ‘vivo’ (Ex 33,20ss); mas o fato de Jacó continuar vivo após “vê-la” (isto é, após estar diante de uma manifestação indireta de Deus através de um anjo) é sinal de sua missão especial como patriarca dos hebreus, e sinal de sua predileção diante do Senhor.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Justamente como nos exemplos anteriores, a Simão filho de Jonas também é dado um nome diferente, com um significado especial! Embora a nova nomeação de Simão para Pedro possa ter ocorrido antes da passagem clássica de Mateus 16 (cf. Jo 1,42), esta só adquire a sua significação absoluta no contexto do evangelho de Mateus, pois em João a mudança de nome é jogada sem o mesmo contexto. Observemos:&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer pedra).” &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(Jo 1,42)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Mt 16,17-19)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A mesma estrutura se pode observar nos três casos: Abrão, Jacó e Simão são chamados primeiro pelo nome antigo, depois pelo nome novo e por fim o Senhor lhes explica o porquê do nome novo. Confira as passagens expostas anteriormente em paralelo, e verás que correspondem entre si.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Pedro”, palavra de origem grega que significa “pedra”, é adaptada por Mateus da palavra “&lt;i&gt;Kephas&lt;/i&gt;”, palavra aramaica que designa “pedra”. Essa designação certamente se refere ao papel de primazia que Pedro haveria de exercer na Igreja cristã, pois ele seria a pedra designada por Cristo para estabelecer a sua Igreja aqui na terra (v.18), corroborando todas as atribuições que se tornaram manifestas pelos evangelhos, das quais expusemos algumas anteriormente.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Embaixador dos apóstolos, Pastor das ovelhas de Cristo, Diretor doutrinal da Igreja, O Primeiro dentre os apóstolos, A Pedra visível que é o sustentáculo da Igreja, Pedro!!!&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;b&gt;4) Pedro e as evidências arqueológicas: inscrições parietais e imagens&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muito relevante também são os dados que demonstram com grande clareza como era manifesta a crença dos primeiros cristãos com relação ao Apóstolo Pedro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Encontramos estes dados em diversos grafitos anônimos deixados sobre o túmulo de São Pedro, localizado durante as escavações arqueológicas promovidas sob a Basílica do Vaticano (Roma), que permeou as décadas de 1950, 60 e 70 da nossa era cristã. Estas foram realizadas com a supervisão do Mons. Ludwig Kaas, e com o apoio de especialistas de renome em epigrafia, como Margarita Guarducci.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Encontram, primeiramente, os indícios de reformas antigas realizadas por outros papas e escombros da antiga basílica da época do imperador romano Constantino – cuja existência já se sabia, já que a basílica vaticana havia sido iniciada em sua construção no ano de 1506, e estava sendo edificada acima da basílica constantiniana. Mas também foi descoberto um cemitério (uma necrópole feita no lugar do antigo circo de Nero, enterrada por Constantino para que se fizesse a basílica em dedicação à São Pedro) embaixo da antiga basílica, sendo que no meio deste havia um túmulo-mor. Esta tumba era o centro de vários outros túmulos, que eram dispostos de maneira mais ou menos circular em volta desse túmulo central, no qual há a inscrição &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Petros Eni”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que significa &lt;b&gt;&lt;u&gt;“Pedro está aqui”&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;. As inscrições todas datam entre os séculos II e III da era cristã, o que demonstra que os primeiros cristãos já tinham especial reverência pela pessoa de Pedro. Tanto acreditavam ser ali o lugar no qual Pedro estava enterrado que, ao lado da tumba do primeiro papa, uma caixa com pequenos ossos recolhidos pelos primeiros cristãos foi encontrada; eram ossos de animais, o que mostra o zelo dos crentes em guardar qualquer indício ósseo que pudera ser de São Pedro Apóstolo! Pelas condições da tumba, a inviolabilidade e autenticidade dos indícios encontrados é, de fato, segura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sendo assim, a tese de que Pedro foi apenas mais um apóstolo é rejeitada pelas evidências. Vejamos, para maior reforço de nossa tese, mais alguns exemplos retirados de grafitos dos cemitérios e catacumbas cristãs:&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“Pedro, pede a Cristo Jesus pelas almas dos santos      cristãos sepultados junto do teu corpo”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;;&lt;b&gt;*&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“Salve, Apóstolo!”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“Cristo e Pedro”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“Viva em Cristo e em Pedro”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“Vitória a Cristo, a Maria e a Pedro”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“São Pedro, São Paulo, São Félix, São Estevão, Santa      Emérita”; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“Pedro e Paulo, intercedam por Vitória &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;(nome da falecida)&lt;i&gt;”; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;“Pedro e Paulo, recordem-se de nós”.&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;(O epitáfio é um pedido de intercessão pelos mortos, e um pedido da intercessão de São Pedro pelos mortos enterrados perto de seu corpo! Isso também demonstra que os cristãos primitivos oravam pelos dos mortos, e rogavam a intercessão dos santos.)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;É também fato que as representações ilustrativas em imagens relatavam com grande profusão a figura de São Pedro Apóstolo. Ele freqüentemente era esculpido conforme vários simbolismos referentes à passagens bíblicas que testemunham o seu ministério, suas forças e fraquezas aqui na Terra (Pedro recebendo as chaves de Jesus Cristo, Pedro sentado numa cátedra lendo um pergaminho – símbolo da docência doutrinal, Cristo colocando sua mão no ombro de Pedro conferindo-lhe autoridade, Pedro fazendo água brotar de um cajado – símbolo do batismo de Cornélio, Pedro negando Jesus 3 vezes, Pedro sendo preso, Pedro crucificado de ponta-cabeça pelos romanos, Pedro como pastor do rebanho, etc). Vide no final, em anexo, algumas imagens que podem ser ilustrativos exemplos.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Embaixador dos apóstolos, Pastor das ovelhas de Cristo, Diretor doutrinal da Igreja, O Primeiro dentre os apóstolos, A Pedra visível que é o sustentáculo da Igreja, Santo e intercessor: Esse é Pedro apóstolo, o primeiro Papa.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;b&gt;5) Pedro, Roma e os santos padres apostólicos&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Muito embora o caráter de primazia apostólica de Pedro já tenha se demonstrado biblicamente, há alguns protestantes que procuram desabonar essas evidências a partir de uma afirmação bombástica: se Pedro nunca esteve em Roma, como pode ter ele sido o primeiro bispo de Roma? Como pode ter ele sido o primeiro papa?&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ora, tal tese protestante não está de acordo com as diversas evidências históricas sobre Pedro e o primado da Igreja de Roma sobre as demais. Apresentaremos algumas evidências históricas que demonstrarão como os cristãos viam a Igreja de Roma e a cátedra de Pedro:&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;"A &lt;u&gt;cátedra de Roma é a cátedra de Pedro, a Igreja principal, de onde se origina a unidade sacerdotal&lt;/u&gt;"&lt;/i&gt; &lt;i&gt;(Cipriano, +258, Epístola 55,14)&lt;/i&gt;.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;"Pedro, finalmente &lt;u&gt;tendo ido para Roma, lá foi crucificado&lt;/u&gt; de cabeça para baixo" (Orígenes, +253, cf. fragmento conservado na "História Eclesiástica" de Eusébio, III,1)&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;O mesmo Orígenes nos diz novamente: “&lt;u&gt;Pedro, sobre quien se construyó la Iglesia de Cristo&lt;/u&gt;”&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;...&lt;/i&gt;) &lt;i&gt;(Comentarios de João 5,3 - J479a, 226 A.D. – texto abaixo extraído do livro &lt;b&gt;'&lt;/b&gt;La Fe de los Primeros Padres', de William A. Jurgens’)&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;"Já que seria demasiado longo enumerar os sucessores dos Apóstolos em todas as comunidades, nos ocuparemos somente com uma destas: &lt;u&gt;a maior e a mais antiga, conhecida por todos, fundada e constituída pelos dois gloriosíssimos apóstolos Pedro e Paulo.&lt;/u&gt; Mostraremos que a tradição apostólica que ela guarda e a fé que ela comunicou aos homens chegaram até nós através da sucessão regular dos bispos, confundindo assim todos aqueles que querem procurar a verdade onde ela não pode ser encontrada. &lt;u&gt;Com esta comunidade, de fato, dada a sua autoridade superior, é necessário que esteja de acordo toda comunidade, isto é, os fiéis do mundo inteiro; nela sempre foi conservada a tradição dos apóstolos"&lt;/u&gt; (Irineu de Lião, +202, Contra as Heresias III,3,2). &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;“A Igreja foi construída&lt;u&gt; sobre Pedro&lt;/u&gt;” (Tertuliano,+220)&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;"Lancemos os olhos sobre os excelentes apóstolos: Pedro foi para a glória que lhe era devida; e foi em razão da inveja e da discórdia que Paulo mostrou o preço da paciência: depois de ter ensinado a justiça ao mundo inteiro e ter atingido os confins do Ocidente, deu testemunho perante aqueles que governavam e, desta forma, deixou o mundo e foi para o lugar santo. &lt;u&gt;A esses homens [...] juntou-se grande multidão de eleitos que, em conseqüência da inveja, padeceram muitos ultrajes e torturas, deixando entre nós magnífico exemplo&lt;/u&gt;”.(&lt;u&gt;Clemente de Roma&lt;/u&gt;, ano 96, Carta aos Coríntios, 5,3-7; 6,1).&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;“Zeferino, &lt;u&gt;Bispo da cidade de Roma&lt;/u&gt;, aos mui queridos irmãos que servem ao Senhor no Egito.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;Recebemos uma grande responsabilidade do Senhor, fundador desta Santa Sé e da Igreja apostólica, e do bem-aventurado Pedro, chefe dos apóstolos&lt;/u&gt;: a de que possamos trabalhar com amor infatigável pela Igreja universal, que foi remida pelo Sangue de Cristo, e, assim, &lt;u&gt;com autoridade apostólica&lt;/u&gt;, apoiar os que servem ao Senhor, bem como ajudar a todos os que vivem fielmente.” (Zeferino, +217, Epístola aos bispos do Egito)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;“Roma locuta, causa finita”-&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;u&gt; &lt;i&gt;Roma falou, encerrada a questão&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;i&gt;. (S. Agostinho, +430, bispo e doutor da Igreja.)&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;São Basílio(+379), São Atanásio(+373) e outros, diziam: ´&lt;u&gt;Ubi Petrus, ibi ecclesia; ubi ecclesia, ibi Christus´ – ´Onde está Pedro, está a Igreja; onde está a Igreja, está Cristo&lt;/u&gt;´.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;"Tendo vindo ambos a Corinto, os dois apóstolos Pedro e Paulo nos formaram na doutrina evangélica. A seguir, &lt;u&gt;indo para a Itália&lt;/u&gt;, eles vos transmitiram os mesmos ensinamentos e, por fim, sofreram o martírio simultaneamente"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;i&gt;(Dionísio de Corinto, do ano 170, extrato de &lt;u&gt;uma de suas cartas aos Romanos&lt;/u&gt; conforme fragmento conservado na "História Eclesiástica" de Eusébio, II,25,8)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;"&lt;u&gt;Nós aqui em Roma&lt;/u&gt; temos algo melhor do que o túmulo de São Filipe. &lt;u&gt;Possuímos os troféus dos apóstolos fundadores desta Igreja local. Vai à via Óstia e lá encontrareis o troféu de Paulo; vai ao Vaticano e lá vereis o troféu de Pedro"&lt;/u&gt; (Gaio, ano 199)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;“Inácio, também chamado Teóforo&lt;u&gt;, à Igreja que recebeu a misericórdia, por meio da magnificência do Pai Altíssimo e de Jesus Cristo, seu Filho único; à Igreja amada e iluminada pela bondade daquele que quis todas as coisas que existem, segundo fé e amor dela por Jesus Cristo, nosso Deus; à Igreja que preside na região dos romanos, digna de Deus, digna de honra, digna de ser chamada feliz, digna de louvor, digna de sucesso, digna de pureza, que preside o amor, que porta a lei de Cristo, que porta o nome do Pai; eu a saúdo em nome de Jesus Cristo, o Filho do Pai.&lt;/u&gt; Àqueles que física e espiritualmente estão unidos a todos os seus mandamentos, inabalavelmente repletos da graça de Deus, purificados de toda coloração estranha, eu lhes desejo alegria pura em Jesus Cristo, nosso Deus”. (Inácio de Antioquia,+110, Carta aos Romanos*)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Esta introdução à Igreja de Roma é diferente de todas as outras introduções, que são breves e pouco elogiosas (nas outras cartas de Inácio à&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;/span&gt;Éfeso, Esmirna, Trália, Magnésia e outras, ele não exalta-as em dignidade nem em autoridade, como faz com a de Roma que, segundo Inácio mesmo, &lt;i&gt;“preside”&lt;/i&gt; na região dos romanos e na caridade. E também em sua carta aos romanos, declara não ter ensinado nada, mas aprendido com a Igreja de Roma – “&lt;i&gt;3. &lt;u&gt;Nunca tiveste inveja de ninguém; ensinastes a outros. Quanto a mim, quero que permaneça firme o que ensinastes”&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todos estes escritos corroboram a cátedra petrina, e vários destes relatos são de testemunhas oculares dos primeiros cristãos, – como o de Inácio de Antioquia – o que deixa sem sombra de dúvida a comprovação de que Pedro era bispo de Roma. Outros relatos também demonstram a mesma coisa, como a Primeira Epístola de Pedro.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;São Pedro &lt;i&gt;“escreve sua primeira epístola a partir de Roma, conforme atesta a maioria dos estudiosos, como bispo dessa cidade e como bispo universal (ou papa) da Igreja primitiva. &lt;b&gt;"Babilônia"&lt;/b&gt; (1Pd 5,13) &lt;b&gt;é codinome para &lt;u&gt;Roma.&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;”(cf. Dave Armstrong, do site “Mirror of Truth”)&lt;/i&gt;. &lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Há também uma citação de Lactâncio em espanhol que relata não só que Pedro estava em Roma, como também já havia morrido pelas mãos de Nero. &lt;span style="" lang="ES"&gt;Eis o texto:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="ES"&gt;“CAP. II. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Sus apóstoles eran en ese tiempo once en número, a los cuales se agregaron Matías, en el lugar de Judas el traidor, y enseguida Pablo. Después se dispersaron a través de toda la tierra a predicar el Evangelio, como el Señor el Maestro les había ordenado; y durante 25 años, y hasta los comienzos del reino del Emperador Nero, ellos se ocuparon de asentar los cimientos de la Iglesia en cada provincia y ciudad. &lt;u&gt;Y mientras Nero reinaba, el Apóstol Pedro vino a Roma, y, a través del poder de Dios comprometido en él, realizó ciertos milagros, y, al volverse muchos a la verdadera religión, edificó un templo fiel y estable al Señor.&lt;/u&gt; Cuando Nero escuchó estas cosas, y observó que no sólo en Roma, pero en todas partes, una gran multitud se rebelaba diariamente a la adoración de ídolos, y, condenando sus caminos viejos, iban a la nueva religión, él, un odiado y pernicioso tirano, saltó adelante para arrasar el angélico templo y destruir la verdadera fe. El fué el primero en perseguir a los siervos de Dios; &lt;u&gt;el crucificó a Pedro, y asesinó a Pablo&lt;/u&gt;: el no se escapó con impunidad, pues Dios vió la aflicción de Su gente, y por lo tanto el tirano, despojado de autoridad, y precipitado desde lo alto del imperio, de repente desapareció, e incluso el lugar de entierro de esa perniciosa bestia salvaje no se vió en ninguna parte.”(&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt; &lt;/span&gt;“LA MANERA POR LA CUAL LOS PERSEGUIDORES MURIERON” – Lactantius)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dionísio de Corinto (+170), Pedro de Alexandria (+311) e São Jerônimo (347-420) também atestam que Pedro esteve em Roma, fundou ali a sua cátedra e foi morto.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Tradição Apostólica da Igreja Católica estabelece que São Pedro ocupou sucessivamente as sedes episcopais de Jerusalém, Antioquia e Roma; mas também demonstra que nunca esteve na histórica Babilônia mesopotâmica. Há evidências que comprovam a permanência de Pedro em Roma, pois em sua primeira carta cita que permanece com Marcos na “Babilônia” (1Pe 5,13). Paulo, ao escrever de Roma a sua carta aos Colossenses, atesta também estar com Marcos - que não saiu da capital do império romano (Col 4,10). Os escritos do livro “Apocalipse” também utilizam-se da mesma definição para simbolizar Roma (Ap 14,8; 16,19; 17,5). Tudo isso corrobora a tese de que a desginação “Babilônia” seria um código para “Roma”, e que Pedro lá esteve e morreu, fundando a Igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Além disto, é interessante notar que, quando os protestantes negam que Pedro tenha jamais ido à Roma para ser crucificado de cabeça para baixo, negam também a profecia de Jesus sobre a morte do santo apóstolo! Isso é completamente injustificado e incoerente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em verdade, Cristo disse antes de sua crucifixão: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Perguntou-lhe Simão Pedro: Senhor, para onde vais? Jesus respondeu-lhe: Para onde vou, não podes seguir-me agora, &lt;u&gt;mas seguir-me-ás mais tarde&lt;/u&gt;.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(Jo 13,36)&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E depois de ordenar à Pedro fosse das ovelhas de seu rebanho(cf. Jo 21,15-17), Disse Jesus: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais moço, &lt;u&gt;cingias-te e andavas aonde querias. Mas, quando fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres. Por estas palavras, ele indicava o gênero de morte com que havia de glorificar a&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt; &lt;b&gt;Deus.&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;b&gt;”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;(Jo 21,18-19)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tertuliano (+220) confirma que essas proféticas afirmações de Jesus Cristo foram todas cumpridas por Pedro &lt;b&gt;em Roma&lt;/b&gt;, dizendo-nos: “&lt;i&gt;Nero foi o primeiro a banhar no sangue &lt;u&gt;o&lt;/u&gt; &lt;u&gt;berço da fé&lt;b&gt;*&lt;/b&gt;. Pedro então, segundo a promessa de Cristo, foi por outrem cingido quando o suspenderam na Cruz&lt;/u&gt;” &lt;/i&gt;(conforme Scorp. c. 15) - &lt;b&gt;*&lt;/b&gt;(berço da fé = Roma)&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Embaixador dos apóstolos, Pastor das ovelhas de Cristo, Diretor doutrinal da Igreja, O Primeiro dentre os apóstolos, A Pedra visível que é o sustentáculo da Igreja, Santo e Intercessor, Fundador da Cátedra Romana: Esse é Pedro apóstolo, o primeiro Papa!!&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;b&gt;6) Pedro e o primado apostólico&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;“Se, porém, alguns não obedecerem ao que foi dito por nós, saibam que se envolverão em pecado e perigo não pequeno”&lt;/i&gt; (Clemente de Roma, +100, Carta aos Coríntios 59,1).&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por volta do ano 96, que é a mais provável data para a carta de Clemente – o terceiro papa depois de Pedro - aos Coríntios, já é visível a Suprema Jurisdição Eclesiástica do Papa na Igreja e nos seus sucessores apostólicos - ou seja, os bispos de Roma posteriores a Pedro. Mas para melhor esclarecer as possíveis dúvidas sobre o primado apostólico do Santo apóstolo Pedro, remetamo-nos à exegese católica clássica.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De todas as referências que atestam a suprema autoridade papal, a do evangelho de Mateus é a mais contundente. Vejamos novamente o que ela nos diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (Mt 16,17-19)&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nesta passagem bíblica acima o primado petrino é evidente. Insisto em dizer que Pedro é pedra(v.18a), e sobre ela Jesus Cristo edificará a sua Igreja(v.18b), Igreja esta que jamais será derrubada pelas forças infernais(v.18c).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os protestantes afirmam que a pedra sob a qual Jesus Cristo edificará a sua Igreja não é Pedro, mas sim Ele mesmo (cf. Lc 20,17; Sl 117,22; Mc 12,10; Mt 21,42), pois o termo “&lt;i&gt;Petrus&lt;/i&gt;” e “&lt;i&gt;petra&lt;/i&gt;”, no grego, são diferentes. Como resolver?&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Porém, o texto se dirige todo a Pedro - "&lt;b&gt;&lt;u&gt;tu&lt;/u&gt; és Pedro&lt;/b&gt;..."; "&lt;b&gt;eu &lt;u&gt;te&lt;/u&gt; darei as chaves&lt;/b&gt;..."; "&lt;b&gt;tudo que &lt;u&gt;(tu)&lt;/u&gt; ligares&lt;/b&gt;..." - em resposta à sua confissão, como um prêmio pela sua defesa pública da fé. O texto não traz qualquer interrupção lógica, para passar a se referir a Nosso Senhor. Se assim fosse, a frase ficaria sem sentido: "tu és Pedro, mas não edificarei a minha Igreja sobre ti, senão sobre mim; as chaves do céu porém te darei."&lt;/i&gt; (conforme ‘&lt;i&gt;O primado’ - Cadernos Montfort&lt;/i&gt;)&lt;b&gt;”&lt;/b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A confusão se desfaz ao concebermos como Jesus falou. Ele renomeou a Pedro em aramaico (uma língua corrente da Palestina na época), dizendo: &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Feliz és tu, Simão, filho de Jonas(...). Por isso eu digo, tu és &lt;u&gt;“Kepha”&lt;/u&gt;, e sobre esta &lt;u&gt;“kepha”&lt;/u&gt; edificarei a minha Igreja.(...)”.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Isso está evidente no evangelho de João, ainda no capítulo primeiro, versículo 42 (Jo 1,42). Além disto, consideremos que o grego “&lt;i&gt;petra&lt;/i&gt;”(rocha) corresponde a “&lt;i&gt;Petrus&lt;/i&gt;” como forma masculinizada, que assim poderia ser utilizada como nome – como Jesus queria fazer com Simão. É importante lembrar também que a diferença entre &lt;i&gt;“petrus”&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;“petra”&lt;/i&gt; só existe no dialeto grego &lt;b&gt;ático&lt;/b&gt;, e não no grego &lt;b&gt;koiné&lt;/b&gt; usado na Palestina naquele tempo; isso mostra que &lt;i&gt;“petrus”&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;“petra”&lt;/i&gt; são, na verdade, apenas declinações de gênero.&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Podemos compreender também que o que foi dito corresponde com o termo aramaico “&lt;i&gt;Kepha&lt;/i&gt;”. No aramaico: “&lt;i&gt;Kepha&lt;/i&gt;”, significa “pedra” e “Pedro”, numa única palavra; como no francês, “&lt;i&gt;Pierre&lt;/i&gt;” é o nome de uma pessoa e o nome do minério “pedra”. Sendo assim, toda frase se refere à pessoa do apóstolo Pedro, e não deixa margem para distorções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De fato, Jesus Cristo é o fundamento invisível da Igreja (como foi lembrado pelos protestantes), mas Simão Pedro é o visível; assim como Jesus é o pastor invisível da Igreja, e Pedro é o visível; também no mesmo sentido em que Cristo é a Luz do mundo, e nós somos a luz do mundo. Jaime de Moura nos explica:&lt;u1:p&gt; &lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;“Ninguém pode pôr outro fundamento. Mas o Senhor Jesus pode, livremente, &lt;u&gt;confiar esse fundamento a alguém&lt;/u&gt;, ou ampliá-lo a quem ele quiser, como na verdade, o fez, quando disse a Simão: &lt;b&gt;“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”&lt;/b&gt; (Mt 16,18-19). Cristo, de fato se revelou: &lt;b&gt;“Eu sou a luz do mundo”&lt;/b&gt; (Jo 8,12) mas disse também: &lt;b&gt;“Vós sois a luz do mundo”&lt;/b&gt; (Mt 5,14). E disse mais: &lt;b&gt;“Eu sou o bom past
